sexta-feira, 13 de maio de 2016

Como desinstalar o Ubuntu

Como desinstalar o Ubuntu

O procedimento de desinstalação Ubuntu depende de como você o tem instalado no seu computador. Se o Ubuntu é o seu único sistema operacional, o procedimento é simples, uma vez que você deve apenas reinstalar o novo sistema operacional Ubuntu. No entanto, se você tem um sistema dual-boot, você deve reparar o boot do Windows e remover manualmente a partição onde o Ubuntu está instalado. 

Como eliminar o Ubuntu quando é o único sistema operacional instalado

Modifique a sequência de inicialização do Windows para inicializar a partir do CD/DVD. Em seguida, insira o disco de instalação do Windows e reinicie o computador. Durante a instalação do novo sistema operacional, selecione a partição do Ubuntu e elimine-a. A partição irá voltar para o espaço não atribuído. Ao eliminar a partição, o Ubuntu também terá sido eliminado completamente e tudo estará pronto para instalar o novo sistema operacional. 

Como desinstalar o Ubuntu em dual boot com o Windows

Modifique a sequência de inicialização do seu computador para inicializar a partir do CD/DVD. Em seguida, insira o disco de instalação ou de recuperação do Windows e reinicie o computador. Se você não tiver nenhum dos registros, você pode criar um disco de recuperação do Windows. A partir da janela principal principal do seu disco de recuperação, selecione Reparar o computador. Se você estiver usando um disco de recuperação, selecione Prompt de comando. Em ambos os casos, o Prompt de comando será aberto. Execute o comando bootrec/fixmbr para remover a opção de dual boot e iniciar o Windows diretamente. Reinicie o PC e a pção para selecionar o Ubuntu não deve mais aparecer. Agora, clique direito sobre o botão Iniciar do Windows e selecione Gerenciamento de disco. Na janela que se abre, clique direito sobre a partição Ubuntu e selecione Excluir. Ao remover a partição, se converterá em espaço não alocado. Clique com o botão direito sobre a partição do Windows e selecione Estender volume. Selecione o espaço livre que você criou para adicionar à instalação do Windows. 

Foto: © Pixabay.Fonte: http://br.ccm.net/faq/

sábado, 2 de janeiro de 2016

Virtualização de um sistema pré-instalado na partição

Virtualização de um sistema pré-instalado na partição
Você tem uma máquina com vários sistemas operacionais (multi-boot) e você está cansado de ter que reiniciar para alternar para outro sistema. Fora o uso de outra máquina, a solução pode ser a virtualização. Obviamente, é possível virtualizar totalmente, ou seja, criar uma máquina virtual tradicional, com o seu disco rígido virtual (ou seus discos rígidos virtuais). Porém, neste caso perderemos espaço no disco rígido físico por causa da existência de duas máquinas: uma física e uma virtual. Mas também é possível utilizar um sistema real como sistema virtualizado. Para informação, o VMware Workstation o permite e o VirtualBox também, através do seu reconhecimento do formato VMDK. Conclusão, mais perda de espaço no disco rígido físico. 

Resumindo, este tutorial indica as seguintes etapas: instalar o Sistema Operacional na partição física que será virtualizada a seguir; criar o arquivo VMDK, seja o disco virtual a ser usado pela VirtualBox, isto é, uma concha vazia apontando para a partição desejada; criar a máquina virtual e instalar as VBox Additions na máquina virtual 

Máquina de base e objetivo

Este tutorial se baseia na seguinte configuração: SDA1: Windows (NTFS) 
SDA2: Mageia (Ext4) 
SDA3: Swap 
SDA5: Ubuntu (Ext4) 
SDB1: Home (Ext4) 
SDB2: DataNTFS (NTFS) 

Na configuração do perfil do usuário do Windows, eu mudei todas as pastas de trabalho (documentos, imagens, vídeos, download, etc) em SDB2 (DataNTFS). Sempre faço assim para minimizar o que é necessário em C. Esta partição SDB2, partição ligada ao Windows é, na realidade, inseparável do SDA1 (Windows). 

