quarta-feira, 15 de junho de 2016

Microsoft adquire rede social LinkedIn

Microsoft adquire rede social LinkedIn

Microsoft adquire rede social LinkedIn
Valor da transação, que ainda não foi completada, chegou aos US$ 26,2 bilhões. 

(CCM) — Representando o valor mais robusto em toda a história da Microsoft, a gigante revelou, nesta última segunda-feira (13), que irá efetuar a compra da famosa rede social corporativa LinkedIn por US$ 26,2 bilhões. 

A quantia ultrapassou as transações do Skype e da Nokia, se somadas, o que indica uma média de US$ 196 (R$ 683) por ação. Vale ressaltar que, atualmente, o LinkedIn, que é a maior plataforma corporativa global, conta com 433 milhões de usuários espalhados pelo mundo. 

A desenvolvedora do Windows afirmou, em comunicado oficial, que haverá manutenção no que diz respeito à independência, bem como cultura e marca. No entanto, a empresa dará início a integração no setor conhecido por Produtividade e Processos de Negócio da Microsoft. É importante lembrar que a transação ainda não foi finalizada, mas deve ser completada no final deste ano, uma vez que há a necessidade de algumas aprovações por parte de órgãos reguladores. 

Foto: © LinkedIn.Fonte: http://br.ccm.net/news/

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Confira como vincular o Yahoo Mail com Facebook, Twitter e LinkedIn pelo PC

Confira como vincular o Yahoo Mail com Facebook, Twitter e LinkedIn pelo PC
O Yahoo Mail permite que o usuário vincule a conta de e-mail com as redes sociais Facebook,Twitter e LinkedIn. Dessa forma, é possível sincronizar e importar contatos, conferir últimas ações e facilitar o dia a dia de quem utiliza o serviço de e-mail, deixando a usabilidade mais pessoal.
Confira o passo a passo para ativar e sincronizar as redes sociais com o Yahoo Mail. Os ajustes são feitos diretamente nas configurações do site, pelo computador e sem precisar baixar programas extras. 
Yahoo apresenta novidades no Mail como a integração de diversas contas na mesma interface (Foto: Divulgação/Yahoo) (Foto: Yahoo apresenta novidades no Mail como a integração de diversas contas na mesma interface (Foto: Divulgação/Yahoo))Aprenda a vincular o Yahoo Mail com o Facebook, Twitter e LinkedIn (Foto: Divulgação/Yahoo)
Passo 1. Acesse a conta do Yahoo Mail pelo computador. Clique no ícone do topo, indicado por uma roda e selecione “Configurações”;
Acesse as configurações da conta do Yahoo Mail (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Acesse as configurações da conta do Yahoo Mail (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 2. Clique em “Contas”, no menu lateral da esquerda, e note que são listadas as opções de redes sociais para vincular. Começando pelo “Facebook”, selecione “Conectar” ao lado do item;
Clique em conectar ao lado do item do Facebook, na categoria de contas do Yahoo Mail (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Clique em conectar ao lado do item do Facebook, na categoria de contas do Yahoo Mail (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 3. Confirme com suas credenciais de login e senha do Facebook. Clique em “Entrar” e pronto. Será indicada uma mensagem de êxito na conexão e basta fechar em “Ok”;
Adicione as credenciais do Facebook e confirme (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Adicione as credenciais do Facebook e confirme (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 4. Na vez do LinkedIn, clique em “Conectar” ao lado da opção da rede social;
Clique no botão de conectar ao lado do item do Linkedin (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Clique no botão de conectar ao lado do item do Linkedin (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 5. Adicione seus dados de login e senha, depois confirme em “Permitir Acesso”. Uma mensagem será mostrada indicando o vínculo da conta com sucesso. Agora basta fechar em “Ok”;
Confirme com as credenciais do LinkedIn (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Confirme com as credenciais do LinkedIn (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 6. Para vincular o Twitter, clique em “Conectar” ao lado do item;
Inicie a conexão com a conta do Twitter (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Inicie a conexão com a conta do Twitter (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 7. Adicione suas credenciais de login e senha. Depois, confirme em “Autorizar Aplicativo”. Pronto. Será exibida uma mensagem de êxito na ação e basta fechar em “Ok”.
Confirme as credenciais do Twitter e aguarde a mensagem de confirmação (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Confirme as credenciais do Twitter e aguarde a mensagem de confirmação (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Fonte: TechTudo.

domingo, 4 de outubro de 2015

LinkedIn se integrará com Cortana

LinkedIn se integrará com Cortana
LinkedIn se integrará com Cortana
Microsoft anuncia a integração de sua assistente de voz com a rede social voltada para profissionais.

