sexta-feira, 26 de junho de 2015

Vendas de tablets caem 20% no 1T15

Vendas de tablets caem 20% no 1T15
Vendas de tablets caem 20% no 1T15
Entre os meses de janeiro e março foram vendidos 1,780 milhão de aparelhos. 

IDC Brasil anunciou nesta quinta-feira, 25, que entre janeiro e março de 2015 foram vendidos 1,780 milhão de tablets no Brasil, ou seja, aproximadamente 390 mil unidades a menos do que no primeiro trimestre de 2014. 

"O número está abaixo dos dois milhões previstos para o período. Porém, diante do cenário econômico brasileiro, o resultado foi positivo", afirma Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, a alta do dólar gerou repasse de preços de até 17% em relação ao quarto trimestre de 2014, afetando as vendas para o consumidor final e para o mercado corporativo. 

Além disso, o estudo da IDC Brasil revela que do total de tablets vendidos, 41 mil foram modelos 2 em 1 (notebooks com tela destacável), categoria que cresceu 115% frente ao quarto trimestre do ano passado. Contudo, 94% foram para consumidor final, 6% para corporativo e 70% custaram menos de R$ 500. 

A consultoria prevê que até o final de 2015 sejam vendidos 8,1 milhões de tablets e notebooks 2 em 1 com tela destacável, 14% a menos na comparação com o volume comercializado durante todo o ano de 2014. 

Foto: Pixabay.via kioskea.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Confira 12 smartphones top de linha disponíveis no mercado brasileiro

12 smartphones super avançados que estão à venda no Brasil
Pode até não parecer, porém o primeiro iPhone foi lançado há oito anos. Desde então, a tecnologia dos smartphones não para de ser desenvolvida. As telas estão cada vez mais nítidas, os processadores mais rápidos e as câmeras com uma qualidade surpreendente. Confira a seguir os smartphones top de linha disponíveis no mercado brasileiro.


Samsung Galaxy S6 (e S6 Edge)

Smartphone da Samsung Samsung Galaxy S6 (e S6 Edge)

 

Galaxy S6 é o smartphone de última geração da Samsung e um dos melhores celulares inteligentes do mercado. Resistente e ultrafino, com 6,8 milímetros de espessura, o S6 é ótimo para quem gosta de atacar de fotógrafo. De acordo com a Samsung, o S6 inicia a câmera em apenas 0,7 segundo. Além disso, a tela de 5,1 polegadas promete uma ótima visualização de imagens e vídeos

Com memória RAM de 3 GB e processador Exynos 7420, o Galaxy S6 de 32 GB custa 2.999 reais. Para quem procura design exclusivo, a versão Edge de 64 GB do S6 pode ser uma boa opção. O produto tem uma tela com curvatura que tem resposta ao toque e possibilita que o usuário coloque ícones de contatos no local.O Galaxy S6 Edge custa 3.999 reais.

iPhone 6

iPhone 6 da Apple
Se você gosta do design “clean” da Apple e quer uma tela de tamanho médio que acompanha um bom processador, o iPhone 6 é uma ótima pedida. O dispositivo tem um display de 4,7 polegadas e é leve, pesando 129 gramas (seu concorrente, o Samsung S6 pesa 138 gramas). Com chip A8 e processador de 1,4 GHz, o iPhone 6 é veloz e conta com enorme variedade de aplicativos.

A câmera frontal tem 1,2 MP e a traseira tem resolução de 8 MP com abertura de f/2,2, que permite que o usuário tire ótimas fotos até mesmo em locais com baixa luminosidade. O iPhone 6 está disponível nas cores prata, dourado e cinza. Seu preço varia com o tamanho da memória interna: o de 16 GB custa 3.499 reais; o de 64 GB custa 3.899 reais; e o de 128 GB tem preço de 4.299 reais.

LG G4

Smartphone LG G4 da LG
Com previsão de lançamento no Brasil para a segunda metade de junho deste ano, o LG G4 é mais um no segmento de smartphones premium no país. Em um ponto ele já é vencedor: a câmera frontal de 16 MP. Ela possui uma lente de abertura de f/1,8, o que deve proporcionar ótimo desempenho em ambientes de pouca iluminação. Além disso, todos os controles da câmera podem ser ajustados – desde a sensibilidade de luz até o foco.

A traseira do G4 ainda é removível, assim como a sua bateria. O dispositivo tem 32 GB de armazenamento interno e tem suporte para cartão microSD. Com tela de 5,5 polegadas, o LG G4 custará 2.999 reais no Brasil na versão regular, com traseira plástica. Há também uma versão com traseira de couro, que custará 3.099 reais.

