terça-feira, 9 de setembro de 2014

Karl Marx

A Exploração do Homem pelo próprio Homem

Vida e Obra
Economista, filósofo e socialista alemão, Karl Marx nasceu em Trier em 5 de Maio de 1818 e morreu em Londres a 14 de Março de 1883. Estudou na universidade de Berlim.
Em 1844, conheceu em Paris Friedrich Engels, começo de uma amizade íntima durante a vida toda. Foi, no ano seguinte, expulso da França, radicando-se em Bruxelas e participando de organizações clandestinas de operários e exilados. Ao mesmo tempo em que na França estourou a revolução, em 24 de fevereiro de 1848, Marx e Engels publicaram o folheto O Manifesto Comunista, primeiro esboço da teoria revolucionária que, mais tarde, seria chamada marxista.

Em 1867 publicou Marx o primeiro volume de sua obra mais importante: O Capital. É um livro principalmente econômico, resultado dos estudos no British Museum, tratando da teoria do valor, da mais-valia, da acumulação do capital etc.
Marx reuniu documentação imensa para continuar esse volume, mas não chegou a publicá-lo. Os volumes II e III de O Capital foram editados por Engels, em 1885 e em 1894. Outros textos foram publicados por Karl Kautsky como volume IV (1904-10).

MATERIALISMO HISTÓRICO
Na teoria marxista, o materialismo histórico pretende a explicação da história das sociedades humanas, em todas as épocas, através dos fatos materiais, essencialmente econômicos e técnicos. A sociedade é comparada a um edifício no qual as fundações, a infra-estrutura, seriam representadas pelas forças econômicas, enquanto o edifício em si, a superestrutura, representaria as idéias, costumes, instituições (políticas, religiosas, jurídicas, etc). A propósito, Marx escreveu, na obra A Miséria da filosofia (1847) na qual estabelece polêmica com Proudhon:

“As relações sociais são inteiramente interligadas às forças produtivas. Adquirindo novas forças produtivas, os homens modificam o seu modo de produção, a maneira de ganhar a vida, modificam todas as relações sociais. O moinho a braço vos dará a sociedade com o suserano; o moinho a vapor, a sociedade com o capitalismo industrial”.

AS LUTAS DE CLASSE

Pretendendo caracterizar não apenas uma visão econômica da história, mas também uma visão histórica da economia, a teoria marxista também procura explicar a evolução das relações econômicas nas sociedades humanas ao longo do processo histórico.

Haveria, segundo a concepção marxista, uma permanente dialética das forças entre poderosos e fracos, opressores e oprimidos, a história da humanidade seria constituída por uma permanente luta de classes, como deixa bem claro a primeira frase do primeiro capítulo d’O Manifesto Comunista:

    “A história de toda sociedade passado é a história da luta de classes”.


Para Marx os trabalhadores estariam dominados pela ideologia da classe dominante, ou seja, as idéias que eles têm do mundo e da sociedade seriam as mesmas idéias que a burguesia espalha. Para Marx, quanto mais o mundo se unifica economicamente mais ele necessita de socialismo.

Marx tentou demonstrar que no capitalismo sempre haveria injustiça social, e que o único jeito de uma pessoa ficar rica e ampliar sua fortuna seria explorando os trabalhadores, ou seja, o capitalismo, de acordo com Marx é selvagem, pois o operário produz mais para o seu patrão do que o seu próprio custo para a sociedade, e o capitalismo se apresenta necessariamente como um regime econômico de exploração, sendo a mais-valia a lei fundamental do sistema.

MARX E A LUTA DE CLASSE

Luta de classes foi a denominação dada por Karl Marx, ideólogo do comunismo juntamente com Friedrich Engels, para designar o confronto entre o que consideravam os opressores (a  burguesia) e os oprimidos (o proletariado), consideradas classes antagônicas e existentes no modo de produção capitalista. A luta de classes se expressa nos terrenos econômico, ideológico e político. 

Ela teria começado com a criação da propriedade privada dos meios de produção. A partir daí, a sociedade passou a ser dividida entre proprietários(burguesia) e trabalhadores (proletariado),ou seja, possuidores dos meios de produção e possuidores unicamente de sua força de trabalho.

