sábado, 4 de junho de 2016

Os casemods mais legais da Computex: Capitão América, Algodão doce e +



É difícil encontrar uma comunidade mais apaixonada pelo que faz do que os case modders, que também marcaram presença na Computex 2016. Veja alguns destaques dessa área.

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Intel anuncia novos processadores da 7a geração [Computex 2016]



A Intel confirmou na Computex 2016 que a 7a geração de seus processadores da família Kaby Lake deve ser apresentada em breve ao mercado. Ela entra em produção já nas próximas semanas e, até o fim do ano, chegam às lojas.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Mito - Otimizar os Core i5 e i7 versão "K" para games

Mito - Otimizar os Core i5 e i7 versão "K" para games


Mito

Fazer um overclocking em um core i5 ou core i7 versão "K" é muito melhor do que em um modelo convencional, para os videogames.

Realidade

Falso

Explicação

Houve um tempo onde o overclocking era uma prática comum para uma série de processadores populares alcançar um desempenho próximo ao de um modelo com uma tarifa bem mais elevada, graças ao seu potencial importante em aumentar a sua frequência. Por exemplo, um Core 2 Duo E4300 cadenciado originalmente em 1.8 Ghz poderia facilmente atingir os 3 GHz executando este procedimento! 

Hoje em dia, a Intel disparou o alarme anunciando o final dessa prática e a limita, por um lado, aos seus computadores high-end e, por outro lado, obrigando a montar tudo em uma placa-mãe equipada com um chipset também high-end, para poder aproveitar desse procedimento. Para coroar essa medida, a Intel conseguiu a proeza de fazer economia com um argumento que nos obriga, na verdade, a gastar mais. 

Esta constatação, obviamente, obrigou a maior parte dos profissionais do overclocking a abandonar as plataformas modernas para tentar quebrar recordes nos hardwares mais antigos. O Overclocking tornou-se, então, essencialmente um argumento de marketing para os "gamers" enquanto que o seu interesse para este uso, na verdade, roça a fronteira do nada. 

Resultado, não espere ganhar mais de 15% na frequência sem gastar uma fortuna com o resfriamento, por exemplo, no caso de um Core i7-6700K. O processador sendo um componente secundário para os videogames, bem atrás da placa-gráfica, este mesmo ganho se traduz em uma melhoria de um 3% minúsculo do frame rate (quadros) em média nos jogos! (7% constatados em um i5-6600K). Quanto à RAM, o ganho é ainda menor quando nos divertimos em comparar barras (cartas encaixadas em conectores) às frequências de funcionamento diferentes.