A partir de agora, a Cortana poderá se conectar diretamente com o LinkedIn. O anúncio foi realizado pela Microsoft ontem, 01. Com a novidade, os usuários conseguirão marcar um compromisso profissional em suas agendas e receberão as informações sobre a pessoa por meio da assistente de voz, com o vínculo que ela passará a ter com a rede social.

Para usar a ferramenta basta que a pessoa conecte seu perfil do LinkedIn às Contas Associadas com a Cortana. Em seguida, quando novos apontamentos forem incluídos na agenda, a própria Cortana irá buscar as informações necessárias na rede social voltada para conexões profissionais.

No entanto, uma atividade permanecerá. Quando alguém visitar o perfil de outra pessoa no LinkedIn, a informação ficará registrado como uma notificação. Ou seja, quem for visualizado saberá do ocorrido.

A integração da assistente é a primeira feita com uma companhia externa.

Foto: © Windows.via ccm

sábado, 5 de setembro de 2015

LinkedIn atualiza serviço de mensagens

LinkedIn atualiza serviço de mensagens
LinkedIn atualiza serviço de mensagens
Rede social renova o serviço de mensagens e cria novo design.

A tarefa de trocar mensagens por meio do LinkedIn não é uma das mais fáceis. A empresa disponibilizou a ferramenta na rede social, no entanto, enfrenta certas barreiras com o recurso. Para tentar resolver esse impasse, a companhia anunciou que fará mudanças nessa área.

Segundo informações da companhia, as atualizações chegarão aos aplicativos e a plataforma para internet em breve. O design será semelhante ao Messenger, do Facebook, o que significa que envio de GIFs, stickers, fotos e documentos poderão ser enviados através do atalho.

Além dessas mudanças, o usuário também conseguirá conversar com um grupo de pessoas e até realizar conferências. Vale lembrar que as mudanças chegarão primeiramente na língua inglesa.

Foto: © LinkedIn.via CCM

quarta-feira, 29 de julho de 2015

LinkedIn quer reduzir volume de spam enviado para o seu e-mail

LinkedIn quer reduzir volume de spam enviado para o seu e-mail
O LinkedIn anunciou na segunda-feira (27) novas soluções para reduzir o volume de e-mails enviados aos seus usuários. A medida é uma das mais pedidas pelos membros da rede social, que reclamam não só do número de mensagens mas também da irrelevância de seus conteúdos, que viram spam. 
LinkedIn pretende reduzir o volume de e-mails enviados a usuários (Foto: Reprodução/LinkedIn)LinkedIn pretende reduzir o volume de e-mails enviados a usuários (Foto: Reprodução/LinkedIn)
E-mail semanal
Para diminuir a quantidade de mensagens enviadas sem sacrificar dados importantes, o LinkedIn irá reunir em um único e-mail semanal informações sobre um mesmo assunto. Esta tática será usada, por exemplo, para usuários que recebem vários convites ou são membros de muitos grupos.
Segundo o LinkedIn, estes esforços já permitiram reduzir em 40% o total de e-mails enviados, o que cortou pela metade as reclamações dos usuários. Entretanto, a outra metade segue reclamando.
Você decide o que recebe
A rede social também lembra que as configurações de e-mail podem ser editadas pelos usuários a qualquer momento. É possível escolher quais mensagens receber e até sua frequência. Para fazer isso, basta clicar na aba “Comunicação” e, em seguida, na opção “Selecionar a frequência dos e-mails”, ajustando o que precisar.
Fonte: TechTudo.

domingo, 31 de maio de 2015

Como bloquear um membro do LinkedIn

Como bloquear um membro do LinkedIn
O LinkedIn tem um recurso para bloquear ou denunciar membros (seja por assédio ou por outras razões). Para fazê-lo, siga estes passos: 

Como bloquear um membro do LinkedIn

Comece fazendo o login da sua conta do LinkedIn e acesse o perfil da pessoa que você quer bloquear. Em seguida, clique na seta ao lado do botão para fechar a imagem do perfil do seu contato e selecione Bloquear contacto: 



Feito isso, clique em Continuar e confirme a sua escolha. 