MAIS-VALIA

Karl Marx chama a atenção para o fato de que os capitalistas, uma vez pago o salário de mercado pelo uso da força de trabalho, podem lançar mão de duas estratégias para ampliar sua taxa de lucro: estender a duração da jornada de trabalho mantendo o salário constante - o que ele chama de mais-valiaabsoluta; ou ampliar a produtividade física do trabalho pela via da mecanização - o que ele chama de mais-valia relativa. Em fazendo esta distinção, Marx rompe com a idéia ricardiana do lucro como "resíduo" e percebe a possibilidade de os capitalistas ampliarem autonomamente suas taxas de lucro sem dependerem dos custos de simples reprodução física da mão-de-obra.

SOCIALISMO

A História das Idéias Socialistas possui alguns cortes de importância. O primeiro deles é entre os socialistas Utópicos e os socialistas Científicos, marcado pela introdução das idéias de Marx e Engels no universo das propostas de construção da nova sociedade. O avanço das idéias marxistas consegue dar maior homogeneidade ao movimento socialista internacional.

Pela primeira vez, trabalhadores de países diferentes, quando pensavam em socialismo, estavam pensando numa mesma sociedade - aquela preconizada por Marx - e numa mesma maneira de chegar ao poder.

COMUNISMO

As idéias básicas de Karl Marx estão expressas principalmente no livro O Capital e n'O Manifesto Comunista, obra que escreveu com Friedrich Engels, economista alemão. Marx acreditava que a única forma de alcançar uma sociedade feliz e harmoniosa seria com os trabalhadores no poder. Em parte, suas idéias eram uma reação às duras condições de vida dos trabalhadores no século XIX, na França, na Inglaterra e na Alemanha. Os trabalhadores das fábricas e das minas eram mal pagos e tinham de trabalhar muitas horas sob condições desumanas.

Marx estava convencido que a vitória do comunismo era inevitável. Afirmava que a história segue certas leis imutáveis, à medida que avança de um estágio a outro. Cada estágio caracteriza-se por lutas que conduzem a um estágio superior de desenvolvimento. O comunismo, segundo Marx, é o último e mais alto estágio de desenvolvimento.

KARL MARX

Fonte: http://weliandreicampelo.blogspot.com.br/2012/04/karl-marx.html
Por: Prof Weliandrei Campêlo

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

MAX WEBER

MAX WEBER

AÇÃO SOCIAL

MAX WEBER  (1864-1920)
Sociólogo e Cientista Político alemão, considerado um dos mais importantes pensadores modernos, ele foi um dos fundadores clássicos da Sociologia.
Criou a Sociologia da Religião, na qual desenvolvia estudos comparados entre a história econômica e a história das doutrinas religiosas.

Max Weber ...
Nasceu na cidade de Erfurt (Alemanha), numa família de burgueses liberais.
Desenvolveu estudos de direito, filosofia, história e sociologia, constantemente interrompidos por uma doença que o acompanhou por toda vida.

Iniciou a carreira de professor em Berlim e, em 1895, foi catedrático na universidade de Heidelberg. Foi também um dos primeiros cientistas sociais a chamar a atenção para o fenômeno da burocracia, não só no Estado moderno mas também ao longo da História. De acordo com ele, a Sociologia deveria estudar o sentido da ação humana individual, que deve ser buscado pelo método da interpretação e da compreensão.

Weber preocupava-se ainda com a responsabilidade social dos cientistas políticos e defendia a busca de neutralidade na vida acadêmica e na investigação científica. É a conduta humana, pública ou não, a que o agente atribui significado subjetivo; acentua a importância de ser a ação social uma espécie de conduta que envolve significado para o próprio agente.

Max Weber e seu pensamento
As teorias de Weber exerceram grande influência sobre as Ciências Sociais a partir da década de 1920. Em uma de suas obras mais conhecidas, procurou demonstrar a existência de uma estreita ligação entre a ética protestante e ascensão do capitalismo.
Principais Obras: A ética protestante e o espírito do capitalismo (1905);
       Economia e Sociedade (publicada postumamente em 1922).

Weber e a dominação
No cerne de relações sociais, moldadas pelas lutas, Max Weber percebe de fato a dominação, dominação esta, assentada em uma verdadeira constelação de interesses, monopólios econômicos, dominação estabelecida na autoridade, ou seja, o poder de dar ordens, por isso ele acrescenta a cada tipo de atividade tradicional, afetiva ou racional um tipo de dominação particular.

Segundo a perspectiva de Weber, o caráter particular e específico de cada formação social e histórica deverá ser respeitada.
O conhecimento histórico, entendido como a busca de evidências, torna-se um poderoso instrumento para o cientista social.