via CCM

Novos processadores da Intel serão mais lentos e mais eficientes

Novos processadores da Intel serão mais lentos e mais eficientes
A informação foi divulgada em entrevista ao site norte-americano Technology Review do MIT. As razões para o problema são diversas, mas o principal nó que pode comprometer o avanço do ponto de vista da performance bruta na fabricação de processadores são os limites físicos do silício, material usado para confeccionar microchips.
Limites físicos do silício e competição pesada com tecnologias mais eficientes explicam a necessidade de se criar processadores mais econômicos, ainda que mais lentos (Foto: Divulgação/Intel)Limites físicos do silício e competição pesada com tecnologias mais eficientes explicam a necessidade de se criar processadores mais econômicos, ainda que mais lentos (Foto: Divulgação/Intel)
Atualmente, a Intel fabrica processadores de silício em um processo de manufatura de 14 nanômetros. No caso dos microchips, a medida aponta a distância que existe entre um transistor e outro produzido na pastilha. Quanto menor ela for, em tese, menor é a quantidade de energia necessária para fazer a CPU operar corretamente. 
Com isso, ao longo dos anos, tanto a AMD quanto a Intel buscaram encolher suas arquiteturas: diminuindo os nanômetros, é possível fazer com que novos processadores atinjam registros de velocidade mais altos, ainda que consumindo a mesma quantidade de energia de versões mais antigas.
Todo esse ciclo, no entanto, se desenvolve por décadas e está para terminar por causa dos limites físicos, até aqui considerados intransponíveis, de até onde se pode ir nessa miniaturização. Nas estimativas mais positivas, acredita-se que não é possível fabricar microchips baseados em silício com distâncias menores do que 5 nanômetros.
Sem poder encolher mais os processadores como forma de elevar a velocidade, a Intel terá que concentrar o desenvolvimento em outras frentes, como a eficiência energética.
Menor consumo
Outro fator importante para compreender a motivação da Intel em colocar o pé no freio e encarar os novos ciclos de processadores sob uma perspectiva de eficiência energética está na concorrência pesada que seus produtos começam a sentir de CPUs construídas com design ARM, extremamente econômicas.
Associados com dispositivos menos poderosos, e com celulares e tablets, processadores ARM já começam a se tornar opções viáveis em servidores. Nesse tipo de mercado, quanto menos energia um processador consome, mais atraente se torna para os grandes compradores.
Você deve se preocupar?
Para quem usa computadores para lazer e navegar na Internet, as preocupações devem ser mínimas. No fundo, o ritmo de desenvolvimento menos acelerado em termos de performance pode significar menor necessidade de upgrades.
Outro reflexo positivo para o usuário comum é o fato de que processadores que gastam menos serão mais amigáveis com a bateria do notebook, smartphone e tablet.
Saídas para o futuro
Foco no aumento da eficiência em detrimento da performance pode significar o fim da necessidade dos upgrades constantes (Foto: Divulgação/Intel)Foco no aumento da eficiência em detrimento da performance pode significar o fim da necessidade dos upgrades constantes (Foto: Divulgação/Intel)
O grande problema de processadores que ficam mais lentos a cada ano, e não mais rápidos, são impactos sensíveis no desenvolvimento tecnológico como um todo, já que sem poder extra de processamento, criadores de software e de novos projetos acabam limitados em seus ciclos.
Para evitar esse cenário, há uma grande quantidade de pesquisas no mundo todo em busca do substituto do silício como matéria-prima para a fabricação de processadores. Materiais como grafeno, germânio, além de outras ideias exóticas que envolvem carbono e nanotubos, são consideradas para o futuro.
Fonte: TechTudo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Intel apresenta robô na CES 2016

Intel apresenta robô na CES 2016
Intel apresenta robô na CES 2016
Empresa mostra durante feira de tecnologia novo hoverboard que pode virar um robô.

Intel apresentou na CES deste ano uma versão de hoverboard.

O veículo individual de duas rodas, desenvolvido em parceria com a Ninebot e a Segway, pode agora ser transformado em um robô.

Segundo a Intel, que costuma chamar o aparelho de "transportador pessoal", a novidade do dispositivo trará muitos benefícios aos usuários.

O equipamento consegue realizar, no modo robô, tarefas dentro da residência, além de atender os convidados do usuário na porta.

Ele também pode transmitir vídeos, seguir o proprietário e até mesmo expressar emoções em seu display.

O veículo usa a tecnologia Real Sense que serve para reconhecer vozes e identificar o que há no local onde ele se encontra.

A novidade deverá chegar ao mercado no segundo semestre deste ano juntamente com um kit para desenvolvedores, que ajudarão a melhorar o equipamento e a criar novas ferramentas de uso.


Foto: © Thevergevia ccm

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

1º smart Positivo com processador Intel

1º smart Positivo com processador Intel
1º smart Positivo com processador Intel
Além do design, aparelho chama atenção pela memória interna de 8 GB.

Com a possibilidade de expansão para até 32 GB, via cartão microSD, um novo smartphone da Positivo se destaca, além de vir com uma memória interna de 8 GB, pelo processador Intel® Atom™ x3 (Dual-Core).

Conhecido como Positivo First S410, o aparelho chama atenção pelo design, já que conta com uma textura suave e possui acabamento todo na cor preta.

Custando cerca de R$ 399, o equipamento tem um visual destinado aos que se interessam por design e estilo, de acordo com o gerente de Mobilidade da empresa, Cristiano Carvalho de Freitas. O executivo também destaca que, em comparação com outros smarts de mesmo preço, o First fica à frente, uma vez que traz uma oferta maior de memória.