No Mageia, veja a situação dos discos em NTFS: 
SDA1 Windows: não montado 
SDB2 DataNTFS: montado automaticamente no /mnt/DataNTFS 

Saiba também que, inicialmente, este tutorial foi testado em máquina virtual VirtualBox de 32 bits, integralmente. Uma máquina virtual de 32 bits com múltiplos sistemas onde eu sobrepus as virtualizações... e que funcionou. A implementação em máquina real de 64 bits também funcionou bem. A ideia é virtualizar as instalações físicas do Windows (SDA1), Ubuntu (SDA5) e Mageia (SDA2). Em suma, podemos virtualizar todos os sistemas a partir de qualquer distribuição GNU/Linux. Este tutorial deve ser utilizável para virtualizar sistemas BSD, logicamente. Este tutorial parte do princípio que todos os sistemas operacionais já foram instalados e, que o seletor de sistema operacional já está operacional. Você adaptará de acordo com a sua própria configuração. 

Mudança dos direitos

Como roteador: # chmod 666 /dev/sda 
# chmod 660 /dev/sda1 
# chmod 660 /dev/sda5 
# chmod 660 /dev/sdb2 

Para poder explorar a partição (ou partições), é preciso mudar os direitos nos pseudo-arquivos correspondentes. Esta manipulação deve ser efetuada em cada partição desejada (SDAx mas também no próprio disco rígido (SDA). 

Grupo de discos

O usuário deve fazer parte do grupo de discos. Isso permite criar arquivos VMDK como simples usuário. Como administrador: 
# usermod -a -G disk usuário
 

Criação do arquivo VMDK

Será o arquivo correspondente ao disco rígido utilizado pela máquina virtual. Na realidade, uma concha vazia apontando para o disco real desejado. Vamos criar duas conchas VMDK: uma para o SDA, ou seja, SDA.vmdk, corresponde aos sistemas operacionais (Windows e Ubuntu) e outra para o SDB, o SDB.vmdk, corresponde à partição DataNTFS ligada ao sistema Windows. 
Como simples usuário: 
$ VBoxManage internalcommands createrawvmdk -filename /home/utilisateur/VirtualBox/SDA.vmdk -rawdisk /dev/sda
$ VBoxManage internalcommands createrawvmdk -filename /home/usuario/VirtualBox/SDB.vmdk -rawdisk /dev/sdb


Isso retorna a seguinte resposta para o primeiro arquivo VMDK (mesma resposta para o segundo VMDK): 
RAW host disk access VMDK file /home/usuario/VirtualBox/SDA.vmdk created successfully
. Nós temos nossa concha vazia como ponteiro, pesando 630 KB (para uma partição SDA1 de 58 GB sendo 7,25 usados). Sem perda de espaço. Idem para o SDB. 

Reestabelecimento dos direitos nos pseudo-arquivos dos discos rígidos

VirtualBox retornará um erro se você abrir a máquina virtual tendo dado previamente os direitos de /dev/sda a 600. Portanto, não podemos mais alterar os direitos de/dev/sda que restam a 666. Em compensação, podemos remeter direitos sobre /dev/sda1 e /dev/sda5 a 600 assim como sobre /dev/sdb2. 
Como administrador:
# chmod 600 /dev/sda1
# chmod 600 /dev/sda5
# chmod 600 /dev/sdb2

Configuração da maquina virtual

Nas configurações da máquina virtual, você deve escolher uma unidade existente e o arquivo VMDK. Quanto à escolha do conector, tudo dependerá da máquina real (IDE ou SATA). Conectemos esses dois arquivos VMDK na máquina virtual, tendo o cuidado de selecionar primeiro a SDA, para não correr o risco de perturbar este "Pobre" Windows com ordem dos discos. Em compensação, você também pode marcar, para cada disco VMDK, a opção Solid-State Drive que, supostamente, reiniciar. 

Reinicialização da máquina virtual

A máquina virtual funciona de primeira, sem qualquer aborrecimento. No entanto, ao seguir este tutorial, você deverá selecionar o sistema operacional a ser iniciado. A esta altura, qualquer validação de um sistema operacional não "chmodado" previamente, à criação da casca VMDK será sancionado por uma falha de inicialização. Então, não se esqueça de instalar neste sistema virtualizado as Extensões do VirtualBox! O que leva à reiniciar a máquina virtual.