Sony Xperia Z3

O Sony Xperia Z3 vem com a pulseira inteligente SmartBand, que monitora todos os movimentos do usuário dia e noite
Com tela grande e que funciona até embaixo d’água, o Sony Xperia Z3 é uma ótima opção para quem busca um smartphone eficiente e resistente. O produto tem tela LED full HD de 5,2 polegadas e possui câmera frontal de 20,7 MP e filmadora 4K.

O Xperia Z3 tem armazenamento interno de 16 GB, porém o usuário poder aumentar o espaço com um cartão microSD de até 128 GB. O Sony Xperia Z3 é vendido no Brasil por 2.899 reais e vem com a pulseira inteligente SmartBand, que monitora todos os movimentos do usuário dia e noite.

Motorola Moto X (2ª geração)

Motorola Moto X 2ª geração é um smartphone com um ótima relação custo/benefício e assistente pessoal que fala português
Um smartphone com um ótima relação custo/benefício e assistente pessoal que fala português – esse é o Moto X de 2ª geração da Motorola. O aparelho da marca surpreendeu com um comando de voz que funciona sem que você toque no dispositivo. Além disso, seu preço de 1.499 reais é ótimo para um smartphone com tela de 5,2 polegadas e 32 GB de armazenamento interno.

Com 2 GB de memória RAM e um processador de 2,5 GHz, o Moto X tem câmera traseira de 13 MP grava vídeos em resolução QHD. O smartphone da Motorola roda o sistema Android e tem suporte para rede 4G.

Lumia 930

Lumia 930 é um smartphone de última geração da Microsoft, ele chama a atenção pelo custo-benefício
Smartphone de última geração da Microsoft, o Lumia 930 chama a atenção pelo custo-benefício. Assim como outros celulares do tipo Lumia, o 930 possui uma câmera traseira incrível de 20 MP. Ela tem abertura de f/2,4, perfeita para quem gosta de tirar fotos em locais com baixa luminosidade e filma vídeos em 4K.

O celular inteligente da Microsoft também impressiona quando o assunto é velocidade. O Lumia 930 possui um processador de 2,2 GHz, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento interno. Além disso, ele tem uma tela grande de 5 polegadas com resolução full HD. O Lumia 930 roda Windows Phone 8.1 e custa 1.300 reais.

iPhone 6 Plus

iPhone 6 Plus da Apple
Com exceção da tela de 5,5 polegadas e de alguns recursos extras na câmera, o iPhone 6 Plus é praticamente igual à sua versão menor, o iPhone 6. Primeiro phablet desenvolvido pela Apple, o dispositivo também é o primeiro da marca com tela full HD. No entanto, não é a tela que chama mais a atenção do usuário.

A câmera traseira de 8 MP é o principal atributo do iPhone 6. Ela tem abertura f/2,2 e, segundo a Apple, foco veloz. A câmera frontal de 1,2 megapixels também é interessante, pois também tem abertura de f/2,2, boa para fotos de cenas escuras. Assim, se você gosta de tirar selfies, o iPhone 6 Plus é uma ótima compra.

A versão de 16 GB custa 3.899 reais; a de 64 GB custa 4.299 reais; e a de 128 GB está com o preço de 4.699 reais.

Samsung Galaxy Note 4

Se você procura um smartphone com tela realmente grande, o Samsung Galaxy Note 4 é uma das melhores opções
Se você procura um smartphone com tela realmente grande, o Samsung Galaxy Note 4 é uma das melhores opções. O gadget tem um display de 5,7 polegadas com resolução de 2.560 x 1.440 pixels.

O Galaxy Note 4 também chama atenção pela sua câmera de 16 megapixels, que grava vídeos em full HD e tira fotos com resolução 4.608 x 3.456 pixels. O dispositivo roda o Android 5.0 e custa 3.299 reais na loja da Samsung.

Motorola Moto Maxx

Você não aguenta mais recarregar seu smartphone? O Moto Maxx da Motorola oferece o máximo de bateria
Você não aguenta mais recarregar seu smartphone? O Moto Maxx da Motorola oferece o máximo de bateria. De acordo com um teste do Infolab, o celular aguentou a reprodução de vídeos com brilho de tela no máximo, otimizações de software desligadas e Wi-Fi e Bluetooth ativos durante 12h22. 

Além da bateria, a configuração do Moto Maxx também é de topo de linha. O aparelho tem chip Qualcomm Snapdragon 805 com processador de 2,7 GHz, 3 GB de memória RAM e armazenamento interno de 64 GB. Com tela de 5,2 polegadas, o Moto Maxx é atraente para quem procura um smartphone com display grande, boa configuração e uma bateria que realmente dura. O gadget custa 2.399 reais na loja online da Motorola.