Entre as especificações técnicas estão uma tela de 4 polegadas WVGA com resolução de 800 x 480 pixels, bem como câmeras traseira e frontal que acompanham recursos de modo de cena, detecção de rosto, HDR e embelezamento facial. Dual chip, o aparelho, que conta com sistema operacional Android Lollipop, é compatível com as redes 3G, Wi-Fi e Bluetooth 4.0.

Foto: © Positivo.via ccm

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Dell lança laptops com Intel 6ª geração

Dell lança laptops com Intel 6ª geração
Dell lança laptops com Intel 6ª geração
Notebooks são os primeiros da marca a apresentarem chips Intel da 6ª geração no Brasil.

A linha de notebooks XPS 13 da Dell acaba de receber uma atualização. Os aparelhos ultrafinos da empresa, que serão vendidos no Brasil, ganharam uma edição com um processador Intel de 6ª geração.

Com isso, os consumidores poderão contar com duas novas versões do XPS 13. A primeira, considerada a mais "barata", chega um processador Intel Core i5-6200U, além de também apresentar 128 GB de armazenamento em SSD. O modelo pode ser encontrado por R$ 8,5 mil.

Já a segunda versão, que é mais avançada, oferece 256 GB de armazenamento em SSD mais um chip Core i7-6500U. O valor da máquina chega a R$ 9,6 mil.
Os notebooks ainda dispõem do Windows 10, GPU integrada Intel HD Graphics 5500 e 8 GB de memória RAM.

Vale lembrar que os novos XPS 13 contam com processadores que distribuem desempenho gráfico até 30% superior em comparação a 5ª geração da Intel.

Foto: © Dell.via ccm

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Como atualizar seu PC para a nova plataforma Intel Skylake

Como atualizar seu PC para a nova plataforma Intel Skylake
O seu velho PC de desktop está ficando sem espaço para os aplicativos recentes? Você está pensando em atualizá-lo para uma plataforma mais moderna e eficaz. Por que não aproveitar o lançamento da nova família de processadores da Intel? Ao contrário do notebook que tem uma configuração fixa, os componentes básicos de um PC de desktop podem ser alterados sem precisar trocar todas as peças. Na verdade, a sua unidade, a sua caixa de alimentação, o seu disco rígido e óptico, assim como seus cartões de extensão de memória podem guardar os seus lugares na sua nova configuração, te ajudando a fazer reais economias. 


  • Escolha um kit de atualização adequado
    • A placa-mãe
    • A memória viva
    • O processador
  • Veja também: Intel

Escolha um kit de atualização adequado

Este kit será composto de uma placa-mãe, de um processador e, eventualmente, de barras dememória viva (RAM), se o seu PC for mais antigo. Você pode manter todos os seus discos e cartões conectados em SATA, PCI e PCI-Express. Os componentes muito antigos, de mais de 10 anos, conectados em AGP e PATA (cabos IDE) deveriam ser abandonados. 

A placa-mãe

Você deve escolher uma placa-mãe de marca Biostar, MSI, ASRock, Gigabyte ou Asus disponível nas melhores lojas de alta tecnologia. Ela deve ser compatível com o soquete 1151 dos processadores Intel Skylake e deve ser de um formato adaptado a sua unidade (micro-ATX em uma torre mini ou média ou ATX em uma torre de grande formato). Todas têm um chip para o som e a rede com uma tomada para ligar o seu cabo ethernet e, pelo menos, uma saída de vídeo para conectar a sua tela. Além de uma conexão ainda mais completa nos modelos de gama alta, vários chipsets propostos oferecem funcionalidades diferentes, conforme as necessidades de cada um: H110 que é o modelo básico suficiente para uma configuração leve dedicada à multimídia, burótica/internet e computação gráfica; B150 que permite explorar plenamente as placas gráficas mais recentes e poderosas, graças ao seu suporte de PCI-Express v3.0; H170permitindo, além do acima referido, a configuração RAID de vários discos rígidos, além de utilizar a função de Caching da Intel, que permite a combinação de um disco rígido e de uma unidade SSD; Z170 que, além do acima referido, permite usar a função SLI do NVIDIA ou Crossfire do AMD (dependendo do modelo da placa-mãe), ou seja, fazer funcionar várias placas gráficas ao mesmo tempo. Também permite o aumento da frequência (overclocking) dos processadores Core i5-6600K e Core i7-6700K. 