Weber  e suas perspectivas...
Weber consegue dominar duas perspectivas:
A Histórica: que respeita as particularidades de cada sociedade;
A Sociológica: que ressalta os elementos mais gerais de cada fase do processo histórico.

MAX WEBER E AÇÃO SOCIAL
O objeto de investigação é a AÇÃO SOCIAL, a conduta humana dotada de sentido, isto é, de uma justificativa subjetiva e elaborada.
É o agente social que dá sentido à sua ação: estabelece a conexão entre o motivo da ação, a ação propriamente dita e seus efeitos.
Para Weber, as normas sociais só se tornam concretas quando se manifestam em cada indivíduo sob a forma de motivação.

Para Weber ...
Cada indivíduo age levado por motivos que resultam da influência da tradição, dos interesses racionais e da emotividade.
A tarefa do cientista era descobrir os possíveis sentidos da ação humana.
O cientista, como todo indivíduo em ação, age guiado por seus motivos, sua cultura, sua tradição.

Portanto ...
Para a sociologia Weberiana, os acontecimentos que integram o social tem origem nos indivíduos. Qualquer que seja a perspectiva adotada por um cientista, ela será sempre parcial. Um mesmo acontecimento pode ter causas econômicas, políticas e religiosas, sem que nenhuma dessas causas seja superior à outra em significância.

Referência
COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade.
São Paulo: Moderna, 2005.

Fonte: http://weliandreicampelo.blogspot.com.br/2012/04/max-weber.html
Por: Prof Weliandrei Campêlo
Foto: Wikipédia.

DÚVIDA METÓDICA


O exercício da dúvida por Descartes
A reflexão filosófica que enfatiza ao extremo o ato de duvidar é chamada de DÚVIDA METÓDICA, do filósofo francês Renê Descartes.

Aprendendo a DUVIDAR
Trata-se de um exercício da dúvida em relação a tudo o que ele conhecia ou pensava até então verdadeiro.
Dúvida Metódica: porque a dúvida vai se ampliando passo a passo, de maneira ordenada e lógica.
Dúvida Radical: a dúvida vai atingindo tudo e chega a um ponto extremo em que não é possível ter certeza de nada, nem de que o mundo existe.

OBS.: A dúvida metódica costuma ser chamada também de dúvidahiperbólica (maior do que o normal, exagerada).

Segundo Descartes...
Uma ideia falsa ou incerta não pode ser o fundamento de uma boa explicação.
Em sua obra Discurso do método, ele trata sobre o critério da evidência.


NOTA:
Uma ideia é evidente quando se apresenta com tamanho grau de clareza edistinção ao intelecto – que não traz qualquer dúvida.

Observações...
Duvidosa, portanto, é toda ideia que não pode ser demonstrada com mesma clareza, que não passa totalmente pelo crivo da razão.
Critério: princípios e normas que se estabelecem para orientar alguma tarefa, conduzir;
Distinção: maneira com que uma ideia ou percepção se distingue e se diferencia de outra; diferenciação.

A dúvida sobre as ideias que nascem dos sentidos
Descartes questiona os sentidos como fonte segura de conhecimento;
Descartes argumenta que o conhecimento que se origina das percepções sensoriais não é confiável, pois muitas vezes elas nos enganam.
É o argumento do erro dos sentidos.

Fonte: http://weliandreicampelo.blogspot.com.br/2012/04/duvida-metodica.html
Por: Prof Weliandrei Campêlo

A EXISTÊNCIA DA ÉTICA

Senso Moral e Consciência Moral
SENSO MORAL:   Norteia atitudes que passam com o tempo a ser uma forma de conduta do ser humano para que ele tenha a capacidade de optar pelo caminho mais adequado para resolver seus problemas.

É todo esse projeto de formação de caráter que molda a consciência moral do indivíduo.
CONSCIÊNCIA MORAL: Diz respeito ao modo como julgamos as situações.

Podemos entender que...
O senso moral e a consciência moral julgam e absorvem valores; como justiça, integridade, honradez, honestidade etc., além de sentimentos, como culpa, vergonha, amor, dúvida, medo, que conjuntamente agrupam as decisões que vamos tomar a partir de nossa consciência moral.

Enfim, é um processo de valorização do conhecimento, do que deve ser, separado entre o bem e o mal, ou entre o bom e o mau.