O contato vai aparecer na sua lista de pessoas bloqueadas. 

Tradução feita por Ana Spadarivia kioskea.

terça-feira, 5 de maio de 2015

LinkedIn agrava suas perdas

LinkedIn agrava suas perdas
LinkedIn agrava suas perdas
A rede social profissional LinkedIn melhorou seu volume de negócios no primeiro trimestre, mas as perdas pioraram. 

A rede social profissional LinkedIn tem, hoje, mais de 350 milhões de membros. Em 2014, ele obteve receitas de 2,22 bilhões de dólares, ou seja, um aumento de 45% em relação a 2013. Enquanto o ano de 2013 foi concluído com um lucro líquido de 27 milhões de dólares, 2014 teve uma perda de 16 milhões. 

O início do ano continuou a ser médio para o LinkedIn. A rede social realizou, no primeiro trimestre, um volume de negócios de 638 milhões de dólares, em alta de 35% em relação ao ano passado. Em detalhes, as suas ofertas de "Talent Solutions" alcançaram receitas de 396 milhões de dólares, ou seja, um aumento de 36%. Por sua vez, as suas soluções de marketing aumentaram em 38% para um total de 119 milhões de dólares. Além disso, as assinaturas aumentaram em 28%, com uma receita de 122 milhões de dólares. No entanto, elas representam apenas 19% do volume de negócios total, contra 20% no quarto trimestre de 2014. 

Outro detalhe, é que a maior parte da receita da rede social profissional é realizada nos EUA, com uma quota de 61% das receitas totais. Em relação aos resultados, os investimentos e o desenvolvimento do LinkedIn, agravaram a situação, passando de perdas líquidas de 13 milhões, no início de 2014, para 43 milhões de dólares. 

De acordo com Steve Sordello, CFO da empresa, "o LinkedIn teve um crescimento contínuo e sólido no primeiro trimestre. A este desempenho se adicionam vários investimentos estratégicos importantes para posicionar melhor a empresa, a fim de executar o nosso roteiro a longo prazo." 

No segundo trimestre, o LinkedIn quer alcançar um volume de negócios mais importante, entre 670 e 675 milhões de dólares. Esta é uma previsão insuficiente para os investidores que sancionaram o título LinkedIn em 25%, após esta publicação. 

Foto: © LinkedIn.via kioskea.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

São mais de 20 milhões de brasileiros no Linkedin

20 milhões de usuários brasileiros no Linkedin

O Linkedin anunciou seu ranking de países com maior número de usuários. O Brasil ficou em terceiro lugar, com mais de 20 milhões de pessoas, num total de 347 milhões de usuários que já fazem parte da rede social corporativa.
À frente do Brasil na lista de países com maior número de usuários do Linkedin só estão os Estados Unidos e a Índia.

O Linkedin foi lançado na Brasil em 2010, altura em que também foi traduzido para português. Mas o crescimento da rede social que junta profissionais de diversas áreas teve um rápido crescimento: em 2012 já passava a marca dos 10 milhões de usuários; no ano seguinte, já eram mais de 15 milhões.

De acordo com os dados divulgados pela rede social, o perfil dos usuários brasileiros diversificou-se bastantes desde 2010. Ao início, o Linkedin era mais usado por profissionais das áreas de TI e de Telecomunicações.

Atualmente, essa realidade alargou-se e já estão presentes profissionais de várias áreas, como Recursos Humanos Saúde, Marketing ou Educação. A participação das mulheres também aumentou neste período de tempo, passando de 31% para 45% de profissionais brasileiras na rede.



Fonte: MSN Notícias - Ciência e Tecnologia

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

LinkedIn chega aos 20 milhões de usuários brasileiros

LinkedIn chega aos 20 milhões de usuários brasileiros
LinkedIn chega aos 20 milhões de usuários brasileiros
Mais de 20 milhões de perfis brasileiros: Esse é o número que o LinkedIn atingiu, segundo anúncio realizado neste segunda-feira, 09, pela empresa. Com isso, a rede social voltada para o perfil profissional colocou o País em terceiro lugar em números de usuários, ficando atrás apenas de Estados Unidos e Índia. 