Microsoft Lumia 1520

O Microsoft Lumia 1520 ainda é uma opção a considerar para quem prefere um aparelho com Windows Phone
Apesar de "antigo" para os padrões da indústria de smartphones (foi lançado no começo de 2014), o Microsoft Lumia 1520 ainda é uma opção a considerar para quem prefere um aparelho com Windows Phone. Ele une bom processador a um grande display. Com uma tela de 6 polegadas full HD, o gadget tem processador de 2,2 GHz quad core e memória RAM de 2 GB. 

No entanto, o que chama a atenção no Lumia 1520 é sua câmera de 20 megapixels que permite que os usuários tirem fotos fantásticas com resolução de 5.376 x 3.744 pixels e gravem vídeos em full HD. O aparelho roda o sistema Windows Phone 8.1 e custa, em média, 2.000 reais.

LG G Flex 2

Se você procura um smartphone com design diferente, o LG G Flex 2 pode lhe surpreender
Se você procura um smartphone com design diferente, o LG G Flex 2 pode lhe surpreender. O aparelho possui tela curva de 5,5 polegadas e não têm botões nas laterais e, por isso, é mais fácil de segurar, segundo a LG. Apesar de o dispositivo da empresa coreana ter pouca memória interna (16 GB), existe a opção de expandir a capacidade de armazenamento com um cartão microSD.

Com câmera traseira de 13 megapixels Full HD, o LG G Flex tem uma ferramenta interessante na câmera frontal: o selfie rápido. O recurso permite que, com apenas um movimento de abre e fecha das mãos na frente da tela, o usuário tire uma selfie em 3 segundos, segundo a LG. O gadget roda Android 5.0 e custa cerca de 3.150 reais.

Microsoft Lumia 1020

Se você é, realmente, um aficionado por fotografias e não quer andar com uma câmera fotográfica, o Microsoft Lumia 1020 pode ser uma opção interessante
Se você é, realmente, um aficionado por fotografias e não quer andar com uma câmera fotográfica, o Microsoft Lumia 1020 pode ser uma opção interessante. O aparelho tem tela de 4,5 polegadas e câmera traseira de 41 megapixels, que tem uma tecnologia capaz de deixar as fotos e vídeos ainda mais nítidos, mesmo em movimento e com pouca luz, garante a Nokia. Além disso, a câmera do Lumia 1020 permite que o usuário fotografe em resolução super alta, o que significa que você pode ampliar a sua imagem com qualidade depois de tirá-la.

Há apenas uma ressalva com relação à câmera: ela fica saliente na traseira, o que se torna evidente quando o aparelho é colocado sobre uma superfície plana. Com opções de armazenamento de 32 GB e 64 GB, o Lumia 1020 tem processador dual-core de 1,5 GHz e 2 GB de RAM. Ele roda Windows Phone 8 e custa cerca de 2.000 reais.

Fonte: EXAME.com Tecnologia

Compra online mais segura com o selo do RaclameAQUI

O selo RA Verificada pretende garantir compra mais segura para consumidores comprovando existência da empresa e checando antecedentes
O ReclameAQUI, site de proteção ao consumidor, está entrando no mercado de certificação de empresas com o lançamento de um selo de qualidade, voltado principalmente para pequenas empresas, que representam cerca de 80% das companhias cadastradas no site. 



O selo RA Verificada vai indicar ao consumidor a confiabilidade da loja ou serviço. Segundo o ReclameAQUI, ele comprova que a empresa existe, tem estrutura de canais para atender os clientes satisfatoriamente, apresenta regularidade nas entregas, e tem situação financeira em dia, a partir de dados da Serasa, SPC, Receita federal e do próprio ReclameAQUI. 


As informações serão atualizadas mensalmente e as empresas interessadas em ser avaliadas para ganhar o selo vão pagar um valor mensal de manutenção. “É um referencial que o ReclameAQUI passa a dar, que a empresa existe e que o atendimento segue as normas”, explica Gisele Paula, diretora de Relacionamento B2B do ReclameAQUI. 

O selo Verificada será exibido na página da empresa no ReclameAQUI e poderá ser usado como referência no site próprio da loja ou prestador de serviço. Empresas não recomendadas ou em análise não poderão contar com o produto. “Sabemos da nossa responsabilidade perante o mercado. Muitos consumidores nos questionam sobre a confiabilidade de empresas. Vimos, então, uma oportunidade de negócio”, ressalta do presidente do ReclameAQUI, Maurício Vargas.

Até agora, o Reclame AQUI considerava a avaliação do consumidor – que é a mais importante – para gerar um índice para a empresa. Agora vamos trazer mais informações, com a nossa chancela, para o cliente decidir com segurança entre uma empresa ou outra na hora da compra”, afirma Gisele Paula. 

Para obter o selo as empresas precisam se qualificar e contratar o serviço. O custo uma consultoria inicial (R$ 600,00) e as taxas de manutenção mensal, que variam de R$ 149,00 (microempresa) a R$ 1.200,00 (grande empresa). O site www.verificada.com.br tem todas as informações.