A memória viva

Oficialmente, um processador Skylake suporta a memória DDR4 com uma tensão de 1,2V e DDR3L de 1,35V. É possível instalar o DDR3 tradicional, mas, a longo prazo, e devido a uma tensão mais alta, ele pode causar o desgaste prematuro do processador. Melhor, então, é escolher os modelos 1.5V (menos mal em comparação ao 1.65V). Tenha cuidado para não confundir o formato das barras DIMM de um PC de desktop com o SO-DIMM de um notebook. Sempre comprar suas barras de memória por pares idênticos para desfrutar dos ganhos do dual channel. Em relação à quantidade, 4 GB para a burótica/internet e multimídia leve, 8 GB para jogos de vídeo gananciosos, 16 ou 32 GB para computação gráfica pesada (sobretudo a montagem de vídeo). Há placas-mãe compatíveis com DDR4 ou DDR3, a escolha entre os dois não é muito decisiva, ao contrário do que se possa pensar. Cuidado com os modelos que oferecem os dois tipos ao mesmo tempo mas, que não permitem o seu uso simultâneo!

O processador

Todos os modelos da família Skylake têm um chip gráfico integrado capaz de exibir gráficos tradicionais, a não ser que você queira exibir gráficos mais complexos em 3D. Ele vem com um refrigerador integrado, exceto nos modelos com referência 6.600K e 6.700K, o fabricante estimando, e com razão, que é preciso uma dissipação de calor mais eficaz depois desses processadores serem "overclockados". 

Pentium G série 4.000: para uso de burótica/internet e multimídia leve incluindo videogames associados a uma placa gráfica do tipo GTX950 ou R9 270X. 
Core i3 série 6.000: para uso de multimídia incluindo videogames com uma GTX960 ou R9-380. 
Core i5 série 6.000: muito versátil, videogames com uma GTX970/980 ou R9-390. 
Core i7 série 6.000: videogames com uma GTX980Ti ou R9 Fury X. Computação gráfica pesada, se você não tiver condições financeiras para ir para uma plataforma de soquete 2011-3, mais adequada para este uso.