O serviço foi traduzido para o português em 2010 e nessa época o LinkedIn começou a trabalhar seu crescimento no Brasil. Em 2012, a rede possuía 10 milhões de participantes. Já no final do ano seguinte, somavam-se 15 milhões de usuários. 

Segundo a companhia, a participação de mulheres também aumentou de forma considerável, passando de 31% para 45%. 

O LinkedIn afirma que o crescimento se deu nesses cinco anos graças à diversificação de perfis. A concentração, a princípio, estava nas áreas de Tecnologia e Telecomunicações, no entanto, ela se expandiu para profissões em outras plataformas, como Educação, Recursos Humanos e Marketing, por exemplo. 

Já do lado corporativo, as empresas brasileiras tiveram a atenção voltada para a rede social. A possibilidade de recrutamento que a ferramenta oferece, deu a ela mais de 1000 empresas como clientes, desde start-ups até grandes corporações. 
via kioskea.

Facebook e LinkedIn se unem para dar oportunidades a mulheres na área da tecnologia

MENLO PARK, Estados Unidos — O Facebook e o LinkedIn querem aumentar o número de mulheres que estudam engenharia e ciência da computação, por meio de um novo projeto anunciado na sexta-feira pelas duas empresas, que esperam que milhares de vagas de emprego no Vale do Silício — hoje dominado por homens — sejam ocupadas por mulheres no futuro.

Em uma entrevista exclusiva à agência Associated Press, a chefe de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, e o CEO do LinkedIn, Jeffrey Weiner, disseram que estão lançando um programa de educação através de tutores em universidades para tentar envolver mais mulheres na área da tecnologia e também prepará-las para serem funcionárias em suas empresas.

Apenas 15% dos funcionários do Facebook em postos relacionados à tecnologia e 31% de todos os funcionários são mulheres, de acordo com um levantamento de dados sobre a diversidade que a empresa divulgou no ano passado. No LinkedIn, as mulheres representam 17% dos funcionários de tecnologia e 39% dos profissionais em geral. A maioria das empresas do Vale do Silício apresentam dados similares.

Telle Whitney, presidente e CEO do Instituto Anita Borg, parceiro na iniciativa, comentou que uma grande diversidade no quadro de funcionários de uma empresa leva a mais inovações tecnológicas.

— Pense bem: se todo mundo que cria um produto tem a mesma aparência, você sabe que os resultados não serão tão interessantes — comentou Telle. — Nós queremos, para o bem do nosso futuro, que as mulheres se envovam em todos os projetos que pretendem mudar nossas vidas.

Sheryl Sandberg começou um diálogo internacional sobre a escassez de mulheres em posições de poder com seu livro, lançado em 2011, “Lean in: Women, work and the will to lead” (“Mulheres, trabalho e a vontade de liderar”, em tradução livre). Com sua ONG LeanIn.org, que irá fornecer uma plataforma para os grupos de apoio às estudantes, ela está pressionando as companhias de tecnologia a mudarem esse cenário pouco diverso.

— Muitos de nossos consumidores, pelo menos metade deles, às vezes mais, são mulheres — observou Sheryl. — Nós construímos um produto que dá às pessoas uma voz, e sabemos que não podemos construir um produto para o mundo, a menos que nossas equipes reflitam a diversidade das pessoas que usam esse produto.

Infelizmente, o leque de talentos está encolhendo: o percentual de mulheres inscritas em programas de graduação em ciência da computação atingiu um pico de 35% em 1985, mas, agora, é de cerca de 17%.

Weiner ressaltou que o LinkedIn precisa de equidade de gênero para atender melhor os usuários.

— Se o quadro das pessoas que constroem nossos produtos e serviços for muito limitado, isso vai levar a resultados ruins — ponderou Weiner.

Os executivos não quiseram revelar o investimento financeiro que as empresas estão fazendo no novo programa, mas as verbas estão sendo aplicadas principalmente em grupos de trabalho e nos cursos de orientação já conduzidos pela LeanIn.org. Os empresários esperam que o programa se torne global, com grupos de estudos em universidades públicas e privadas.