Fonte: IDG Now!

Brasil já faz quase metade das transações financeiras por mobile e internet

Brasil já faz quase metade das transações financeiras por mobile e internet
Internet Banking
Quase metade das transações financeiras realizadas no Brasil já são feitas através de canais de mobile banking e internet banking, revelou a pesquisa anual sobre tecnologia bancária realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Juntos, os dois canais já somam 46% do total de transações possíveis nestes canais — ou seja, excluindo transações como saque e depósitos em dinheiro ou cheque, que só podem ser feitas em agência.

De acordo com o Diretor Setorial de Tecnologia bancária da Febraban, Gustavo Fosse, o número é surpreendente e um dos destaques do levantamento que avaliou a penetração da tecnologia no setor bancário em 2014.

Quando inclusas essas transações impossíveis por meios mobile e internet, a representatividade desses canais cai bastante, o que levaria a uma percepção errada de que o Brasil poderia estar atrasado em mobile e internet banking. Levando em consideração saques e depósitos, a participação desses cainais cai dos 46% para apenas 18% do total de transações financeiras do país.

"Na cabeça das pessoas, o usuário não gosta de fazer transações financeiras nesses canais. [Esse número] mostra que não, quando olhamos apenas para as transações que são possíveis", explicou Fosse em entrevista ao Canaltech durante a feira do setor de tecnologia bancária Ciab Febraban. "[O avanço do uso de internet e mobile banking] tem a ver com a usabilidade, a experiência do usuário está muito melhor".

Na avaliação do executivo, hoje o usuário também já não tem mais tantas preocupações de segurança com os meios virtuais de acesso a serviços financeiros, o que tabém colabora para o uso significantemente maior destas plataformas para transações.

Segundo os dados da pesquisa, no ano passado 51 milhões de clientes bancários já utilizavam internet banking, o que representa 47% do total de pessoas bancarizadas no país. O número representa um crescimento de 22% em relação à última pesquisa realizada pela Febraban, que avaliou a penetração em 2013. O crescimento expressivo se repete para o uso de mobile banking: no ano passado o Brasil registrou 25 milhões de contas com mobile banking, um crescimento de 117% em relação a 2013.

Apesar de positivo para o usuário, o aumento no uso de canais virtuais para as transações financeiras traz novos desafios de operação para bancos, segundo Fosse. Antigamente, um cliente de banco teria o costume de ir até a agência para resolver várias pendências de uma única vez. Hoje, com internet e mobile banking, é comum que o mesmo usuário faça múltiplas transações em um único dia — o que pode levar a uma sobrecarga dos sistemas de TI em bancos.

Essa nova realidade se reflete no crescimento dos investimentos em infraestrutura feitos por instituições financeiras no ano passado. No total foram gastos R$ 21,5 bilhões em TI em 2014, com um crescimento de 11% em relação ao ano anterior. O crescimento mais expressivo foi na frente de software, que aumentou 16% em 2014 em relação a 2010. O maior investimento bruto, no entanto, é no setor de hardware, que representa 43% do total — puxado principalmente pelos investimentos em dois grandes data centers no país pelos bancos Itaú e Santander.

"Há uma tendência de investimento em software para buscar essa otimização nas transações através da digitalização dos processos e automação dos bancos para trazer uma resposta mais rápida para clientes", avalia Fosse.

Outra das áreas que devem ser impactadas para essa migração para o digital corresponde às agências bancárias. Apesar de estarem caindo na representatividade geral de onde as transações financeiras são realizadas — de 8% em 2013 para 7% no ano passado —, na avaliação do executivo elas devem continuar desempenhando funções importantes para parte da população bancarizada.

"O papel da agência, se você levar em consideração que o Brasil é um país continental, com características diferentes, vai ser para aquelas pessoas que querem ser atendidas por outras pessoas, além de alguns tipos de consultoria e operações mais estruturadas", opina o executivo. "E em regiões como Norte e Nordeste, as agências são indutoras da bancarização, financiamento agrícola. Vão ser posicionamentos diferentes de acordo com a estratégia do banco e regiões onde estiver atuando".


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sábado, 16 de maio de 2015

Foxconn bate recorde de lucro graças às fortes vendas do iPhone 6

Foxconn bate recorde de lucro graças às fortes vendas do iPhone 6
foxconn
A Foxconn anunciou nesta sexta-feira (15) seu maior crescimento de lucro da última década. Os números do primeiro trimestre de 2015 apresentaram um salto de 56% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado principalmente pelas fortes vendas dos iPhone 6 e iPhone 6 Plus. 

