quinta-feira, 7 de julho de 2016

Hacker furta Jeep Wrangler com laptop

Vídeo mostra ladrão "digital" usando um computador para acessar a eletrônica do jipe e sair com o carro



Assim como as tecnologias de segurança mudam, os ladrões também. De armas de fogo, eles passaram a usar computadores, seja para roubar um banco ou um carro. Em Houston, no Texas, uma câmera flagrou um furto no qual o ladrão leva um Jeep Wrangler usando um laptop para acessar a eletrônica do veículo.
O carro estava parado na rampa de acesso de uma casa. O ladrão levou poucos minutos para conseguir ligar o veículo e sair. A polícia da cidade acredita que o método é o mesmo utilizado em outros casos de furto de Wrangler e Cherokee. A polícia diz que a imagem não mostra, mas segundos antes um parceiro do ladrão abre o capô do veículo, sem indicar ao certo o motivo.
Uma fonte ligada a FCA (Fiat Chrysler) acredita que o furto foi concebido com o uso de uma ferramenta que apenas os concessionários tem acesso, que permite parear um novo código do alarme ao carro, eliminando o antigo e dando acesso ao veículo.
Uma pesquisa do New York Times mostra que os furtos de veículos caíram cerca de 96% desde 1990, mas que recentemente foi notado um crescimento nas taxas novamente, o que levou as montadoras e fornecedores a reforçar seus esforços para criar uma eletrônica mais confiável e difícil de ser invadida. Veja o vídeo:



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Hackers podem usar tela azul do Windows

Hackers podem usar tela azul do Windows

Hackers podem usar tela azul do Windows
Para corrigir a famosa 'tela da morte', Microsoft elaborou uma nova tela de mensagem de erro. 

(CCM) — Para facilitar a detecção, bem como a correção da famosa tela azul de erro do Windows, ou 'tela da morte', como é conhecida, a Microsoft trabalhou no desenvolvimento de um novo display de mensagem de falha, incluindo até um código QR que dispõe de um link que encaminha o usuário à uma página de suporte da companhia. 

Porém, conforme alertam especialistas da empresa responsável pelo fornecimento de soluções antivírus, G Data, este tipo de recurso pode ser uma porta aberta para os cibercriminosos, que conseguem simular, de forma remota, um erro do Windows. Assim, os hackers apresentam outra tela azul falsa que, apesar de contar com uma imagem semelhante à original, acompanha um código QR que pode direcionar o usuário a um site infectado com malwares. Mesmo sendo algo hipotético, ainda segundo a companhia, é uma situação totalmente possível de ocorrer. 

Ainda não há nenhum registro deste tipo de golpe, mas a G Data ressalta que não haveria problema algum para os criminosos virtuais liberarem um ataque phishing simulando serviços da Microsoft no intuito de solicitar dados pessoais das vítimas. 

Foto: © Pixabay.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Hackers roubam milhares de senhas do Spotify

Hackers roubam milhares de senhas do Spotify
No último sábado (23), foi divulgado uma lista no site Pastebin contendo milhares de senhas de usuários do Spotify, um dos mais populares serviços de streaming de música. Além das senhas, estavam disponíveis informações como e-mail, tipo de conta (Premium, Família, Gratuita), país de origem e data de renovação.
O site TechCrunch entrou em contato com alguns dos usuários que aparecem na lista, indagando se eles notaram alguma atividade incomum em suas contas. E, infelizmente, a resposta foi positiva. Muitos deles afirmaram que músicas desconhecidas apareceram na lista de faixas ouvidas recentemente.
Conecte-se ao seu Spotify e escolha a melhor playlist (Marvin Costa/TechTudo) (Foto: Conecte-se ao seu Spotify e escolha a melhor playlist (Marvin Costa/TechTudo))Spotify tem logins e senhas vazados online em documento no Pastebin (Marvin Costa/TechTudo)




