sábado, 4 de junho de 2016

Os casemods mais legais da Computex: Capitão América, Algodão doce e +



É difícil encontrar uma comunidade mais apaixonada pelo que faz do que os case modders, que também marcaram presença na Computex 2016. Veja alguns destaques dessa área.

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Intel anuncia novos processadores da 7a geração [Computex 2016]



A Intel confirmou na Computex 2016 que a 7a geração de seus processadores da família Kaby Lake deve ser apresentada em breve ao mercado. Ela entra em produção já nas próximas semanas e, até o fim do ano, chegam às lojas.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Mito - Otimizar os Core i5 e i7 versão "K" para games

Mito - Otimizar os Core i5 e i7 versão "K" para games


Mito

Fazer um overclocking em um core i5 ou core i7 versão "K" é muito melhor do que em um modelo convencional, para os videogames.

Realidade

Falso

Explicação

Houve um tempo onde o overclocking era uma prática comum para uma série de processadores populares alcançar um desempenho próximo ao de um modelo com uma tarifa bem mais elevada, graças ao seu potencial importante em aumentar a sua frequência. Por exemplo, um Core 2 Duo E4300 cadenciado originalmente em 1.8 Ghz poderia facilmente atingir os 3 GHz executando este procedimento! 

Hoje em dia, a Intel disparou o alarme anunciando o final dessa prática e a limita, por um lado, aos seus computadores high-end e, por outro lado, obrigando a montar tudo em uma placa-mãe equipada com um chipset também high-end, para poder aproveitar desse procedimento. Para coroar essa medida, a Intel conseguiu a proeza de fazer economia com um argumento que nos obriga, na verdade, a gastar mais. 

Esta constatação, obviamente, obrigou a maior parte dos profissionais do overclocking a abandonar as plataformas modernas para tentar quebrar recordes nos hardwares mais antigos. O Overclocking tornou-se, então, essencialmente um argumento de marketing para os "gamers" enquanto que o seu interesse para este uso, na verdade, roça a fronteira do nada. 

Resultado, não espere ganhar mais de 15% na frequência sem gastar uma fortuna com o resfriamento, por exemplo, no caso de um Core i7-6700K. O processador sendo um componente secundário para os videogames, bem atrás da placa-gráfica, este mesmo ganho se traduz em uma melhoria de um 3% minúsculo do frame rate (quadros) em média nos jogos! (7% constatados em um i5-6600K). Quanto à RAM, o ganho é ainda menor quando nos divertimos em comparar barras (cartas encaixadas em conectores) às frequências de funcionamento diferentes.

via CCM

Novos processadores da Intel serão mais lentos e mais eficientes

Novos processadores da Intel serão mais lentos e mais eficientes
A informação foi divulgada em entrevista ao site norte-americano Technology Review do MIT. As razões para o problema são diversas, mas o principal nó que pode comprometer o avanço do ponto de vista da performance bruta na fabricação de processadores são os limites físicos do silício, material usado para confeccionar microchips.
Limites físicos do silício e competição pesada com tecnologias mais eficientes explicam a necessidade de se criar processadores mais econômicos, ainda que mais lentos (Foto: Divulgação/Intel)Limites físicos do silício e competição pesada com tecnologias mais eficientes explicam a necessidade de se criar processadores mais econômicos, ainda que mais lentos (Foto: Divulgação/Intel)
Atualmente, a Intel fabrica processadores de silício em um processo de manufatura de 14 nanômetros. No caso dos microchips, a medida aponta a distância que existe entre um transistor e outro produzido na pastilha. Quanto menor ela for, em tese, menor é a quantidade de energia necessária para fazer a CPU operar corretamente. 
Com isso, ao longo dos anos, tanto a AMD quanto a Intel buscaram encolher suas arquiteturas: diminuindo os nanômetros, é possível fazer com que novos processadores atinjam registros de velocidade mais altos, ainda que consumindo a mesma quantidade de energia de versões mais antigas.
Todo esse ciclo, no entanto, se desenvolve por décadas e está para terminar por causa dos limites físicos, até aqui considerados intransponíveis, de até onde se pode ir nessa miniaturização. Nas estimativas mais positivas, acredita-se que não é possível fabricar microchips baseados em silício com distâncias menores do que 5 nanômetros.
Sem poder encolher mais os processadores como forma de elevar a velocidade, a Intel terá que concentrar o desenvolvimento em outras frentes, como a eficiência energética.
Menor consumo
Outro fator importante para compreender a motivação da Intel em colocar o pé no freio e encarar os novos ciclos de processadores sob uma perspectiva de eficiência energética está na concorrência pesada que seus produtos começam a sentir de CPUs construídas com design ARM, extremamente econômicas.
Associados com dispositivos menos poderosos, e com celulares e tablets, processadores ARM já começam a se tornar opções viáveis em servidores. Nesse tipo de mercado, quanto menos energia um processador consome, mais atraente se torna para os grandes compradores.
Você deve se preocupar?
Para quem usa computadores para lazer e navegar na Internet, as preocupações devem ser mínimas. No fundo, o ritmo de desenvolvimento menos acelerado em termos de performance pode significar menor necessidade de upgrades.
Outro reflexo positivo para o usuário comum é o fato de que processadores que gastam menos serão mais amigáveis com a bateria do notebook, smartphone e tablet.
Saídas para o futuro
Foco no aumento da eficiência em detrimento da performance pode significar o fim da necessidade dos upgrades constantes (Foto: Divulgação/Intel)Foco no aumento da eficiência em detrimento da performance pode significar o fim da necessidade dos upgrades constantes (Foto: Divulgação/Intel)
O grande problema de processadores que ficam mais lentos a cada ano, e não mais rápidos, são impactos sensíveis no desenvolvimento tecnológico como um todo, já que sem poder extra de processamento, criadores de software e de novos projetos acabam limitados em seus ciclos.
Para evitar esse cenário, há uma grande quantidade de pesquisas no mundo todo em busca do substituto do silício como matéria-prima para a fabricação de processadores. Materiais como grafeno, germânio, além de outras ideias exóticas que envolvem carbono e nanotubos, são consideradas para o futuro.
Fonte: TechTudo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Intel apresenta robô na CES 2016