O lucro líquido da fabricante asiática nos três primeiros meses deste ano foi equivalente a US$ 998 milhões. Mediante à pressão da gestora de recursos BlackRock, a Foxconn aumentou sua distribuição de dividendos de US$ 0,06 para US$ 0,12. 

Quase a metade das receitas obtidas pela empresa veio de encomendas da Apple. A Foxconn tem tentado diversificar os seus clientes, que agora inclui uma plataforma de varejo online e parcerias com fabricantes de dispositivos médicos dos Estados Unidos. 

Esse movimento aconteceu, particularmente, após o aumento da concorrência para assinar contratos com a Apple, além das lentas mudanças normativas que estão impondo o pagamento de salários mais altos para os funcionários das fábricas chinesas.

A Foxconn também viu os seus lucros aumentarem 33% durante o último trimestre, e analistas acreditam que essa tendência de aumentos nos resultados financeiros deve continuar no trimestre que se encerra em junho, e o grande propulsor continuará sendo a venda dos novos modelos de iPhone. "Muitos consumidores ainda estão no processo de substituição de seus telefones antigos para os iPhones de tela grande", comentou Kylie Huang, analista da Daiwa Capital Markets. 

A própria Apple já superou as expectativas e vendeu mais iPhones do que o esperado. Os resultados financeiros referentes ao segundo trimestre fiscal de 2015, encerrado no dia 28 de março, mostraram que a empresa da Maçã vendeu um total de 61,1 milhões de unidades de iPhones no período. 

"Estamos contentes pela força contínua do iPhone, do Mac e da App Store, que nos levou ao nosso melhor resultado da história num trimestre de março. Estamos observando uma taxa crescente de pessoas migrando para o iPhone em relação a ciclos anteriores, e estamos iniciando o trimestre de junho muito bem com o lançamento do Apple Watch", declarou o CEO Tim Cook na ocasião.



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segunda-feira, 11 de maio de 2015

MercadoLivre vendeu 27,5 milhões de itens no 1º trimestre de 2015

MercadoLivre vendeu 27,5 milhões de itens no 1º trimestre de 2015
MercadoLivre
O site de leilões e venda online de produtos MercadoLivre anunciou nesta quinta-feira (7) seus resultados financeiros correspondentes ao primeiro trimestre de 2015, finalizado em 31 de março. 

Neste período, foram comercializados em seu marketplace 27,5 milhões de itens, 26,4% a mais do que no mesmo período do ano passado. O volume total de negócios gerados na plataforma alcançou US$ 1,6 milhão, o que representa 8,2% a menos que no primeiro trimestre de 2014, resultado impactado principalmente pelo câmbio. Em moedas locais, o volume de produtos comercializados cresceu 77,5%.

Segundo Pedro Arnt, CFO do MercadoLivre, os resultados desse primeiro trimestre confirmam a força do negócio de marketplace e apontam uma direção clara para a empresa neste ano. “Devemos manter nosso foco na oferta de serviços de pagamento, financeiros e transporte, além da parceria com grandes marcas que oferecem seus produtos em toda a região”, afirma o executivo. “Estamos confiantes de que o sucesso na implementação dessa estratégia nos fortalecerá para o futuro”.

No primeiro trimestre de 2015, 40% dos itens comercializados no Brasil foram entregues por meio do MercadoEnvios. Esse número foi de 20% na Argentina e de 10% no México, onde o serviço está disponível há apenas cinco meses. Atualmente, o MercadoLivre conta com mais de 750 lojas oficiais, contra apenas 85 nos três primeiros meses do ano passado.

A receita líquida no primeiro trimestre deste ano cresceu U$S 148,1 milhões, 28,4% a mais que no mesmo período de 2014. O Brasil foi o país com maior crescimento: 58,4% em moeda local.

De acordo com a empresa, o número de usuários cadastrados subiu de 103,7 milhões em 2014 para 126,7 milhões no primeiro trimestre deste ano (aumento de 22,1%), com um crescimento de 34,4% em novas contas cadastradas no período - 4,3 milhões em 2014 contra 5,7 milhões agora em 2015.

MercadoPago continua crescendo


A plataforma de pagamentos MercadoPago registrou crescimento, pelo sexto trimestre consecutivo, na quantidade de transações processadas. Entre janeiro e março de 2015 foram realizadas 14,8 milhões de operações, 61,6% a mais que no mesmo período do ano passado. O volume total de pagamentos alcançou U$S 1,03 milhões, um crescimento de 102,2% em moedas locais e de 56,2% em dólar.

As transações realizadas via MercadoPago fora da plataforma do MercadoLivre também aumentaram. As operações feitas para grandes marcas e empresas líderes na região cresceram 37% em dólar e 65% em moedas locais. Vale destacar que, atualmente, de cada 10 vendas realizadas no MercadoLivre, metade tem seu pagamento processado pelo MercadoPago. Especificamente no Brasil, esse percentual é ainda maior: 90%.