‘SOMOS TÃO POUCAS’
Estudante de ciência da computação da Universidade de Stanford, na Califórnia, Lea Coligado, de 21 anos, acha que ela e suas colegas podem tirar proveito do apoio e da orientação fornecida pelas mentoras, mulheres que já têm sucesso no mercado de tecnologia.

— Somos tão poucas, então, definitivamente, nos apoiamos — disse Lea. — Acho que há um estereótipo. Ele fica escondido e as pessoas não dizem em voz alta, mas ele está lá. É a ideia de que as mulheres não são muito boas em ciência da computação, e algumas pessoas usam isso para justificar por que há tão poucas de nós. É espantoso.

Prova de que essa lógica está completamente errada, Lea não é só uma ótima estudante de programação, como também adora a área em que atua.

— Programação me ensinou uma maneira muito distinta de pensar — pontuou a universitária. — Se eu tenho um problema, eu o divido em partes para resolve-lo.

Veterana na Universidade de Santa Clara, Paige Rogalski, que estuda engenharia da computação, viu o número já escasso de meninas em seu curso abandonarem a faculdade ainda no primeiro ano.

— Acho que foi por causa da intimidação — comentou ela. — Ciência da computação é um campo dominado por homens.

Ela contou que, na época em que era orientada pelo programa, ouvia comentários sexistas e questionamentos sobre sua competência. Uma vez, disseram que ela só havia sido contratada por conta de sua aparência.
— Ainda me incomoda que, como uma mulher, eu tenha que superar o preconceito e a vissão sexualizada das mulheres para que eu seja levada a sério — reclamou Lea. — Por outro lado, o comentário maldoso me fez trabalhar mais, o que fez meu esforço e meu trabalho se destacarem, e me tornei conhecida por isso.


Leia mais: http://extra.globo.com

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Facebook, Google, LinkedIn e Twitter abrem vagas no Brasil

Facebook, Google, LinkedIn e Twitter abrem vagas no Brasil
Google
Quem tem o sonho de trabalhar nas maiores empresas de internet do mundo, já pode começar a atualizar o currículo, pois Facebook, Google, LinkedIn e Twitter estão com vagas abertas aqui no Brasil. Confira as oportunidades:


Facebook

O escritório da rede social de Mark Zuckerberg localizado em São Paulo está buscando 19 profissionais para chefiar as áreas de recursos humanos e estratégia para e-commerce e varejo, além de oferecer vagas para engenheiro de software e estrategista criativo para o Instagram. Veja mais aqui.


Google 

A gigante das buscas tem duas operações no Brasil, uma localizada em São Paulo e outra em Belo Horizonte. Em São Paulo, são 11 vagas distribuídas entre os cargos de especialista em língua portuguesa, chefe de operações de qualidade do produto, engenheiro de operações e analista de crédito. Em Belo Horizonte, as duas vagas abertas são para engenheiro de software. Você pode se candidatar neste link.


LinkedIn

A rede profissional busca por quatro novos funcionários para a capital paulista. As vagas são de executivo de contas para soluções de vendas, gerente de relacionamento para pequenas e médias empresas, gerente sênior de desenvolvimento de negócios para a América Latina e especialista em educação de clientes para a América Latina. Saiba mais na página de vagas do LinkedIn.


Twitter

A rede de microblogs procura 10 profissionais para preencher as vagas do escritório em São Paulo. As vagas incluem os cargos de executivo de contas, gerente de marketing de produtos, gerente de desenvolvimento de negócios, entre outras. Confira neste link.
Boa sorte!