Outros usuários relataram que suas playlists haviam sido modificadas com a adição de músicas que eles nunca tinham ouvido antes. E, nos casos mais graves, os invasores mudaram a senha e o e-mail de acesso à conta.
O Spotify nega ter sofrido qualquer tipo de invasão em seus servidores. A hipótese mais provável, por enquanto, é que as informações de acesso às contas tenham sido capturadas através da técnica de phishing scam.
Hackers fazem páginas ou apps maliciosos, com a interface parecida com a do Spotify e os distribuem na rede. Assim, usuários menos atentos acabam colocando seu e-mail e senha nessas páginas, pensando ser uma página oficial do serviço. No entanto, suas informações acabam sendo enviadas diretamente para os invasores.
A página do Pastebin onde se encontra a lista com as informações não está sendo muito divulgada por motivos óbvios - mesmo que seja apenas para saber se a sua conta está na lista. Para evitar qualquer tipo de problema, o mais sensato a se fazer é alterar a senha de sua conta do Spotify.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

5 grandes ataques hacker que aconteceram em 2015



O ano de 2015 foi mais um em que hackers, crackers, grupos de ativismo digital e criminosos se destacaram no noticiário de tecnologia ou política nacional e internacional. Novas táticas foram descobertas, alvos variados foram escolhidos e não faltaram “tretas” envolvendo governos, corporações e grandes serviços da internet.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Twitter lança alerta sobre hackers

Twitter lança alerta sobre hackers
Twitter lança alerta sobre hackers
Microblog emite pela primeira vez comunicado sobre ataques de hackers ao sistema.

O Twitter emitiu um comunicado alertando seus usuários sobre o risco de ataques de hackers apoiados por Estados. É a primeira vez que a rede social oferece essa “ajuda” e algumas instituições já receberam notificações do microblog.

Segundo o anúncio, os cibercriminosos tentam obter números de telefone, endereços, e-mails e IP. De acordo com a empresa, a medida foi adotada devido ao aumento da vigilância contra falhas de segurança que a companhia vem incorporando.

Além disso, o comunicado também retrata a maior preocupação contra hackers financiados por governos estrangeiros. Um dos casos mais falados foi a abertura de 22 milhões de perfis pessoais no Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

Foto: © Twitter.via ccm

sábado, 28 de novembro de 2015

Anonymous ataca site do Estado Islâmico e troca conteúdo por receita de Prozac

Anonymous ataca site do Estado Islâmico e troca conteúdo por receita de Prozac
Anonymous
Em sua guerra contra o Estado Islâmico, os hackers do Anonymous e seus aliados acabam de abater mais um alvo e da maneira mais genial possível. Membros do GhostSec, um dos grupos que está combatendo os radicais islâmicos na internet, anunciaram que invadiram a dark web usada pelos terroristas e removeu sites que faziam propaganda ao EI. 

No lugar do conteúdo original, eles colocaram um anúncio de Prozac, um remédio usado para o tratamento de depressão e outros distúrbios psiquiátricos. Além do anúncio, os hackers ainda deixaram uma pequena mensagem aos membros e simpatizantes do Estado Islâmico. No texto, eles indicam o medicamente como uma forma de fazer com que as pessoas que acessavam aquela página tivessem mais calma em suas vidas. 

Mais do que isso, o GhostSec ainda pedia para que todos olhassem aquela imagem enquanto eles continuavam a melhorar sua infraestrutura para entregar ao Estado Islâmico aquilo que ele tanto deseja. Como se não bastasse a provocação, o grupo ainda colocou o link de uma farmácia online especializada na venda de remédios a partir de bitcoins. Assim, se algum membro ou simpatizante do EI estiver mesmo interessado no Prozac apresentado, pode adquirir isso sem precisar gastar muito. Em outras palavras, foi uma ótima sacada dos hackers na hora de provocar seus inimigos. Esse é apenas mais um dos ataques realizados pelo Anonymous e seus aliados nesta guerra ao terror dentro da internet. 

Como já comentamos anteriormente, esses hackers se uniram para atrapalhar a vida e as operações dos extremistas no ambiente digital, derrubando algumas centenas de páginas e perfis que apoiavam as ações do Estado Islâmico. 

Por outro lado, vários especialistas em segurança estão criticando as ações do próprio Anonymous pelo modo com que ele está lidando com esse combate ao terrorismo. A principal questão é que os ataques orquestrados pelos ciberativistas são indiscriminados e afetaram jornalistas, pesquisadores e outras pessoas que nada tinham a ver com os radicais do Oriente Médio. 