Intel apresenta robô na CES 2016
Intel apresenta robô na CES 2016
Empresa mostra durante feira de tecnologia novo hoverboard que pode virar um robô.

Intel apresentou na CES deste ano uma versão de hoverboard.

O veículo individual de duas rodas, desenvolvido em parceria com a Ninebot e a Segway, pode agora ser transformado em um robô.

Segundo a Intel, que costuma chamar o aparelho de "transportador pessoal", a novidade do dispositivo trará muitos benefícios aos usuários.

O equipamento consegue realizar, no modo robô, tarefas dentro da residência, além de atender os convidados do usuário na porta.

Ele também pode transmitir vídeos, seguir o proprietário e até mesmo expressar emoções em seu display.

O veículo usa a tecnologia Real Sense que serve para reconhecer vozes e identificar o que há no local onde ele se encontra.

A novidade deverá chegar ao mercado no segundo semestre deste ano juntamente com um kit para desenvolvedores, que ajudarão a melhorar o equipamento e a criar novas ferramentas de uso.


Foto: © Thevergevia ccm

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

1º smart Positivo com processador Intel

1º smart Positivo com processador Intel
1º smart Positivo com processador Intel
Além do design, aparelho chama atenção pela memória interna de 8 GB.

Com a possibilidade de expansão para até 32 GB, via cartão microSD, um novo smartphone da Positivo se destaca, além de vir com uma memória interna de 8 GB, pelo processador Intel® Atom™ x3 (Dual-Core).

Conhecido como Positivo First S410, o aparelho chama atenção pelo design, já que conta com uma textura suave e possui acabamento todo na cor preta.

Custando cerca de R$ 399, o equipamento tem um visual destinado aos que se interessam por design e estilo, de acordo com o gerente de Mobilidade da empresa, Cristiano Carvalho de Freitas. O executivo também destaca que, em comparação com outros smarts de mesmo preço, o First fica à frente, uma vez que traz uma oferta maior de memória.

Entre as especificações técnicas estão uma tela de 4 polegadas WVGA com resolução de 800 x 480 pixels, bem como câmeras traseira e frontal que acompanham recursos de modo de cena, detecção de rosto, HDR e embelezamento facial. Dual chip, o aparelho, que conta com sistema operacional Android Lollipop, é compatível com as redes 3G, Wi-Fi e Bluetooth 4.0.

Foto: © Positivo.via ccm

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Dell lança laptops com Intel 6ª geração

Dell lança laptops com Intel 6ª geração
Dell lança laptops com Intel 6ª geração
Notebooks são os primeiros da marca a apresentarem chips Intel da 6ª geração no Brasil.

A linha de notebooks XPS 13 da Dell acaba de receber uma atualização. Os aparelhos ultrafinos da empresa, que serão vendidos no Brasil, ganharam uma edição com um processador Intel de 6ª geração.

Com isso, os consumidores poderão contar com duas novas versões do XPS 13. A primeira, considerada a mais "barata", chega um processador Intel Core i5-6200U, além de também apresentar 128 GB de armazenamento em SSD. O modelo pode ser encontrado por R$ 8,5 mil.

Já a segunda versão, que é mais avançada, oferece 256 GB de armazenamento em SSD mais um chip Core i7-6500U. O valor da máquina chega a R$ 9,6 mil.
Os notebooks ainda dispõem do Windows 10, GPU integrada Intel HD Graphics 5500 e 8 GB de memória RAM.

Vale lembrar que os novos XPS 13 contam com processadores que distribuem desempenho gráfico até 30% superior em comparação a 5ª geração da Intel.