Matéria completa: http://canaltech.com.br

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

LinkedIn sofre golpe de phishing; hackers usam e-mail falso do suporte

LinkedIn sofre golpe de phishing; hackers usam e-mail falso do suporte
Uma ameaça de ataque phishing no LinkedIn foi detectada pela Symantec, desenvolvedora de produtos para segurança online, e anunciada na última quarta-feira (14). O novo golpe é enviado pelos hackers por um e-mail falso para os usuários, solicitando uma “atualização obrigatória de segurança” na rede social.
Novo ataque phishing no LinkedIn: pagina falsa redirecionada pelos hackers no anexo do e-mail (Foto: Divulgação/Symantec)Novo ataque phishing no LinkedIn: pagina falsa redirecionada pelos hackers no anexo do e-mail (Foto: Divulgação/Symantec)

Para roubar os dados dos usuários, os cibercriminosos forjam uma versão da página inicial do LinkedIn que deve ser acessada no anexo da mensagem. Dessa forma, ao digitar as informações, os hackers coletam as credenciais de acesso, como nome de usuário e senha da vítima.
No falso e-mail é enviado a seguinte descrição: 
“Segundo atividades irregulares sua conta do LinkedIn foi submetida para uma atualização obrigatória de segurança. O LinkedIn pode, por vezes, negar o acesso de login nos casos em que nós acreditamos que a conta pode estar comprometida. Por isso nós desenvolvemos uma nova forma de segurança para manter sua conta a salvo. Anexamos a forma neste e-mail para completar o processo. Por favor, faça o download e siga a instruções na sua tela”.
Novo ataque phishing no LinkedIn enviado por e-mail (Foto: Divulgação/Symantec)Novo ataque phishing no LinkedIn enviado por e-mail (Foto: Divulgação/Symantec)

LinkedIn, com l e i minúsculos
Dessa forma, ao acessar a página do LinkedIn com código modificado, o usuário submete seus dados aos hackers. Uma das diferenças identificadas pela empresa de segurança é o tipo da escrita da palavra LinkedIn: segundo os especialistas da Symantec, site falso utiliza a letra “L” minúscula no lugar do “i” maiúsculo ao escrever “LinkedIn”. 
Essa pequena diferença engana tanto os usuários quanto os filtros dos navegadores, que acabam não identificando a ameaça quando o arquivo em anexo, com uma página HTML, é acessado.
LinkedIn: código modificado na pagina de phishing enviado por e-mail em anexo (Foto: Divulgação/Symantec)LinkedIn: código modificado na pagina de phishing enviado por e-mail em anexo (Foto: Divulgação/Symantec)
O ataque pode ser combatido com medidas preventivas do próprio usuários, como a ativação da verificação em duas etapas da conta do LinkedIn. Dessa forma, quando o hacker tentar acessar a conta da vítima ele não poderá concluir o ataque, já que é necessário um código enviado pela rede social para o celular pessoal do usuário. Vale lembrar que o LinkedIn não costuma enviar mensagens com anexos, muito menos sem solicitação prévia.
Via Symantec, TechTudo.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Como publicar um artigo no LinkedIn

Como publicar um artigo no LinkedIn


A rede social LinkedIn é uma plataforma indispensável para e empresas. Além de ser uma rede social profissional e de apoio ao recrutamento on-line, também otimiza a visibilidade de sua sua empresa,de seu negócio ou de experiência profissional para sua rede de contatos ou leads. Isto pode ser alcançado, também, pela publicação de artigos. 

Como publicar um artigo na rede social? De que maneira os conteúdos podem ser compartilhados no LinkedIn? 

Por que usar o LinkedIn

LinkedIn é a maior rede social na interação entre os profissionais. É uma das cinco redes sociais mais utilizadas no mundo, com mais de 300 milhões de usuários. 
As duas principais utilidades das redes sociais como o LinkedIn, o Viadeo e seus concorrentes diretos são:

O recrutamento on-line que permite o contacto entre os recrutadores e os candidatos. 

A comunicação digital das empresas . É um uso que LinkedIn deseja desenvolver. Uma oportunidade para as empresas para se fazer conhecidas, mostrando a sua experiência para os seus seguidores e para o público em geral e apoiar a sua atividade comercial. Além disso, as empresas podem comunicar suas atividades e melhorar a suas presenças na web. 

Para posicionar-se como um especialista, a publicação de conteúdos em forma de artigos é uma boa maneira de obter sucesso. Este método é, ainda, raramente utilizado no LinkedIn, mas começa a se desenvolver. 

Por que publicar conteúdo no LinkedIn

As vantagens do LinkedIn

Publicar um artigo no LinkedIn pode ter várias vantagens: 

A rede social é ideal para o relacionamento BtoB. 

Os grupos permitem que você se mantenha informado dos temas influentes sobre a sua atividade ou a atividade de seus clientes. 