Estado Islâmico vs Anonymous

Via: The Next Web, International Business Times

Matéria completa:
http://canaltech.com.br/noticia/hacker

sábado, 14 de novembro de 2015

Brecha no Android usa Chrome para hackear celulares

Brecha no Android usa Chrome para hackear celulares
Pesquisadores descobriram uma grave falha de segurança no Android. Desta vez, a brecha está relacionada com o Chrome, o navegador oficial do Google, e pode afetar praticamente todas as versões da plataforma. Cibercriminosos poderiam até mesmo ganhar acesso total aos recursos do celular.
Os detalhes para fazer isso não foram revelados durante a apresentação da falha, que aconteceu nesta semana em Tóquio. Entretanto, sabe-se que os cibercriminosos podem usar o JavaScript v8 para ganhar privilégios administrativos.
Moto X 2014 tem bateria de 2.300 mAh (Foto: Lucas Mendes/TechTudo) (Foto: Moto X 2014 tem bateria de 2.300 mAh (Foto: Lucas Mendes/TechTudo))Chrome no Android tem falha que pode causar grandes problemas (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

De acordo com o organizador do evento, a brecha foi utilizada para o acesso indevido com somente uma tentativa. Nos dias atuais, a maioria dos hacks depende de inúmeras tentativas, antes de efetivamente ocorrer o acesso. Outro problema foi que, assim que o telefone acessou o site com a vulnerabilidade no Java pelo Chrome, um aplicativo foi instalado sem qualquer interação do usuário.
No caso, era apenas um jogo de BMX, para demonstrar o hack. Com cibercriminosos se aproveitando disso, porém, malwares de todos os tipos poderiam fazer o mesmo caminho. O Google recebeu o alerta sobre o caso e deve preparar correções em breve.
Via Engadget, TechTudo.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Anonymous ameaça revelar identidade dos membros da Ku Klux Klan

Anonymous ameaça revelar identidade dos membros da Ku Klux Klan
Anonymous
O grupo de hackers Anonymous está ameaçando revelar a identidade de cerca de 1.000 membros da Ku Klux Klan, organização racista fundada em 1865 que prega a supremacia branca e impede a integração e os direitos dos negros. Depois de terem hackeado a conta do Twitter da organização racista na chamada "Operação KKK", os hackers afirmaram que irão revelar os nomes em novembro. Além da revelação das identidades, a ação dos hackers também tem como objetivo derrubar sites e contas de redes sociais que estejam afiliadas à Ku Klux Klan.

O Anonymous colocou uma enquete para o público no Twitter para que fosse escolhido entre a exposição das identidades ou não. Existe ainda uma outra enquete que pergunta se os membros da KKK "devem atuar como policiais, políticos, servidores públicos ou representantes do governo".

A "Operação KKK" teve início no ano passado, quando a justiça norte-americana inocentou o policial Darren Wilson, que matou o jovem negro Michael Brown, de 18 anos, que estava desarmado. A decisão da justiça gerou várias manifestações violentas e a Ku Klux Klan ameaçou utilizar força letal contra os manifestantes. Com essa declaração, o grupo Anonymous prometeu ações cibernéticas contra o grupo terrorista.

Em comunicado à imprensa, o grupo de ciberativistas ameaçou a organização e prometeu não parar os ataques. "Ku Klux Klan, nós nunca paramos de te vigiar. Sabemos quem vocês são. Nunca dissemos que atacaríamos uma única vez", afirmou o grupo. "Vocês mexeram com a nossa família e agora nós vamos mexer com a sua", finalizou.

Fonte: NBC


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Anonymous começam operação para revelar membros de grupo racista nos EUA

Anonymous começam operação para revelar membros de grupo racista nos EUA
Anonymous
Os Anonymous já começaram sua operação para revelar membros do grupo racista norte-americano Ku Klux Klan (KKK), informou a conta da ação do grupo no Twitter através de uma série de postagens nesta segunda-feira (2). Na chamada Operação KKK, os primeiros ataques já estão sendo feitos e derrubaram alguns dos sites ligados ao grupo. 

Os ataques ocorrem em antecipação à revelação de nomes de membros do grupo, que deve ser deflagrada pelos Anonymous na próxima quinta-feira (5). A ação também está sendo chamada de HoodsOff ("Tirando Capuzes" em tradução livre), em referência aos capuzes utilizados por membros do KKK em seus encontros.

A expectativa é que cerca de mil membros proeminentes do grupo sejam desmascarados pelos Anonymous — estimativas apontam que o KKK tenha de 5 mil a 8 mil membros. A expectativa é que nomes de políticos e policiais também estejam entre os revelados.