As vantagens desse tipo de montagem

Qualquer atualização do sistema é diretamente explorável seja o sistema virtualização ou não. Não é mais preciso reiniciar para mudar para outro sistema operacional. Uma economia de espaço, pois você pode evitar ter duas versões: uma no disco físico e outra no virtualizado.

Desvantagens desse tipo de montagem

Pode parecer difícil de implementar. Dica inutilizável no Windows (1) no que diz respeito aos sistemas não-Microsoft. O Windows não sabe lidar com discos não-Windows e, portanto, é impossível obter direitos sobre estas partições. Dica inutilizável no Windows (2) por causa do seu modo de gerenciamento de dispositivos. No Windows, não é muito fácil saber como discos rígidos e partições são numerados e gerar o arquivo VMDK.

Avisos e lembretes importantes

Devemos "chmodar" cada dispositivo no qual desejamos poder acessar por meio da virtualização, incluindo as partições relativas ao sistema virtualizado. Qualquer omissão será punida por uma falha de inicialização. Pense em criar o arquivo VMDK que contém o selecionador de sistemas, se este selecionador estiver localizado em outro disco não relacionado diretamente (por exemplo, no Windows SDA1 e Grub no SDB). Você nunca deve montar as partições do sistema a serem virtualizadas (se for o caso, desmonte-as anteriormente). Você pode montar as partições anexas relacionados a um sistema Windows enquanto elas não contiverem o sistema a ser virtualizado. Se você montar as partições anexas relacionadas a um sistema não-Windows, você corre o risco de fracassar. Portanto, a partição/home do sistema virtualizado deve ser diferente da partição/home do sistema host.

Aviso na licença do Windows

Saiba que o fato de virtualizar uma instalação do Windows em uma máquina física leva, obrigatoriamente, a uma reativação da licença, mesmo se esta licença for oficial e já estiver ativada. Isso é explicado pelo fato de que o Windows vê uma alteração da máquina já que com a virtualização passamos de uma placa-mãe física para uma placa-mãe virtualizada. Com isso, devemos escolher entre ativar o Windows novamente e só usar a versão virtualizada ou abandonar a virtualização do Windows. Pois, precisamos saber que se ativarmos a licença para a máquina virtual, vamos ter que ativar novamente esta mesma licença assim que o sistema for iniciado realmente, sem virtualizar.

via CCM

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

iOS 9 liberado para dowload

iOS 9 liberado para dowload
iOS 9 liberado para dowload
Apple libera nona versão de seu sistema operacional para todos os usuários.

Apple disponibilizou nesta quarta-feira, 16, a nova versão do sistema operacional iOS. O sistema que chega a sua nona versão, estará disponível para quase todos os modelos da linha que roda o iOS 8, sendo eles: 4S, 5C, 5, 5S, 6, 6S, 6 Plus, 6S Plus do iPhone.

iOS 9 traz muitas mudanças interessantes. Dentre elas está a redução do espaço físico ocupado pelo sistema, que muda de 4,6 GB para impressionantes 1,8 GB.

No entanto, vale lembrar que os servidores da Maçã ficam sobrecarregados devido a quantidade de downloads feitos de forma simultânea, o que significa que a alteração não diz respeito necessariamente a uma velocidade maior de download.

Foto: © Iphonehacks.via ccm

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Windows 10 para o final de julho?

Windows 10 para o final de julho?
Windows 10 para o final de julho?
A diretora geral da AMD revelou sem querer, que o Windows 10será lançado no final de julho. A Microsoft não fez nenhum comentário. 

As empresas tentam manter em segredo a data de lançamento de seus novos produtos mas, às vezes, o segredo acaba vazando. É o que pode ter acontecido com a Microsoft em relação aoWindows 10, segundo informa o portal kioskea.es 

Durante a apresentação dos resultados financeiros do quarto trimestre da empresa AMD, a CEO,Lisa Su revelou, por engano, a data de lançamento do novo sistema operacional: "Com o lançamento do Windows 10 até o final de julho, estamos analisando o impacto do período de volta às aulas (do hemisfério norte) e acreditamos que o acúmulo de estoque poderia atrasar-se um pouco para esta época". 

Como um dos principais fabricantes de processadores, a empresa AMD provavelmente está bem informada sobre os planos da Microsoft. Além disso, ela poderia esperar a estreia do Windows 10 para o lançamento das novas placas gráficas, Radeon R9-300, que está preparando. 