Fundado em 1999, o MercadoLivre atende hoje a mais de 120 milhões de usuários. Em abril de 2015, o site adquiriu a empresa KPL Soluções, provedora de ferramentas de gestão para e-commerce. Com a KPL, o MercadoLivre passa a oferecer sistemas de ERP e back-office para empresas de e-commerce - mais um serviço de seu ecossistema de soluções. 


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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Qualcomm quer ajudar fabricantes chineses no mercado internacional

Qualcomm quer ajudar fabricantes chineses no mercado internacional
qualcomm
Se a presença de pequenos fabricantes locais de smartphones já vinha sendo uma pedra no sapato de empresas como a Samsung e a Microsoft no mercado chinês, a Qualcomm quer garantir que isso aconteça também no mercado internacional. A empresa anunciou nesta semana que está abrindo uma unidade especificamente para facilitar a vida de empresas da China que quiserem levar seus produtos mobile para fora de suas fronteiras regionais.

A novidade foi revelada pelo CEO da Qualcomm, Steve Mollenkopf, e a empresa deve prestar serviços de assistência, marketing e distribuição para os clientes. Os novos escritórios serão abertos em Shenzhen, onde estão instalados boa parte destes fabricantes, e trabalhar por meio de licenciamento para garantir a chegada de novos nomes ao mercado global de smartphones e tablets.

Tudo isso, claro, desde que os fabricantes sejam parceiros e utilizem chips como o Snapdragon, por exemplo. Para aumentar a adoção de sua oferta de hardware, a Qualcomm também está investindo US$ 150 milhões em startups locais, para que desenvolvam tecnologias voltadas especificamente para suas soluções, além de ter feito acordos com produtores chineses para uma fabricação mais barata de componentes voltados ao mercado local.

E todo esse novo movimento veio de duas situações extremamente negativas para a companhia. De acordo com Mollenkopf, os motores para os novos investimentos foram a perda da Samsung como cliente para a fabricação de um dos principais aparelhos do momento – o Galaxy S6 e sua variante Edge – e uma investigação antitruste por autoridades chinesas que levaram a uma multa de US$ 975 milhões.

As duas perdas levaram a Qualcomm a investir mais em contratos de licenciamento de tecnologia, uma alternativa rápida e fácil para contornar as perdas recentes. E o que se viu foi uma grande vontade de empresas da China em se aliarem à gigante dos chips, motivando um trabalho muito mais próximo com ela que levou à criação da unidade de expansão internacional de tais produtos.

O foco, claro, devem ser os aparelhos de baixo custo. São eles que tanto incomodam nomes como Samsung, Apple e outros em seus investimentos na China, e constituem a maioria da base instalada de smartphones no país. O sistema operacional Android, claro, é o dominante, e a chegada de tais dispositivos ao mercado global, se mantidos o preço e a ampla oferta de produtos, pode acabar significando uma concorrência ainda mais acirrada em uma faixa que já é bastante povoada por opções de produtos para o consumidor.

Apesar de ter falado amplamente sobre a iniciativa, Mollenkopf não deu detalhes sobre as empresas com as quais a Qualcomm está trabalhando, nem deu uma ideia de quando veremos os primeiros aparelhos chineses chegando ao mercado internacional. Ainda não deu para sentir, também, o efeito da nova empreitada junto a empresas que já estão estabelecidas no setor, mas esse aspecto não deve demorar muito para dar as caras no noticiário.



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quinta-feira, 23 de abril de 2015

A indústria de jogos vai chegar a $91 bilhões de dólares em receitas este ano

A indústria de jogos vai chegar a $91 bilhões de dólares em receitas este ano
Com o mercado chinês, em primeiro lugar.

Parece que este será mais um grande ano para a indústria de jogos. De acordo com aanálise realizada pela Newzoo, até o final de 2015, as receitas totais vão crescer 9,4% chegando a um total de $91,5 bilhões de dólares.
O futuro parece brilhante para a indústria, e esse número deve aumentar ainda mais em 2017, onde os valores podem chegar a $107 bilhões de dólares.
Com grande importância temos o mercado chinês, que conforme está previsto para este ano, deve superar os EUA, tornando-se a locomotiva de toda a indústria de games: ambos arrecadando, respectivamente, 22,2 bilhões dólares e 22 bilhões.
Na fila está o mercado latino-americano, que vem demonstrando um crescimento constante e significativo para cada ano.
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viaBrasilGamer

domingo, 12 de abril de 2015

Apple aumenta preços de iPads no Brasil em até 36%

Apple aumenta preços de iPads no Brasil em até 36%

Após aumentar os preços dos seus smartphones, computadores e acessórios, a Apple aumentou agora o preço de seus iPads. Os reajustes variam entre 18,2% e 36,4%. A lista com os novos preços e os aumentos percentuais pode ser vista aqui.