"Depois de observar muitos de vocês de perto por muito tempo, estamos confiantes que aplicar transparência nas suas células organizacionais é o único curso de ação correto, justo e apropriado", escreveram os Anonymous na última terça-feira.

Alguns dos ataques preliminares estão sendo realizados por grupos que dizem não estarem conectados aos Anonymous. Entre eles está o Amped Attacks, grupo hacker que se coloca contra discursos de ódio e afirmou ter derrubado o site oficial da Westboro Basptist Church — um grupo religioso conhecido pelo discurso homofóbico e antisemita. No final da tarde deste domingo, o site já havia voltado ao ar.

O grupo também alegou ter conseguido acesso a bases de dados de uma série de sites do KKK, que entre eles continham subscrições de e-mails de aguns políticos norte-americanos. Suas alegações ainda não foram confirmadas, no entanto.

A "Operação KKK" teve início no ano passado, quando a justiça norte-americana inocentou o policial Darren Wilson, que matou o jovem negro Michael Brown, de 18 anos, que estava desarmado.

Fonte: TechCrunch


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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Hackers invadem site do PT

Hackers invadem site do PT
PT hackeado
Hackers invadiram na madrugada desta segunda-feira (5) o site oficial do PT. O ataque não envolveu o acesso a dados restritos ou roubo de informações, mas sim uma desfiguração completa da página inicial como protesto contra a corrupção. O logo do Partido dos Trabalhadores, por exemplo, ganhou as cores preto e branco, como no uniforme de um presidiário, e o número 171, que indica crime de estelionato, no centro.

Além da repetição da frase “PT corrupto” ao longo de toda a página, os hackers também deixaram uma mensagem, criticando também a falta de segurança na cidade do Rio de Janeiro e afirmando que o Partido dos Trabalhadores está rico com o dinheiro da população. Ao final, uma paródia em vídeo da música “Caraca, Muleke!”, do pagodeiro Thiaguinho, foi colocada como ataque a quem votou na presidenta Dilma Rousseff.

De acordo com a assessoria do partido, a invasão foi detectada em torno das 2h da manhã e a desfiguração ficou no ar por cerca de seis horas. Às 9h, o acesso normal ao site do PT já estava restabelecido. No momento em que esta reportagem foi escrita, a página não trazia nenhum sinal de ataque nem notas oficiais sobre o ocorrido.

Isso não significa, por outro lado, que o Partido dos Trabalhadores não tenha se pronunciado. Em nota oficial, repudiou o ataque e disse se tratar de mais uma forma de criminalizar o PT, além de configurar uma afronta à liberdade de expressão. A organização indica ainda que a origem do golpe foi o registro.br, órgão responsável pelo redirecionamento de domínios para serviços de hospedagem, e não uma brecha na segurança de seus próprios serviços.

Na desfiguração, os hackers NOV3, Plastyne, D3sconnect e B4CON assumiram a autoria do golpe, se identificando como parte de um grupo chamado Anarchy Ghost. O ataque também foi a única menção deles sobre o assunto, que afirmaram que o ato de hackear “não é um crime”, e sim, “uma arte em forma de protesto”. 



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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Gadget protege contra ataque de hackers

Gadget protege contra ataque de hackers
Gadget protege contra ataque de hackers
CUJO pode se conectar a todos os dispositivos da casa e consegue bloquear ações suspeitas.

Ao conectar todos os aparelhos existentes na residência do usuário, tais como câmeras, PCs, tablets e babás eletrônicas, um novo equipamento promete evitar que estes smarts sejam alvo de ataques de hackers. Desta forma, o gadget bloqueia qualquer tipo de ação suspeita.

Denominado de CUJO, o acessório não atua no dispositivo propriamente dito, mas sim nas conexões de rede e, ao funcionar como um gateway, este acaba impedindo a ação de hackers, até mesmo antes de chegarem ao aparelho. Isto acontece uma vez que ele, ao utilizar abordagem de múltiplas camadas, é capaz de combinar antivírus, firewall s e malware, os quais, geralmente, são encontrados em máquinas separadas.

O device pode identificar quando há alguma atividade fora do habitual pela casa uma vez que ele possui um sistema de aprendizado de máquina e, por conta disso, o gadget passa a ser capaz de conhecer, cada vez mais, a rotina da residência. Quando algo suspeito é percebido, um software, disponível para Android e iOS, envia notificações para o smartphone ou tablet do usuário.