Em todo o caso, a informação da AMD é bem importante pois, em março, a Microsoft, que ainda não se pronunciou sobre este vazamento, anunciou que seu novo software chegaria no meio do ano. Agora, a data de lançamento está se delineando. 

Como em ocasiões anteriores, acredita-se que a versão RTM para fabricantes do Windows 10 chegará em junho, um mês e meio antes da data do lançamento oficial. 

Foto: © Creative Commons - Flickr: download.net.pl.via kioskea.

sábado, 4 de abril de 2015

Futuramente, Windows pode se tornar uma plataforma open source

Futuramente, Windows pode se tornar uma plataforma open source
Windows
O Windows e o Office podem ser considerados a galinha dos ovos de ouro da Microsoft, mas a empresa está considerando tornar o código do seu famoso sistema operacional open source. Ou seja, ela pode oferecer o código base do SO de graça, como Linux e Android.

Durante uma sessão de painel de tecnologia no Vale do Silício, Mark Russinovich, um dos principais engenheiros da empresa, disse que "é definitivamente possível" que o Windows se torne uma plataforma de código aberto. Mark ajudou a construir o Windows, é CTO do Windows Azure e carrega um dos títulos mais respeitados na maior empresa de software do mundo: Microsoft Technical Fellow – posição mais sênior da área técnica da empresa.

Ele acredita que o mundo da tecnologia mudou, e muitas empresas têm optado pelo uso de sistemas open source, o que indica que a Microsoft deve adotá-lo também. Atualmente, a empresa já permite o uso do Linux em sua plataforma de computação na nuvem, o Azure.

"A Microsoft não tem uma longa tradição em open source, e por isso essa transformação é um grande aprendizado", disse Mark.  Ele também pontuou que o processo de abertura de um código tão complexo não é fácil, por isso exige muito cuidado e trabalho.

No final do ano passado, a Microsoft também transformou o .NET numa plataforma de código aberto, com o objetivo de estendê-la a novos desenvolvedores e permitir que eles possam produzir para uma variedade maior de plataformas.

É claro que a Microsoft não vai abrir o seu código fonte da noite para o dia, afinal o Windows ainda é parte muito importante da receita da companhia. Porém, a Microsoft possui outras formas de ganhar dinheiro, incluindo os serviços do Azure. A empresa também ganha bilhões de dólares com as patentes usadas na plataforma móvel do Google, seu rival Android. 

O caminho da Microsoft para tornar o Windows uma plataforma open source ainda é longo e sinuoso, e muitas pessoas sempre se perguntaram se algum dia isso iria realmente acontecer. Apesar de não ter dados muitos concretos sobre essa possibilidade, é importante saber o que um profissional do alto escalão da companhia tem a dizer sobre o assunto.

Via Wired


Matéria completa: http://canaltech.com.br

segunda-feira, 23 de março de 2015

Novidades da atualização do iOS 8.3

Novidades da atualização do iOS 8.3
Novidades da atualização do iOS 8.3
Com a novidade na atualização do iOS 8.3, será possível que os usuários consigam fazer downloads de aplicativos, bem como outros conteúdos gratuitamente por meio da App Store e iTunes Store sem precisar de uma senha. Esta opção está disponível para teste nas configurações de ambas as ferramentas do sistema. 

Denominado de "Password Settings", que em inglês significa "Configuração de Senha", o recurso fica logo abaixo do ID Apple do usuário. Ao tocar na tela, a pessoa já é direcionada à outra tela, na qual há como escolher algumas configurações, como por exemplo: se a senha deve ser exigida sempre ou somente 15 minutos após o primeiro download. Apesar de ambas as opções já estarem disponíveis anteriormente, mas se encontram nas configurações de restrições. 

Porém, a plataforma irá contar com outra opção totalmente nova: com ela, o usuário escolhe se fará o download de livros, músicas, aplicativos gratuitos e demais conteúdos gratuitos da iTunes Store nem precisar digitar sua senha, o que representa uma funcionalidade inédita aos usuários. No entanto, até o momento este recurso ainda não está habilitado no caso das versões de testes do iOS 8.3, mas deverá ser ativada assim que a edição for disponibilizada ao público. 