Matéria completa: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/apple-aumenta-precos-de-ipads-no-brasil-em-ate-36/47913

sábado, 11 de abril de 2015

Financiar um projeto de empresa graças ao crowdfunding

Financiar um projeto de empresa graças ao crowdfunding

  • O que é o crowdfunding?
  • O crowdfunding: desafios e vantagens
  • Como configurar uma campanha de crowdfunding?
    • Escolha uma plataforma para sua campanha
    • Estabelecer uma estratégia em torno do projeto
  • Alguns projetos de sucesso no Brasil

O financiamento participativo ou crowdfunding é indicado para qualquer tipo de projetos. Ele pode ser uma das soluções escolhidas por uma empresa para apoiar o lançamento de um produto ou serviço inovador. 

Quais são os benefícios do crowdfunding? Será que ele apresenta riscos para a empresa? Quais são as soluções participativas de financiamento disponíveis para as pequenas e médias empresas

O que é o crowdfunding?

Crowdfunding, ou financiamento participativo, consistem em solicitar fundos à pessoas físicas ou investidores. Esta é uma alternativa ao sistema bancário para financiar um projeto ou produto. Este tipo de financiamento pode ser usado por pessoas para realizar um projeto esportivo ou humanitário por exemplo. Ele é também cada vez mais utilizado por empresas, principalmente as jovens estruturas para financiar o lançamento de um novo produto ou serviço. 

Várias plataformas gerenciam a relação entre o dono do projeto e os investidores, sejam eles particulares ou profissionais. Os modos de funcionamento que eles propõem podem variar: 

Um dom sem contrapartida: esta solução é plebiscitada pelos particulares para projetos esportivos e humanitários, 
O apoio financeiro em troca do produto acabado ou um produto derivado: esta forma de financiamento é recomendada para empresas e start-ups que podem oferecer uma recompensa ligada ao produto ou ao serviço, 
Um investimento no capital da empresa em troca de ações: fala-se também de «equity based» (remuneração com base em ações) ou «micro venturing» (Ele permite que os pequenos investidores possam investir em startups, por exemplo). 
Um empréstimo à empresa, também conhecido como "Credit crowdfunding" ou "crowdlending".

O crowdfunding: desafios e vantagens

O crowdfunding oferece uma alternativa financeira atraente para as empresas

Ele tem várias vantagens significativas

Esta é uma solução acessível para qualquer tipo de projeto e para todos os setores (alta tecnologia, moda, esporte, web, serviços pessoais). 
Ele pode intervir como complemento ou como substituto da solução bancária clássica. 
Ele permite financiar um primeiro projeto de teste antes de um desenvolvimento mais amplo e mais caro. 
Ele permite obter uma parte dos fundos necessários para convencer um banco ou investidores privados para o restante do projeto. 

O Crowdfunding também tem vantagens em termos de marketing e de publicidade para a empresa. Para que ela alcance seus objetivos, a campanha de financiamento deve ser acompanhada por uma ampla publicidade nas redes sociais e nas mídias tradicionais. Assim a empresa e seus projetos são conhecidos para um grande número de pessoas, atraindo clientes potenciais que acabam por se acostumar com o produto ou serviço, 

O Crowdfunding pode apresentar alguns riscos. 

Eles são muito limitados para a empresa, devido ao baixo custo de uma campanha. Em caso de escolha de uma plataforma ou uma fórmula pouco adequada ao projeto, ou se a campanha não atingir os seus objetivos, a empresa ainda tem a capacidade de readaptar a sua fórmula. 

Eles estão também limitados para os investidores, e definidos pela fórmula de financiamento participativo escolhido. O projeto deve ser conduzido coletivamente para ser validado e concluído. Sem essa validação, o investidor pode ser reembolsado. No caso de um investimento no capital da empresa, o risco está correlacionado com o montante investido. 

Como configurar uma campanha de crowdfunding?

Escolha uma plataforma para sua campanha

Algumas plataformas de crowdfunding são especializadas por temas e podem ser recomendadas para setores específicos. Antes de escolher uma plataforma, é necessário um estudo de cada suporte e dos projetos implicado. Quais são os resultados obtidos com projetos semelhantes? Quais são as metas financeiras a ser cumpridas? Como se comportam os contribuintes e quais são as suas expectativas? 

Plataformas internacionais 

MyMajorCompany 
Kickstarter 

Estabelecer uma estratégia em torno do projeto

A campanha de Crowdfunding pode ser vista como uma campanha de comunicação em torno da empresa e do seu projecto. 

