sábado, 4 de junho de 2016

Os casemods mais legais da Computex: Capitão América, Algodão doce e +



É difícil encontrar uma comunidade mais apaixonada pelo que faz do que os case modders, que também marcaram presença na Computex 2016. Veja alguns destaques dessa área.

Trilhas por Epidemic Sound
http://www.epidemicsound.com/

Acompanhe o Canaltech!
Newsletter, apps, podcast, redes sociais: http://www.canaltech.com.br/360

Análises, dicas e matérias: segundas a sextas
CT Entrevista: segundas
CT Responde: terças
DicaDeApp: terças e quintas
Inovação²: segundas, quartas e sextas
CTNews: Sextas

Intel anuncia novos processadores da 7a geração [Computex 2016]



A Intel confirmou na Computex 2016 que a 7a geração de seus processadores da família Kaby Lake deve ser apresentada em breve ao mercado. Ela entra em produção já nas próximas semanas e, até o fim do ano, chegam às lojas.

Trilhas por Epidemic Sound
http://www.epidemicsound.com/

Acompanhe o Canaltech!
Newsletter, apps, podcast, redes sociais: http://www.canaltech.com.br/360

Análises, dicas e matérias: segundas a sextas
CT Entrevista: segundas
CT Responde: terças
DicaDeApp: terças e quintas
Inovação²: segundas, quartas e sextas
CTNews: Sextas

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Mito - Otimizar os Core i5 e i7 versão "K" para games

Mito - Otimizar os Core i5 e i7 versão "K" para games


Mito

Fazer um overclocking em um core i5 ou core i7 versão "K" é muito melhor do que em um modelo convencional, para os videogames.

Realidade

Falso

Explicação

Houve um tempo onde o overclocking era uma prática comum para uma série de processadores populares alcançar um desempenho próximo ao de um modelo com uma tarifa bem mais elevada, graças ao seu potencial importante em aumentar a sua frequência. Por exemplo, um Core 2 Duo E4300 cadenciado originalmente em 1.8 Ghz poderia facilmente atingir os 3 GHz executando este procedimento! 

Hoje em dia, a Intel disparou o alarme anunciando o final dessa prática e a limita, por um lado, aos seus computadores high-end e, por outro lado, obrigando a montar tudo em uma placa-mãe equipada com um chipset também high-end, para poder aproveitar desse procedimento. Para coroar essa medida, a Intel conseguiu a proeza de fazer economia com um argumento que nos obriga, na verdade, a gastar mais. 

Esta constatação, obviamente, obrigou a maior parte dos profissionais do overclocking a abandonar as plataformas modernas para tentar quebrar recordes nos hardwares mais antigos. O Overclocking tornou-se, então, essencialmente um argumento de marketing para os "gamers" enquanto que o seu interesse para este uso, na verdade, roça a fronteira do nada. 

Resultado, não espere ganhar mais de 15% na frequência sem gastar uma fortuna com o resfriamento, por exemplo, no caso de um Core i7-6700K. O processador sendo um componente secundário para os videogames, bem atrás da placa-gráfica, este mesmo ganho se traduz em uma melhoria de um 3% minúsculo do frame rate (quadros) em média nos jogos! (7% constatados em um i5-6600K). Quanto à RAM, o ganho é ainda menor quando nos divertimos em comparar barras (cartas encaixadas em conectores) às frequências de funcionamento diferentes.