Fonte: CCM

domingo, 13 de setembro de 2015

Skylake: conheça todas as diferentes linhas dos novos processadores da Intel

Skylake: conheça todas as diferentes linhas dos novos processadores da Intel

A nova arquitetura Skylake estará dividia em quatro famílias, cada uma com um propósito diferente, o que influi nas capacidades de cada processador. Abaixo, você conhece quais são essas famílias e fica por dentro de que tipo de produto deverá contar com os representantes de cada uma delas.
Intel aposta pesado em processadores mais econômicos e adaptados para dispositivos móveis (Foto: Divulgação/Intel)Intel aposta pesado em processadores mais econômicos e adaptados para dispositivos móveis (Foto: Divulgação/Intel)
Skylake-Y
Os processadores dessa linha são dedicados a notebooks e são tão específicos para dispositivos móveis que a Intel decidiu criar toda uma nova nomemclatura para essa linha: em vez de Core i3, i5 e i7, por exemplo, os Skylake-Y serão chamados de Core m3, m5 ou m7. Até o momento, a Intelrevelou cinco modelos Y: um Pentium, um Core m3, dois Core m5 e um Core m7.
Com baixa dissipação de energia (apenas 8 watts), esses processadores não precisam de sistemas de refrigeração ativa, o que significa que poderiam ser aplicados em smartphones e tablets.
Além de pouco apetite, os processadores Core m usam todos a mesma GPU HD Graphics 515, com pequenas diferenças de performance em favor do m7. Enquanto ela roda a 850 MHz no m3, pode chegar a 1000 MHz no Core m7. Segundo a Intel, esses processadores são capazes de levar um dispositivo como o iPad Air 2 por até 10 horas de uso.
Skylake-U
Aumento considerável no rendimento das GPUs embutidas permite Intel garantir suporte a resoluções 4K em seus produtos (Foto: Laura Martins/TechTudo)Aumento considerável no rendimento das GPUs embutidas permite Intel garantir suporte a resoluções 4K em seus produtos (Foto: Laura Martins/TechTudo)
A letra U denúncia a vocação dessa linha de processadores, voltada para os ultrabooks. Mais poderosos que os processadores Y, também se destacam pelo baixo consumo de energia. São 14 versões diferentes, divididas entre cinco Core i7, seis i5, dois i3 e um Pentium.
Todos os processadores Skylake-U são dual-core, seguindo o padrão usado nos antecessores da arquitetura Broadwell.
Os processadores mais poderosos dessa linha dissipam 28 watts e usam GPU Iris Graphics 550. Contam também com clock em 2.2 GHz, que pode se acelerado até 3.4 GHz, dependendo da versão. As versões menos fortes liberam menos calor e rodam a velocidades que batem a casa dos 3.0 GHz.
Skylake-H
Os processadores dessa série são dedicados a notebooks mais parrudos para games e workstations. São processadores top de linha no que diz respeito ao poder de processamento, mas que podem deixar a desejar em termos de consumo de energia. As principais versões são Core i7 com quatro núcleos, acompanhados de GPUs HD Graphics 530, com direito a Hyper Threading.
Intel apresentou esses processadores valorizando o fato de que eles possuem recursos otimizados para o Windows 10, principalmente para tirar partido do uso da assistente Cortana e do Windows Hello.
No total, são sete processadores: quatro Core i7 (com velocidade máxima de 3.8 GHz), dois Core i5 quad-core e um Core i3 dual core.
Skylake-H (Xeon)
Com a nova arquitetura, a Intel traz para os notebooks e workstations os processadores Xeon, que até então eram mais comuns em servidores. São quatro versões, todas quad-core e com performance bastante semelhante, começando em 2 GHz para o modelo mais fraco e chegando a 2.9 GHz no top de linha.
Skylake-S
Todos os processadores da arquitetura Skylake são construídos em manufatura de 14 nanômetros (Foto: Divulgação/Intel)Todos os processadores da arquitetura Skylake são construídos em manufatura de 14 nanômetros (Foto: Divulgação/Intel)
A linha S de processadores é voltada para os desktops. Com alguns modelos já disponíveis no mercado, ela mistura uma série de produtos, que vão das versões para entusiastas a CPUs convencionais, para os mais variados tipos de consumidor.
No total, foram anunciados 10 modelos. Dos poderosos Core i7 6700K (quatro núcleos e clock começando em 4 GHz), até os modestos Pentium G4400T (dual-core com clock a 2.9 GHz).
Se você está interessado em montar um novo computador, e cogita processadores de última geração da Intel, você terá que optar por algum dos produtos dessa linha.
Via Intel, TechTudo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Lembra do botão Turbo no PC antigo? Intel quer trazer ele de volta

Lembra do botão Turbo no PC antigo? Intel quer trazer ele de volta
Intel pretende ressuscitar o botão Turbo, que era comum em computadores mais antigos, com os novos processadores Skylake. O botão poderá voltar em notebooks a serem lançados no fim do ano, com as versões mais poderosas dos novos Core i. As informações foram reveladas pela Intel para o site da PC World.
A ideia é que o botão facilite a vida de quem quer ganhar mais desempenho fazendo do overclock algo mais acessível e rotineiro, possível a partir de um simples toque de botão. Segundo a PC World, a Intel espera que os fabricantes implementem a opção Turbo em um formato de “aperte para overclock” com a chegada dos primeiros notebooks com Skylake-K, ainda no fim deste ano.
Botão Turbo deve voltar com nova geração de processadores da Intel (Foto: Wikipedia/Domínio Público)Botão Turbo deve voltar com nova geração de processadores da Intel (Foto: Wikipedia/Domínio Público)