Várias alavancas podem ser usadas

Seja cuidadoso com a página vitrina do projeto na plataforma. 
Proponha uma contrapartida atrativa para os usuários, 
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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Publicidade em sites de buscas deve atingir US$ 81 bilhões neste ano

Publicidade em sites de buscas deve atingir US$ 81 bilhões neste ano
Google
De acordo com a projeção da empresa de pesquisa eMarketer, os gastos mundiais com publicidade digital devem atingir a marca de US$ 170 bilhões neste ano, sendo que o dispêndio com anúncios em resultados de buscas aumentarão 16%, para US$ 81 bilhões. Os números revelam, segundo a consultoria, que os anúncios em resultados de buscas serão responsáveis por mais da metade do total aplicado em publicidade digital em todo o  mundo em 2015.

Por ser o mecanismo de buscas mais popular no mercado mundial, o negócio de publicidade em resultados de buscas do Google é altamente rentável. Por este motivo, a empresa acaba ditando os preços deste segmento da publicidade digital. Ele cobra taxas mais elevadas para publicidade em resultados de buscas em relação à chamada propaganda de exibição, já que o anúncio aparece nas páginas de resultados de buscas quando o usuário está procurando informações específicas, além de ter maior chance de ser clicado.

O relatório da eMarketer aponta o Google como líder do mercado, com maior market share global. Também estima que a receita oriunda dos anúncios em resultados de buscas do Google aumentará 16% neste ano, para US$ 44,5 bilhões. Dessa forma a empresa americana terá mais da metade dos US$ 81 bilhões que serão investidos pelos anunciantes.

Um outro estudo da comScore mostra que a receita média por usuário com anúncios em buscas foi aproximadamente US$ 45 no primeiro trimestre de 2014, enquanto que a do Facebook e do Twitter foram significativamente menores, com US$ 7,20 e US$ 3,60, respectivamente. Isso aponta que o preço cobrado pelo Google é cerca de seis vezes maior do que o do Facebook e cerca de 15 vezes superior ao do Twitter.

A StatCounter, em seu relatório, mostrou que o Google também é líder no mercado de busca móvel, que tem sido impulsionado por dois fatores: o domínio que exerce no segmento de busca globalmente e ao rápido crescimento do mercado mundial de publicidade móvel. O Google detém uma participação de 87% do mercado de busca móvel dos Estados Unidos, segundo o instituto de pesquisas.

De acordo com a eMarketer, o mercado de publicidade móvel deve saltar de aproximadamente US$ 19 bilhões em 2014 para cerca de US$ 66 bilhões em 2019, o que representa uma taxa de crescimento composto anual de 28%.

Oposta ao crescimento do Google, a participação da Microsoft no mercado de publicidade digital deverá ficar estagnada em 2015. Os números apontam que a fatia do Bing, a ferramenta de buscas do companhia, será muito semelhante à de 2014. No entanto, a receita publicitária com anúncios em resultados de buscas deve crescer 18,5%, impulsionada principalmente pela parceria que mantém com a Apple, nos sistemas móveis iOS 7 e iOS 8.

Um outro fator que deve contribuir para o aumento da receita é a ampliação do acordo de buscas na internet com o Facebook, depois de ter disponibilizado uma nova função para realizar buscas dentro da rede social. Com a nova função, os anúncios na ferramenta da Microsoft serão mais reforçados. A ação deve ajudar a minimizar o fim da aliança com o Yahoo, que expressou o seu desinteresse em continuar com um acordo que mantinha na área de buscas da Microsoft.

Já o Yahoo, que ocupa a quarta posição no mercado de publicidade em resultados de buscas, também deve perder seu espaço. De acordo com a eMarketer, o market share da empresa deve cair de 3% em 2013 para 2% em 2015. Mesmo assim, a consultoria acredita que a companhia poderá se reestruturar para crescer. Isso porque o recente acordo com a Mozilla poderá render frutos. Nele o Yahoo substituirá o Google como mecanismo de buscas padrão, o que, certamente, ajudará a empresa a ganhar participação às expensas do Google.

Segundo os últimos dados da StatCounter, em dezembro de 2014, o Yahoo conseguiu atingir sua maior participação no mercado de buscas nos Estados Unidos, em mais de cinco anos. O Google, por sua vez, registrou a menor participação mensal naquele mercado — diminuiu de 77% em novembro para 75% em dezembro. Em segundo lugar ficou o Bing, com 12,5% de market share, seguido pelo Yahoo, com 10%.

Um outro fator que pode ajudar o Yahoo é o acordo que está negociando com a Apple para usar o navegador de internet Safari como ferramenta de pesquisa, já que ele tem um campo de busca inteligente. A parceria que o Google tem com a Apple está prestes a terminar. Se o Yahoo conseguir esse acordo, irá conseguir aumentar sua fatia em anúncios em resultados de buscas, inclusive no mercado móvel, uma vez que o Safari é o navegador móvel mais popular.



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