Foto: © Dell.via ccm

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Como atualizar seu PC para a nova plataforma Intel Skylake

Como atualizar seu PC para a nova plataforma Intel Skylake
O seu velho PC de desktop está ficando sem espaço para os aplicativos recentes? Você está pensando em atualizá-lo para uma plataforma mais moderna e eficaz. Por que não aproveitar o lançamento da nova família de processadores da Intel? Ao contrário do notebook que tem uma configuração fixa, os componentes básicos de um PC de desktop podem ser alterados sem precisar trocar todas as peças. Na verdade, a sua unidade, a sua caixa de alimentação, o seu disco rígido e óptico, assim como seus cartões de extensão de memória podem guardar os seus lugares na sua nova configuração, te ajudando a fazer reais economias. 


  • Escolha um kit de atualização adequado
    • A placa-mãe
    • A memória viva
    • O processador
  • Veja também: Intel

Escolha um kit de atualização adequado

Este kit será composto de uma placa-mãe, de um processador e, eventualmente, de barras dememória viva (RAM), se o seu PC for mais antigo. Você pode manter todos os seus discos e cartões conectados em SATA, PCI e PCI-Express. Os componentes muito antigos, de mais de 10 anos, conectados em AGP e PATA (cabos IDE) deveriam ser abandonados. 

A placa-mãe

Você deve escolher uma placa-mãe de marca Biostar, MSI, ASRock, Gigabyte ou Asus disponível nas melhores lojas de alta tecnologia. Ela deve ser compatível com o soquete 1151 dos processadores Intel Skylake e deve ser de um formato adaptado a sua unidade (micro-ATX em uma torre mini ou média ou ATX em uma torre de grande formato). Todas têm um chip para o som e a rede com uma tomada para ligar o seu cabo ethernet e, pelo menos, uma saída de vídeo para conectar a sua tela. Além de uma conexão ainda mais completa nos modelos de gama alta, vários chipsets propostos oferecem funcionalidades diferentes, conforme as necessidades de cada um: H110 que é o modelo básico suficiente para uma configuração leve dedicada à multimídia, burótica/internet e computação gráfica; B150 que permite explorar plenamente as placas gráficas mais recentes e poderosas, graças ao seu suporte de PCI-Express v3.0; H170permitindo, além do acima referido, a configuração RAID de vários discos rígidos, além de utilizar a função de Caching da Intel, que permite a combinação de um disco rígido e de uma unidade SSD; Z170 que, além do acima referido, permite usar a função SLI do NVIDIA ou Crossfire do AMD (dependendo do modelo da placa-mãe), ou seja, fazer funcionar várias placas gráficas ao mesmo tempo. Também permite o aumento da frequência (overclocking) dos processadores Core i5-6600K e Core i7-6700K. 

A memória viva

Oficialmente, um processador Skylake suporta a memória DDR4 com uma tensão de 1,2V e DDR3L de 1,35V. É possível instalar o DDR3 tradicional, mas, a longo prazo, e devido a uma tensão mais alta, ele pode causar o desgaste prematuro do processador. Melhor, então, é escolher os modelos 1.5V (menos mal em comparação ao 1.65V). Tenha cuidado para não confundir o formato das barras DIMM de um PC de desktop com o SO-DIMM de um notebook. Sempre comprar suas barras de memória por pares idênticos para desfrutar dos ganhos do dual channel. Em relação à quantidade, 4 GB para a burótica/internet e multimídia leve, 8 GB para jogos de vídeo gananciosos, 16 ou 32 GB para computação gráfica pesada (sobretudo a montagem de vídeo). Há placas-mãe compatíveis com DDR4 ou DDR3, a escolha entre os dois não é muito decisiva, ao contrário do que se possa pensar. Cuidado com os modelos que oferecem os dois tipos ao mesmo tempo mas, que não permitem o seu uso simultâneo!

O processador

Todos os modelos da família Skylake têm um chip gráfico integrado capaz de exibir gráficos tradicionais, a não ser que você queira exibir gráficos mais complexos em 3D. Ele vem com um refrigerador integrado, exceto nos modelos com referência 6.600K e 6.700K, o fabricante estimando, e com razão, que é preciso uma dissipação de calor mais eficaz depois desses processadores serem "overclockados". 

Pentium G série 4.000: para uso de burótica/internet e multimídia leve incluindo videogames associados a uma placa gráfica do tipo GTX950 ou R9 270X. 
Core i3 série 6.000: para uso de multimídia incluindo videogames com uma GTX960 ou R9-380. 
Core i5 série 6.000: muito versátil, videogames com uma GTX970/980 ou R9-390. 
Core i7 série 6.000: videogames com uma GTX980Ti ou R9 Fury X. Computação gráfica pesada, se você não tiver condições financeiras para ir para uma plataforma de soquete 2011-3, mais adequada para este uso.


Fonte: CCM