Como ainda não se sabe as especificações das versões para notebooks dos processadores Skylake, não é possível estimar os ganhos que a volta do "Turbo" trará aos usuários. Contudo, tendo em vista que as CPU da empresa dispõe de aceleramento embutido, na forma do Turbo Boost, é possível que o botão garanta ganhos de performance interessantes, especialmente para quem joga.
Em computadores antigos, como os 486, o botão servia para ajustar o clock do processador de acordo com a necessidade, em um recurso criado para aumentar a compatibilidade da máquina com programas antigos. O que acontecia é que o botão alternava a velocidade do processador entre estado mais lento (underclock), normal (velocidade padrão de 66 MHz) e modo turbo, em que o computador ganhava mais desempenho.
Na época, alguns programas e jogos antigos rodavam rápido demais em computadores mais novos (jogos usavam a frequência do processador para temporizar ações na tela, quanto mais frequência, mais rápido o jogo ficava). 
Para melhorar a experiência de uso, ao usar o Turbo para diminuir a velocidade do computador, os jogos e programas rodavam em ritmo normal. Daí vem a lenda urbana de que o botão Turbo servia para deixar o computador mais lento.
Via PC World, TechTudo.

domingo, 16 de agosto de 2015

Vale a pena comprar um notebook com o novo processador ‘top’ Xeon?

Vale a pena comprar um notebook com o novo processador ‘top’ Xeon?
Na última segunda-feira (10), a Intel anunciou de forma tímida que ia lançar processadores Xeon para notebooks. A linha é reconhecida pelo seu alto desempenho, sendo adotada em estações de trabalho e tendo seu uso mais comum em servidores. Mas será que vai valer a pena investir em dispositivo portátil com a CPU? Confira.
Ainda não se tem muitos detalhes do Intel Xeon que virá nos notebooks (Foto: Divulgação/Intel)Ainda não se tem muitos detalhes do Intel Xeon que virá nos notebooks (Foto: Divulgação/Intel)
A primeira coisa que tem que ser pensada é que os processadores Xeon não são projetados para iniciantes. A ideia por trás da linha sempre foi ser um ponto fora da curva, oferecendo maior desempenho do que os outros chips da Intel.
Tirando o pessoal entusiasta, é muito difícil ver um PC de uso pessoal com um Xeon. Seu uso mais comum é em aplicações que demandam uma capacidade maior de processamento, como em servidores. Um dos pontos que contribuem para isso é a tecnologia diferenciada, como ser capaz de gerenciar uma maior quantidade de memória RAM.
Notebook da Lenovo com novo processador deve chegar até o final do ano (Foto: Divulgação/Lenovo)Notebook da Lenovo com novo processador deve chegar até o final do ano (Foto: Divulgação/Lenovo)
O modelo para notebooks será o Xeon E3 1500M v5, fabricado no processo 14 nm. Ele contará com suporte a Thunderbolt 3, e algumas tecnologias de proteção de hardware e correção de erros. Ainda não foi divulgado informações importantes como clock e quantidade de núcleos.
A primeira fabricante a anunciar notebooks com o novo processador foi a Lenovo. Os ThinkPads P50 e P70 têm configuração robusta e, como já era esperado, preço nada convidativo: o mais barato sai por mais de R$ 5 mil, na conversão direta e sem impostos. Os modelos devem chegar aos EUA até o final do ano. 
Afinal, vale a pena?
Se você é um usuário casual, que usa PC apenas para navegar na internet e para trabalhar com programas leves, como editores de texto, esqueça: notebooks com processador Xeon não são para você.
Mesmo para quem utiliza o PC para jogos, notebooks com o novo processador podem ser considerados um investimento desnecessário. Hoje há opções satisfatórias no mercado e com um preço melhor. 
Agora se você trabalha com programas pesados, como renderização de vídeo ou modelagem 3D pode considerar um modelo com o novo processador.
Entretanto, é preciso levar em consideração a bateria. Quem compra um notebook não quer viver com ele plugado à tomada, não é mesmo? Por isso, é necessário esperar como o processador vai se comportar, já que por ser de alto desempenho a tendência é que ele consuma mais energia e tenha o tempo de autonomia prejudicado.
via TechTudo.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Novos processadores Core i5 e i7, 'top' para games, chegam ao mercado