A nova configuração deve desaparecer assim que o Touch ID estiver ativado, o que faz sentido, uma vez que inserir a senha digital na Home não é tão difícil quanto colocar um código com quatro caracteres.
via kioskea.

sábado, 21 de março de 2015

Android se mantém como o preferido para desenvolvedores móveis

Android se mantém como o preferido para desenvolvedores móveis
Apps economy

Um estudo confirma que a melhor plataforma para aplicativos é o Android, ao ser eleito por 71% dos desenvolvedores móveis entrevistados.

No entanto, os criadores para iOS obtêm maior renda por mês

Atualmente o chamado fenômeno econômico ‘App Economy’ está mudando, gerando novas oportunidades e se tornando mais competitivo em todo o mundo. Calcula-se que existem aproximadamente 5,5 milhões de desenvolvedores móveis de aplicativos, segundo estima a consultoria especializada Vision Mobile.

Em seu último estudo, “State of the Developer Nation QI 2015”, que conta com a participação de 8 mil desenvolvedores de 143 países, entre os que se destacam EUA, China, Israel e Brasil, indica que o crescimento direto das rendas das lojas de aplicações vem se desacelerando em momentos nos quais o setor representa uma das maiores fontes de emprego no mundo.

Além disso, confirma que a melhor plataforma para aplicativos é o Android, ao ser eleito por 71% dos desenvolvedores móveis, enquanto que 54% preferem iOS, 30% optam por Windows Phone, 25% por HTML e 21% e 14% elegem Windows 8 e BlackBerry 10, respectivamente.

Apesar da maioria optar pelo Android, é o sistema operacional iOS que gera mais receita mensal para as empresas criadoras de apps.

App Economy/App Creativa

Por outra parte, as lojas de aplicações crescem todos os dias a um ritmo impressionante, porém experimentam uma desaceleração. Sobre a faturação dos desenvolvedores, a firma de análises estima que 9% deles atuam no setor de mobile commerce, 37% procuram faturar em lojas online, 36% obtêm arrecadações com publicidade, 25% trabalham com contratos para terceirizar softwares, enquanto que 18% e 34% lucram com assinaturas e geram receita por outras fontes, respectivamente. Temos que considerar que cada desenvolvedor pode gerar renda em dois ou mais desses setores.

Apesar disso, no campo dos salários a consultoria afirma que 17% dos desenvolvedores de apps não recebem receita nenhuma, enquanto 18% ganham no mínimo US$ 100 e outros 17% arrecadam entre US$ 100 e US$ 1.000. Ao todo, 52% recebem menos de US$ 1.000 por seu trabalho, evidenciando um duro cenário para gerar lucro com os serviços que oferecem.

É nesse panorama, de dura competência, onde aparecem as melhores ideias. Conceito que já tem sido assumido pelas empresas que procuram melhores maneiras de fazer dinheiro com seus apps.

Mais dados

Em 2015 as aplicações móveis vão gerar um ingresso de US$ 420 bilhões no mundo, sendo a maior parte dessa faturação sobre a venda de produtos e serviços (comércio móvel) com US$ 300 bilhões.

Cabe destacar que a economia das aplicações móveis, conhecida como ‘App Economy’, ajuda a criar diversos empregos no mundo. Só na Europa gerou um milhão de postos de trabalho, aliviando a crise de países como Espanha, por exemplo.

No Brasil, apesar do setor ser relativamente novo, já que teve relevância a partir de 2012, está crescendo acima da média do setor de Tecnologia da Informação de outros países, o qual pode favorecer seu consumo interno, representando desafios e muitas oportunidades.

Segundo previsão da consultoria IDC, o desenvolvimento e implementação de aplicações no Brasil seguirá acelerado em 2015. Para 2018 a previsão é que movimente US$ 1,344 milhões, mas também os desenvolvedores terão que se adaptar às mudanças da arquitetura das aplicações, assim como a mão de obra qualificada. IDC afirma que as metodologias ágeis de desenvolvimento e DevOps vão ganhar destaque nesse contexto.