Disponível para arrecadação até o próximo dia 14 no site de financiamento coletivo Indiegogo, o gadget tem o pacote mais barato ao custo de US$ 49, que acompanha o aparelho e nove meses de assinatura grátis. Por enquanto, o envio é feito somente para o Canadá, além dos EUA e União Europeia.

Foto: © Crowdfund Insider.via ccm

sábado, 8 de agosto de 2015

Hackers podem roubar digitais cadastradas com sensor do Android

Hackers podem roubar digitais cadastradas com sensor do Android
Uma brecha em smartphones Android com sensor biométrico pode resultar no roubo de digitais de seus usuários. O risco foi tema da conferência BackHat, realizada nos Estados Unidos na última quarta-feira (5), e a falha foi exposta pelos pesquisadores Tao Wei e Yulong Zhang. Tablets e smartphones tops como Galaxy S6 e S5, da Samsung, oferecem a tecnologia de digitais.
Smartphones Android podem ter informações de digitais roubadas por hackers (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Smartphones Android podem ter informações de digitais roubadas por hackers (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
O ataque ocorre de maneira silenciosa no celulares Android e pode atingir a maioria das marcas que oferecem aparelhos com o sensor biométrico, como a Samsung, Huawei e HTC. Por enquanto, a vulnerabilidade foi encontrada nos modelos HTC One Max e o Samsung Galaxy S5. O estudo mostra que esse problema também pode afetar notebooks com esse sensor.
Identidade falsa
O erro permite que o hacker copie as informações de imagem da impressão digital por meio do celular infectado. Isso acontece sem afetar a usabilidade do aparelho, que continua funcionando normalmente. Com o roubo, esses dados podem ser usados para práticas maliciosas, como pagamentos móveis em apps e lojas que permitem verificação por digital para a confirmação no lugar da senha, como bancos por exemplo.
Além disso, as informações de digitais têm sido utilizadas para a geração de identidades falsas, registros criminais e imigração ilegal. A falha foi encontrada no sistema de segurança de armazenamento desses dados e na trava do sensor. Para correr o risco, o aparelho precisa estar infectado com um app malicioso ou vírus com esse propósito.
 Apple é mais segura
Para se proteger, os pesquisadores dão algumas dicas de como manter o Android atualizado com frequência, além de baixar e instalar apenas aplicativos de fontes confiáveis. O pesquisador Yulong Zhang ainda citou, em comparação, que a tecnologia aplicada no scanner de digitais em smarts Apple, como o iPhone 6 e 5S, é mais segura por causa do sistema de encriptação direto.
Via ZDNET, TechTudo.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Hackers estão utilizando anúncios do Yahoo! para infectar milhões de usuários

Hackers estão utilizando anúncios do Yahoo! para infectar milhões de usuários
Marissa Mayer
Um grupo de cibercriminosos está explorando anúncios publicitários em sites do Yahoo!. Páginas dedicadas a notícias de esportes, celebridades, finanças e jogos se tornaram vetores de propagação de malwares para infectar computadores de milhões de pessoas, conforme relata a empresa de segurança digital Malwarebytes. Os pesquisadores da empresa dizem que o Yahoo! é vítima do mesmo grupo que esteve envolvido em uma série de campanhas de grande escala que exploraram diversas vulnerabilidades do Adobe Flash.

Recentemente, o site do famoso chef de cozinha Jamie Oliver foi vítima de ataques por parte do grupo, que utilizou o meio para espalhar malware. O Angler Exploit Kit está dominando o cenário de malware no mundo todo, tendo sua quota de mercado crescido para 83% nos últimos nove meses, segundo o SophosLabs. A maioria dos ataques tem como objetivo redirecionar as vítimas a um site com malware, que muitas vezes infecta o computador com ransomwares, utilizados para bloquear todas as informações contidas no computador sem permitir que o usuário tenha acesso a elas. Somente por meio do pagamento de uma taxa imposta pelos hackers é que o conteúdo é liberado.

Chris Boyd, analista de inteligência da Malwarebytes, afirmou que os ataques usados nos anúncios publicitários do Yahoo! podem conter trojans bancários para realização de fraudes. No dia 28 de julho foi iniciada uma campanha para tentar reverter a situação, embora o Yahoo! já estivesse ciente do problema. A partir de agora, com o problema se tornando público, a expectativa é que vejamos ações mais enérgicas da empresa para tentar solucionar a situação.