Novos processadores Core i5 e i7, 'top' para games, chegam ao mercado
Intel lançou a sexta geração de seus processadores Core i nesta quarta-feira (5). Durante a Gamescom, feira de games realizada na Alemanha, a gigante dos semicondutores apresentou os novos Core i5 6600K e Core i7 6700K. Ambos fazem parte da nova arquitetura Skylake, que usa processo de manufatura de 14 nanômetros e são voltados para máxima performance, garantindo aos usuários suporte a overclocks (assim como todos os processadores Intel com a letra K no nome).
Nos próximos dias, Intel vai liberar mais informações sobre a arquitetura e anunciar o lançamento das outras versões dos Core i Skylake (Foto: Divulgação/Intel)Nos próximos dias, Intel vai liberar mais informações sobre a arquitetura e anunciar o lançamento das outras versões dos Core i Skylake (Foto: Divulgação/Intel)
Mesmo quem decidir se contentar com o desempenho de fábrica não terá do que se queixar. Ambos quad-core, os processadores usam clocks bastante elevados em suas configurações padrão. O Core i5 pulsa a 3.5 GHz, enquanto que o irmão mais poderoso roda a 4 GHz. Vale lembrar que esses novos processadores funcionam com um novo soquete, o LGA1151.
Em relação à família anterior de processadores da Intel, a Broadwell, os saltos de performance são bastante relevantes, embora a comparação não seja justa, já que a arquitetura anterior tinha mais foco em eficiência energética do que em performance bruta.
Se a comparação com os Broadwell não é justa pela ausência de versões desses processadores voltadas para os gamers, a comparação com as versões gamers da quarta geração de processadores Core i mostram o quanto a Intel tem sofrido para manter o ritmo da Lei de Moore: na comparação com os Haswell-E, lançados no ano passado, o ganho de performance é de apenas 10%.
Em todo caso, vale lembrar que essa margem, que parece pequena, pode ser ampliada sensivelmente em situações de aceleração do hardware. Relatos de testes iniciais dos novos processadores mostram que, com relativa facilidade, é possível fazer os novos Core i Skylake rodarem a 5 GHz. Outras vantagens evidentes estão nas GPUs Iris, embarcadas nos processadores, e que representam uma evolução considerável perante as versões anteriores.
A chegada da nova geração dos processadores da Intel veio acompanhada do novo chipset Z170, desenvolvido para dar suporte aos Skylake. O grande destaque da nova plataforma é o suporte nativo ao padrão DDR4 de memória RAM, algo que deve contribuir sensivelmente para a popularização das novas memórias, favorecendo a redução de preço dos módulos atuais. Entre outros aprimoramentos, o chipset agora suporta 10 portas USB 3.0.
Já disponíveis em alguns países, os processadores estão sendo comercializados por preços que giram na casa dos US$ 243 (R$ 848, em conversão direta) para o i5 e US$ 350 (R$ 1222) para o i7.
Fonte: TechTudo.

Intel revela chips da família Skylake

Intel revela chips da família Skylake
Intel revela chips da família Skylake
Chips i7-6700K e i5-6600K são os primeiros chips da nova geração de processadores da marca.

Intel anunciou a chegada dos primeiros processadores da linhaSkylake. Os modelos que compõem a sexta geração de chips da empresa são o Core i7-6700K e o Core i5-6600K. 

Os dois chips são quad-core e possuem desbloqueios. Além disso, eles também contam com uma tecnologia com transístores menores, que permite mais potência, e compartilham o mesmo valor de TDP: 91 W.

Tais características indicam que o público-alvo dessa vez serão os apaixonados em montar PCs para games e overclockers.

Os processadores ainda contam com capacidade para memórias DDR4-2133 MHz e DDR3L-1600 MHz.

Foto: © Intel.via http://br.ccm.net/news/

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Intel lança minicomputador com Ubuntu

Intel lança minicomputador com Ubuntu
Intel lança minicomputador com Ubuntu
A Intel lançou o seu Compute Stick equipado com Ubuntu. Seu desempenho e preço são inferiores ao que utiliza o Windows. 

Os minicomputadores do tamanho de um drive flash estão na moda. Algumas empresas optam pelo Windows, enquanto que o Chromebit do Google usa o Chrome OS. 