Os perfis de clientes ou clientes potenciais e as páginas empresariais proporcionam informação valiosa para as empresas. 

Os meios de entrar em contato são muitos: você sabe quem consultou seu perfil, pode enviar convites e descobrir clientes potenciais nos diferentes grupos. 

Além disso, o LinkedIn tem a sua própria ferramenta de estatísticas. 

Publicação de notícias profissionais

Primeiramente, LinkedIn se focou no mercado de trabalho e, em seguida, nas notícias relacionadas ao mundo profissional. Em abril de 2013, a rede social comprou Pulse, um agregador de conteúdos. 
A rede social dá cada vez mais importância às notícias compartilhadas pelos membros. Isso implica na valorização de vários aspectos: 

Abertura próxima do programa "Influenciador" para todos os membros do LinkedIn, ou seja, a possibilidade para que todos possam compartilhar conteúdos. 

Identificação dos artigos que mais provocam a interação, para propô-los em uma distribuição mais ampla ou destacá-los no agregador de conteúdos Pulse (atualmente, apenas para os membros de língua Inglesa). 

Possibilidade de se inscrever em uma empresa sem estar em sua rede, a fim de acompanhar as notícias (por meio do Twitter, por exemplo). 

Como publicar no LinkedIn

Abertura do programa "influenciador"

Ao invés de reservar o seu programa Influenciador somente para as personalidades já identificadas, LinkedIn vai dar a oportunidade a todos os membros para publicar um artigo diretamente na plataforma. 

Se um artigo envolver os leitores e for destacado pelo LinkedIn, qualquer profissional ou empresa pode tornar-se um influenciador em uma rede ou em um domínio específico. 

Vantagens: o posicionamento preferencial no Google, um eventual posicionamento como um líder de influência em temas específicos e a capacidade de abrir seu conteúdo para seus assinantes. 

Desvantagens : um conteúdo presente apenas no LinkedIn e em seu próprio site, o risco de um conteúdo menos visíveis quando a plataforma estiver aberta para todos os membros. 

Compartilhar um artigo

Vários espaços para compartilhamento de conteúdos são acessível a partir da página inicial, nos grupos em que o profissional está inscrito. 
Um artigo pode ser compartilhado a partir de uma fonte externa (por exemplo, o site da empresa, um blog pessoal, um blog de especialista, etc.). 

O LinkedIn considera os metadados do artigo e a imagem a ser compartilhados, da mesma forma que as outras redes sociais, como o Facebook. 

É, também, possível adicionar uma animação promocional. O limite é de 400 signos. Pode também incluir referências (nomes de outros profissionais, empresas, etc.). 

Nota: o compartilhamento a partir da página Inicial pode ser limitada somente à rede, duplicada no Twitter se a conta LinkedIn tiver sido vinculada ou tornada pública para todos os membros. 

Os membros de um grupo também podem compartilhar conteúdos. Cada artigo deve ser acompanhado por um título e uma descrição para acompanhar os metadados. Se tratar-se de uma publicidade ou da oferta de uma vaga é necessário realizar uma precisão. 

Os artigos também podem ser compartilhados, como uma página, na página da sua empresa. 

Compartilhar conteúdos a partir de seu próprio site

Você pode automatizar o compartilhamento de um artigo quando for publicado no seu próprio blog ou no site de sua empresa. Para fazer isso, deve-se usar as ferramentas próprias a cada sistema de gerenciamento de conteúdos. 

Algumas plataformas, como o Hootsuite, também propõem um compartimento automatizado. 

Nota: opte por uma ferramenta social que permita a adição de uma curta descrição, para personalizar o compartilhamento e adaptar-se à rede. 

Perspectivas

Além do recrutamento online, o LinkedIn é uma vitrine para as empresas, profissionais e especialistas. Isto exige a publicação de conteúdo de qualidade e o respeito das boas práticas de publicação. 

Em breve, LinkedIn abrirá para todos os membros as suas próprias ferramentas de publicação. O desafio será duplicado para os profissionais e as empresas, pois significa o domínio do uso dessas ferramentas e a criação de conteúdos de qualidade. 

Foto: © Fotolia.com
Tradução feita por Ana SpadariFonte: Kioskea.