A notícia dos ataques certamente é considerada grave pelo Yahoo!, que está tentando convencer grandes agências de publicidade a utilizarem seus sites para promover seus clientes. Com os ataques, a plataforma de anúncios da empresa do Vale do Silício deverá ser encarada como um risco que, provavelmente, muitos não estarão dispostos a correr. 

A Malwarebytes está emitindo um alerta quando os usuários tentam clicar em um anúncio infectado, conforme é possível notar na imagem abaixo:

Alerta da Malwarebytes

A Microsoft Azure, plataforma destinada a desenvolvedores de sites e aplicativos, também foi afetada como parte do ataque. Boyd afirmou que muitos dos sites hospedados na plataforma estão infectados por este ataque e podem roubar credenciais de contas, diferente de outros ataques que tinham como objetivo explícito a enganação aos usuários.

Combinados, os sites do Yahoo! atraem um número estimado de 6,9 bilhões de visitas por mês, segundo dados da Similar Web. Sendo assim, esse é o maior ataque já relatado pela Malwarebytes. Boyd afirma que ainda "não há nenhuma maneira eficiente de saber quem foi afetado pelos anúncios infectados".
Tanto o Yahoo! quanto a Microsoft ainda não se pronunciaram a respeito dos ataques.



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domingo, 2 de agosto de 2015

Hacker rouba dados de clientes da Bitdefender

Hacker rouba dados de clientes da Bitdefender
Hacker
Invasões hackers nunca são boa notícia. Mas quando o alvo são empresas que têm a segurança como seu principal negócio, a coisa é ainda pior. Clientes pequenos e médios da Bitdefender, companhia especializada no fornecimento de soluções de proteção, acordaram nesta sexta-feira (31) com a informação de que suas credenciais de acesso foram obtidas por hackers.

O problema foi resultado de uma invasão em um dos servidores de cloud computing da empresa, mais especificamente aqueles que cuidavam dos sistemas de gerenciamento de clientes corporativos. A Bitdefender diz ter agido rápido, resetando as senhas de todos os afetados que, de acordo com a entidade, representam menos de 1% de sua base de pequenos e médios negócios. Consumidores finais e grandes corporações não foram afetados.

Mesmo assim, a Bitdefender alerta seus clientes para a possibilidade de tentativas de extorsão, que podem pedir dinheiro em troca do sigilo dos dados. Além disso, solicita que os usuários modifiquem as senhas de outros serviços que possam ser acessados pelo mesmo e-mail, já que golpes desse tipo normalmente têm como principal resultado uma tentativa de invasão a outras plataformas.

A própria empresa de segurança disse já ter sido ameaçada pelo hacker responsável, que se identifica pelo pseudônimo DetoxRansome. Após falar que havia obtido uma brecha de segurança no último sábado, ele ameaçou a Bitdefender, pedindo US$ 15 mil para que os dados roubados não fossem liberados na internet.
A invasão foi confirmada quando dois representantes do blog Hacker Film, especializado no setor de segurança, entraram em contato direto com o criminoso, que entregou a eles uma relação de 250 credenciais de acesso, muitas delas válidas. Foi justamente essa situação que levou a Bitdefender a ficar sabendo da invasão, já que até a publicação do texto sobre o assunto ela ainda não havia se pronunciado sobre o caso.

De acordo com a Bitdefender, a falha explorada pelo hacker foi de origem humana – uma expansão de infraestrutura acabou resultando na presença de um único servidor com software desatualizado, permitindo que a informação fosse extraída. A empresa garantiu que o criminoso não teve acesso aos sistemas da companhia, nem aos dados da maioria de clientes, e que o erro em questão já foi solucionado.

Fontes: PC World, Hacker Film


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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Google paga hackers para encontrar falhas de segurança no Android

Google paga hackers para encontrar falhas de segurança no Android
Android
O Google lançou um programa de recompensas para premiar aqueles que conseguirem encontrar vulnerabilidades no seu sistema operacional móvel e ajudar a tornar o Android uma plataforma mais segura. Em troca do relato das falhas encontradas, o Google irá oferecer recompensas monetárias e reconhecimento público. 