Por outra parte, a remuneração de um desenvolvedor de apps no Brasil é bastante relativa, pois depende mais das habilidades do profissional. No início pode-se ganhar entre R$3mil e R$ 5mil, já no nível sênior, seu salário pode variar entre R$8mil e R$ 15mil, afirma Carlos Querido, professor de Novas Mídias e Jogos Digitais e também Diretor da Escola Técnica Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Fonte: http://www.psafe.com/blog

5 sinais que mostram que você deve migrar para o Linux

5 sinais que mostram que você deve migrar para o Linux
Linux
Linux já foi visto como um verdadeiro bicho de sete cabeças incompreensível e quase inutilizável pelos reles mortais, mas esse tempo passou. Atualmente, existe um sem número de distribuições Linux altamente amigáveis para o usuário final, portanto migrar para uma delas não é algo exatamente difícil.

De qualquer forma, se você ainda está em dúvida, aqui vão alguns sinais de que talvez você deva fazer a migração. Isso é, algumas características de uso do Windows podem indicar se você vai encontrar um campo fértil para as suas necessidades de uso ao escolher uma distribuição.

1. Preferência por software livre


Uma das principais características que “denunciam” a sua pré-disposição para o Linux é a adoção de software livre. Logicamente que no Linux há uma série de aplicativos “fechados”, ou seja, que não são open source, mas normalmente a base de tudo ali é a liberdade.

Se você nutre apreço por aplicativos desenvolvidos pela comunidade, ou então aqueles em que os desenvolvedores abrem seus códigos, algo que costuma incrementar a segurança e agilizar o desenvolvimento de tudo, optar por uma distribuição Linux pode ter mais a ver com seu perfil.

Mudar para Linux


2. Vontade de ter controle completo sobre o sistema


Usar Windows é, muitas vezes, esbarrar em uma série de limitações. Algo comum para um sistema operacional amplamente utilizado por leigos e por usuários mais experientes, o sistema tem vários entraves que dificultam o controle completo sobre inúmeras de suas funções — além de vir pré-configurado de forma a ser o mais automático possível, o que nem sempre é interessante.

Então, se você é o tipo de usuário que gosta de comandar as coisas, de configurar o que der, de resolver as coisas sozinho, então essa é mais uma característica que o torna propenso a instalar uma distribuição Linux em sua máquina.

3. Apreço por mudanças de visual


Usar o Windows tem significado cada vez menos alterações visuais e o sistema mantém sempre o mesmo aspecto gráfico na Área de Trabalho. Se por um lado isso é bom para quem não gosta de ter que se adaptar a novidades, aqueles que buscam uma experiência mais personalizada acabam se frustrando

No Linux, em basicamente qualquer distribuição, você tem as duas coisas sempre à mão. Isso porque há uma quantidade enorme de ambientes que podem ser instalados no sistema para torná-lo ainda mais variado. E, normalmente, isso pode ser feito sem muito trabalho, algo sempre importante.

4. Gosto por linhas de comando


Vamos dizer que você não se acanha em resolver problemas do Windows usando linhas de comando quando isso é preciso. Muito da má fama, digamos assim, do Linux vem exatamente do fato do sistema ser centrado nas linhas de comando, embora isso também tenha mudado.

Hoje em dia, as principais distribuições para usuários domésticos oferecem todos os seus recursos com interface gráfica, mas ainda há soluções que muitas vezes são mais práticas de serem alcançadas por meio das outrora temidas linhas de comando. Aliás, esse ponto se associa perfeitamente ao que trata de um maior controle do sistema, pois não há nada que não possa ser feito por meio do Terminal.

5. Preferência por jogos indies


Este é um ponto interessante. Outro ponto negativo das distribuições Linux é exatamente a ausência de grandes jogos, mas isso também vem mudando — o Steam, por exemplo, tem versão oficial para Ubuntu e já conta com mais de mil jogos disponíveis para o sistema do pinguim.

Mudar para Linux

Entretanto, se o seu negócio na hora de jogar no PC é fortalecer a cena de games indies, mudar para Linux não será nenhum problema. Além de plataformas como Steam e Desura, que oferecem um grande número de jogos independentes, é comum que os desenvolvedores ofereçam versões para o sistema livre, ampliando sua comunidade de jogadores.

Essas dicas podem dar uma luz no pensamento de quem está pensando em mudar de sistema operacional. Lembrou de mais alguma característica que “denuncia” uma pré-disposição para usar Linux? Escreva nos comentários!


Matéria completa: http://canaltech.com.br