A Intel lançou em janeiro seu próprio terminal, o Intel Compute Stick. Em seguida, falou-se de em duas versões que estariam disponíveis, uma com o sistema operacional da Microsoft e outra com o Ubuntu. O modelo equipado com o Windows 8.1 já está há várias semanas à venda e, depois de atrasar o lançamento de um outro modelo, a versão do Intel Compute Stick equipada com a distribuição Linux acaba de chegar ao mercado,informa o Portal es,ccm.net

Este dispositivo inclui a versão 14.04 LTS de 64 bits do Ubuntu e o seu desempenho é inferior ao modelo equipado com o Windows. Ele funciona com 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno, em comparação com os 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno de seu antecessor. Mark Murphy, diretor da Canonical (empresa do Ubuntu), explica no ZDNet que isso acontece porque o sistema operacional precisa de menos requisitos para rodar. 

As outras especificações são semelhantes em ambos os modelos: processador Intel Atom Z3735F de quatro núcleos de 1,33 GHz, WiFi e conectividade Bluetooth, USB, HDMI e porta para cartões microSD. 

O Intel Compute Stick com Ubuntu já é vendido nos EUA por 110 dólares (99,5 euros). 

Foto: © Creative Commons - Flickr: Intel in Deutschland.via kioskea.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Notebook com processador Intel Core i7 de 5ª geração

Super leve, notebook Ultra Slim da LG é veloz e prático
Leveza, espessura fina e processador veloz. Essas três características fazem do notebook Ultra Slim de 14 polegadas da LG (modelo 14Z950) um dos mais interessantes da atual geração da marca. Pesando 980 g e com 13,4 mm de espessura, laptop possui uma tela Full HD que permite que o usuário veja filmes e séries com uma qualidade visual avançada. 


O desempenho da 5ª geração do processador Intel Core i7 é outro atrativo do notebook Ultra Slim. O modelo também tem memória RAM de 4 GB, com capacidade de expansão de até 8 GB, e capacidade de armazenamento de 128 GB. 

Além disso, o notebook possibilita que o usuário inicie o sistema com apenas a abertura do laptop. Isso reduz o tempo de espera para apenas 4,8 segundos, segundo a empresa.

Outra função do Ultra Slim é a função de leitura, que muda a tonalidade da tela para proporcionar a sensação de ler em um papel. O notebook da LG roda o Windows 8.1 e está disponível no Brasil nas lojas credenciadas pela marca por 3.999 reais.

Fonte: EXAME.com Tecnologia

domingo, 7 de junho de 2015

A Intel visa o fim do USB

A Intel visa o fim do USB
A Intel visa o fim do USB
Intel inova no âmbito do seu Thunderbolt 3 que visa denegrir o USB. Um grande desafio para a empresa. 

Para a Intel, a Computex é a ocasião para anunciar seus novos rumos em matéria de desenvolvimento. Em 2015, o Thunderbolt 3 é uma virada para a Intel, que adota o padrão USB-C (USB tipo C) em seu conector multifunção. Assim, os usuários do Thunderbolt 3 poderão combinar a simplicidade do USB-C e a capacidade de transferência de alta velocidade da tecnologia da Intel, que chega a 40 Gb/s, segundo dados fornecidos pela Intel. 

A promessa feita pela Intel no salão de Taiwan é acabar com os inúmeros cabos de conexão e de alimentação presentes nos escritórios e casas dos usuários de dispositivos eletrônicos. Laptops, dispositivos móveis e tablets poderiam assim ser interligados facilmente com um formato USB-C universal, ultra fino, como indicado em nossa foto, e reversível (não é mais preciso verificar a direção do plugue). Fim desse quebra-cabeças graças ao Thunderbolt 3. O conector fornece uma velocidade de conexão extraordinária, assim como conexões para telas Ultra HD, uma conexãoEthernet de 10 GB e energia suficiente de 100 W para dispositivos e periféricos. 

Entre todos estes dispositivos conectáveis, a grande esperança está na conexão de objetos conectados. A fineza dos cabos USB-C permite a integração do padrão no design dos objetos conectados. O desafio é grande: substituir o padrão USB. A Nokia, a Apple, o Google e outros gigantes da alta tecnologia parecem estar prontos par dar este passo. Resta ver como os usuários reagirão à saída, no final do ano, dos primeiros produtos compatíveis. 

Foto: © Intelvia kioskea.