Apesar de ser uma ótima oportunidade para desenvolvedores e pesquisadores ganharem um dinheiro extra, essa é também uma oportunidade para o Google mostrar aos usuários do Android que está se dedicando para garantir um sistema operacional livre de vulnerabilidades. Isso é importante, afinal o Android sempre foi citado como um SO móvel inseguro – e os concorrentes fazem questão de perpetuar essa ideia. E esse tipo de publicidade não é bom para os negócios.

"Em muitos aspectos, estamos muito mais interessados em soluções do que nos erros", disse Adrian Ludwig, engenheiro-chefe de segurança do Android. O nível de recompensa do programa de segurança do Google é baseado na gravidade dos bugs reportados: falhas críticas serão premiadas com US$ 2.000, enquanto as moderadas receberão US$ 500. Porém, o prêmio pode ser ainda maior se o pesquisador oferecer um relatório completo com informações sobre como ele reproduziu o código, o que ele fez para testá-lo, e como ele o corrigiu.

Programa de recompensas Google
Imagem: Google

Ludwig explica que os casos serão avaliados individualmente, mas o princípio básico é que assim que um bug for relatado, o Google irá realizar testes para confirmar sua existência. Quando o problema for confirmado pela empresa, o pesquisador que o descobriu será cadastrado como um fornecedor e, em seguida, receberá seu pagamento de acordo com os critérios da companhia.

O programa pode não eliminar completamente a fama negativa que o Android carrega, mas, pelo menos, os usuários atuais do sistema operacional podem ter certeza de que o Google está investindo fortemente na segurança da plataforma. Essa também é uma oportunidade para que os hackers mostrem que o estereótipo de “homens maus” nem sempre é verdadeiro. Atualmente, o programa de recompensas só se aplica aos dispositivos Nexus 6 e Nexus 9 que estão rodando a versão 5.1.1 do Android.

Vale ressaltar que esse não é um conceito novo. O Google lançou um programa semelhante para o Chrome OS e outros serviços da empresa no ano passado. No total, o gigante da web já pagou mais de US$ 4 milhões em recompensas em dinheiro para centenas de pesquisadores.

Fonte: Google


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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Suposto desbloqueio do PlayStation 4 causa polêmica na internet

Suposto desbloqueio do PlayStation 4 causa polêmica na internet
O submundo dos games está em polvorosa desde o último fim de semana. Uma loja brasileira publicou no Facebook um texto alegando que havia conseguido desbloquear o PlayStation 4 para que ele conseguisse rodar jogos de backup — ou seja, a velha pirataria de sempre.

Diante disso, não só os jogadores como toda a comunidade hacker se agitou. Afinal, até então, ninguém havia conseguido nem mesmo chegar perto de qualquer falha no sistema que servisse de brecha para a instalação de outros programas, os chamados homebrews, ou qualquer coisa parecida. E foi aí que surgiu a polêmica.

Situada em Salvador, a tal loja já é conhecida por fornecer material para desbloqueio de videogames e, no texto publicado, ela apenas comemora o feito e informa que não vai liberar nenhum guia ou coisa parecida para que as pessoas possam reproduzir o feito. A ideia é manter o procedimento em segredo e apenas repassá-lo para alguns poucos parceiros, criando uma espécie de monopólio do processo. Quase como a "fórmula da Coca-Cola" da pirataria.

Diante disso, hackers do mundo inteiro começaram a ver com desconfiança o anúncio, acreditando ser apenas um golpe publicitário para gerar burburinho e conquistar alguns novos clientes. E uma das principais acusações dos descrentes é que não foi mostrado nenhuma imagem ou vídeo do suposto desbloqueio.

Como se isso não bastasse, a postagem trazia uma imagem do que deveria ser a peça responsável pelo feito, mas que logo foi descoberta como sendo uma foto genérica da Raspberry Pi retirada de um banco de imagens qualquer.

Desbloqueio PS4

Ainda assim, o aparente feito foi tão grande que até mesmo alguns sites bem conhecidos da cena hacker debateram o assunto à exaustão. O Wololo, por exemplo, tentou apurar alguns detalhes sem sucesso e até abriu espaço para um colaborador brasileiro apresentar seu ponto de vista sobre o assunto. 

Assim como muitos outros céticos, o usuário identificado apenas como Arthanis também questionou a veracidade do desbloqueio e apontou algumas razões bem simples para isso. A começar pelo próprio porte da loja que, embora seja conhecida por fornecer materiais, parece não ter a estrutura de fazer algo tão grande assim. Basta ver que ela nem mesmo tem um site oficial, o que já levanta algumas suspeitas.