via CCM

Novos processadores da Intel serão mais lentos e mais eficientes

Novos processadores da Intel serão mais lentos e mais eficientes
A informação foi divulgada em entrevista ao site norte-americano Technology Review do MIT. As razões para o problema são diversas, mas o principal nó que pode comprometer o avanço do ponto de vista da performance bruta na fabricação de processadores são os limites físicos do silício, material usado para confeccionar microchips.
Limites físicos do silício e competição pesada com tecnologias mais eficientes explicam a necessidade de se criar processadores mais econômicos, ainda que mais lentos (Foto: Divulgação/Intel)Limites físicos do silício e competição pesada com tecnologias mais eficientes explicam a necessidade de se criar processadores mais econômicos, ainda que mais lentos (Foto: Divulgação/Intel)
Atualmente, a Intel fabrica processadores de silício em um processo de manufatura de 14 nanômetros. No caso dos microchips, a medida aponta a distância que existe entre um transistor e outro produzido na pastilha. Quanto menor ela for, em tese, menor é a quantidade de energia necessária para fazer a CPU operar corretamente. 
Com isso, ao longo dos anos, tanto a AMD quanto a Intel buscaram encolher suas arquiteturas: diminuindo os nanômetros, é possível fazer com que novos processadores atinjam registros de velocidade mais altos, ainda que consumindo a mesma quantidade de energia de versões mais antigas.
Todo esse ciclo, no entanto, se desenvolve por décadas e está para terminar por causa dos limites físicos, até aqui considerados intransponíveis, de até onde se pode ir nessa miniaturização. Nas estimativas mais positivas, acredita-se que não é possível fabricar microchips baseados em silício com distâncias menores do que 5 nanômetros.
Sem poder encolher mais os processadores como forma de elevar a velocidade, a Intel terá que concentrar o desenvolvimento em outras frentes, como a eficiência energética.
Menor consumo
Outro fator importante para compreender a motivação da Intel em colocar o pé no freio e encarar os novos ciclos de processadores sob uma perspectiva de eficiência energética está na concorrência pesada que seus produtos começam a sentir de CPUs construídas com design ARM, extremamente econômicas.
Associados com dispositivos menos poderosos, e com celulares e tablets, processadores ARM já começam a se tornar opções viáveis em servidores. Nesse tipo de mercado, quanto menos energia um processador consome, mais atraente se torna para os grandes compradores.
Você deve se preocupar?
Para quem usa computadores para lazer e navegar na Internet, as preocupações devem ser mínimas. No fundo, o ritmo de desenvolvimento menos acelerado em termos de performance pode significar menor necessidade de upgrades.
Outro reflexo positivo para o usuário comum é o fato de que processadores que gastam menos serão mais amigáveis com a bateria do notebook, smartphone e tablet.
Saídas para o futuro
Foco no aumento da eficiência em detrimento da performance pode significar o fim da necessidade dos upgrades constantes (Foto: Divulgação/Intel)Foco no aumento da eficiência em detrimento da performance pode significar o fim da necessidade dos upgrades constantes (Foto: Divulgação/Intel)
O grande problema de processadores que ficam mais lentos a cada ano, e não mais rápidos, são impactos sensíveis no desenvolvimento tecnológico como um todo, já que sem poder extra de processamento, criadores de software e de novos projetos acabam limitados em seus ciclos.
Para evitar esse cenário, há uma grande quantidade de pesquisas no mundo todo em busca do substituto do silício como matéria-prima para a fabricação de processadores. Materiais como grafeno, germânio, além de outras ideias exóticas que envolvem carbono e nanotubos, são consideradas para o futuro.
Fonte: TechTudo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Intel apresenta robô na CES 2016

Intel apresenta robô na CES 2016
Intel apresenta robô na CES 2016
Empresa mostra durante feira de tecnologia novo hoverboard que pode virar um robô.

A Intel apresentou na CES deste ano uma versão de hoverboard.

O veículo individual de duas rodas, desenvolvido em parceria com a Ninebot e a Segway, pode agora ser transformado em um robô.

Segundo a Intel, que costuma chamar o aparelho de "transportador pessoal", a novidade do dispositivo trará muitos benefícios aos usuários.

O equipamento consegue realizar, no modo robô, tarefas dentro da residência, além de atender os convidados do usuário na porta.

Ele também pode transmitir vídeos, seguir o proprietário e até mesmo expressar emoções em seu display.

O veículo usa a tecnologia Real Sense que serve para reconhecer vozes e identificar o que há no local onde ele se encontra.

A novidade deverá chegar ao mercado no segundo semestre deste ano juntamente com um kit para desenvolvedores, que ajudarão a melhorar o equipamento e a criar novas ferramentas de uso.


Foto: © Thevergevia ccm