Além disso, ele destaca que qualquer pessoa que fosse capaz de derrubar os sistemas de segurança da Sony supostamente teria um nível de instrução um pouco mais elevado e não cometeria tantos erros de ortografia, pontuação e gramática como no texto publicado pela empresa no Facebook.

No entanto, a justificativa que mais faz sentido é que a postura da loja vai de encontro a tudo aquilo que a comunidade hacker defende. Apesar de todas as questões éticas e legais envolvendo a pirataria, os defensores da causa acreditam que esse tipo de conhecimento deve ser aberto para todos e não comercializado como um segredo industrial em um modelo que se assemelha muito àquilo que é feito pelas empresas que eles criticam.

Assim, como ninguém conseguiu ao menos ter uma ideia de como chegar perto de derrubar as barreiras do PS4, fica difícil acreditar que o desbloqueio foi feito sem nenhum ponto de partida conhecido.

PS4
Para finalizar a surra de incredulidade, a própria loja removeu a publicação de sua página no Facebook. A postagem original, que foi feita no último dia 22 de abril, não existe mais e ela aproveitou a aproximação do feriado de 1º de maio para informar que ficará offline ao longo desta semana e ainda trouxe uma imagem mostrando que a paciência está acabando.

Em compensação, as perguntas e acusações dos próprios usuários da rede social sobre a veracidade das informações não param de chegar. Tanto que um deles traz uma explicação bem lógica do que seria esse procedimento tão inovador: um sistema de contas fantasmas mais aprimorado do que o modelo utilizado atualmente — e que aSony já conseguiu derrubar — que permite que várias pessoas baixem o mesmo jogo em consoles diferentes.

No entanto, a loja não comentou mais sobre o assunto e, diante de toda a repercussão do caso, dificilmente vai quebrar o silêncio para comentar algo agora que todos os holofotes do submundo dos jogos estão sobre ela.

Assim, para quem estava esperançoso para ver o PS4 ser enfim desbloqueado, talvez seja a hora de criar vergonha na cara e parar de acreditar em qualquer pessoa que prometa trazer a solução.



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domingo, 29 de março de 2015

Prêmio de 225 mil dólares por hackear navegadores

Hacker Sul-coreano fatura prêmio de US$225 mil em concurso

Pesquisadores de segurança que participaram no concurso de hacking Pwn2Own nesta semana demonstraram exploits com execução de código remota contra os quatro principais navegadores, e também hackearam os plug-ins amplamente usados Adobe Reader e Flash.

Na última quinta-feira, 19/03/2015, o pesquisador de segurança sul-coreana JungHoon Lee, conhecido na web como lokihardt, conseguiu hackers o Internet Explorer 11 e o Google Chrome no Windows, assim como o Safari no Mac OS X.

Ele saiu do concurso com um prêmio em dinheiro no valor de 225 mil dólares, sem incluir os novos laptops em que os exploits são demonstrados e que os vencedores levam para casa.

O concurso Pwn2Own acontece todo ano na conferência de segurança CanSecWest em Vancouver, no Canadá, e é patrocinado pelo programa Zero Day Initiative, da HP.

No evento, os pesquisadores são colocados contra as versões 64-bit mais recentes dos quatro principais navegadores para demonstrar ataques web que possam executar códigos falsos em sistemas básicos.

O ataque de Lee contra o Google Chrome rendeu o maior pagamento para um único exploit na história da competição: 75 mil dólares pelo bug do Chrome, mais um extra de 25 mil dólares para uma escalação de privilégios para SYSTEM e outros 10 mil dólares por também ter conseguido acertar a versão beta do browser – para um total de 110 mil dólares.

O exploit contra o IE11 lhe rendeu 65 mil dólares adicionais, enquanto que o hack do Safari foi responsável por 50 mil dólares.

O feito de Lee é especialmente impressionante porque ele competiu sozinho, ao contrário de outros pesquisadores que se uniram, segundo a equipe de pesquisas da HP.

Também na quinta-feira, um pesquisador que usa o codinome ilxu1a conseguiu atacar o Firefox no Windows por um prêmio de 15 mil dólares. O navegador da Mozilla também foi hackeado um dia antes, por um pesquisador Mariusz Mlynski, que ganhou 30 mil dólares por esse feito.



Fonte: IDG Now!