O Senso moral é a maneira como avaliamos nossa situação e a de nossos semelhantes segundo ideias como as de justiça e injustiça.
É a avaliação de nosso comportamento segundo ideias como as de certo e errado, ou seja, é, a maneira como avaliamos a conduta e a ação de outras pessoas segundo ideias como as de mérito e grandeza de alma.

Consciência Moral
Não se limita aos nossos sentimentos morais, mas se refere também às avaliações de conduta que nos levam a tomar decisões por nós mesmos, a agir em conformidade com elas e a responder por elas perante os outros.
O senso moral e a consciência moral referem-se a valores, a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e as decisões que conduzem a ações e consequências para nós e para os outros.

Os sentimentos e as ações morais são aquelas que dependem apenas de nós mesmos, que nascem de nossa capacidade de avaliar e decidir por nós mesmos e não levados por outros ou obrigados por eles; em outras palavras, o senso e a consciência morais têm como pressuposto fundamental a ideia de liberdade do agente.

Fonte: http://weliandreicampelo.blogspot.com.br/2012/04/existencia-da-etica.html
Por: Prof Weliandrei Campêlo

PRINCIPAIS PERÍODOS DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA

Principais períodos da Filosofia
A filosofia esta dividida em ralação à história da sociedade ocidental.
FILOSOFIA ANTIGA (do séc. VI a.C. ao século VI d.C);
FILOSOFIA PATRÍSTICA (do séc. I ao século VII)
FILOSOFIA MEDIEVAL (do séc. VIII ao séc. XIV)
FILOSOFIA DA RENASCENÇA (séc. XIV)
FILOSOFIA MODERNA (do século VVII a meados do séc. XVIII)
FILOSOFIA DA ILUSTRAÇÃO OU ILUMINISMO (séc. XVIII ao início do séc. XIX)
FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA


Filosofia Antiga: Compreende os quatro grandes períodos da filosofia grego-romana, indo dos pré-socráticos aos grandes sistemas do período helenístico.

Filosofia Patrística: Inicia-se com as epístolas de Paulo e o Evangelho de São João e termina no séc. VIII, quando teve início a filosofia medieval. É conhecida como Patrística pois teve intensa participação de Paulo e João, mas também dos chamados Padres da Igreja, os primeiros dirigentes espirituais e políticos do Cristianismo, após a morte dos apóstolos. Visava conciliar a nova religião –cristianismo com o pensamento filosófico dos gregos e romanos. A filosofia Patrística tem a tarefa religiosa da evangelização e à defesa da religião cristã contra os ataques teóricos e morais que recebia dos antigos. Foi de alguma forma obrigada a introduzir ideias desconhecidas para os filósofos greco-romanos: a ideia de criação do mundo a partir do nada, de pecado original do homem e etc. Com Santo Agostinho e Boécio, a ideia de “homem interior”, isto é, da consciência moral e do livre-arbítrio da vontade, onde o home escolhe entre o bem e o mal. Para impor essas concepções, foram criados os decretos divinos, dogmas. Que seriam verdades irrefutáveis e inquestionáveis. Com isso, surge uma distinção, desconhecida pelos antigos, entreverdades reveladas ou da fé e verdades da razão  ou humanas, ou seja, entreverdades sobrenaturais e verdades naturais.
Obs.: Desta forma, o grande tema de toda a filosofia Patrística é o da possibilidade ou impossibilidade de conciliar a razão com a FÉ.

Filosofia Medieval: Abrange pensadores europeus, árabes e judeus. É o período em que a Igreja Romana dominava a Europa, ungia e coroava reis, organizava Cruzadas à Terra Santa.
  

Filosofia da Renascença: É marcada pela descoberta de obras de Platão desconhecidas na Idade Média e de novas obras de Aristóteles, que passam a ser lidas em grego e receber novas traduções latinas, mais acuradas e fiéis.
 

Três Grandes linhas de Pensamento da Renascença
1 - Aquela proveniente da leitura de três diálogos de Platão (Banquete, Fédon, Fedro).
2 - Aquela originária dos pensadores florentinos, que valorizava a vida ativa (a política) e defendia a liberdade das cidades italianas contra o Império Romano-Germânico, isto é, contra o poderio dos papas.
3 - Aquele que propunha o ideal do homem como artífice de seu próprio destino.

Obs.: Essas três grandes linhas  de pensamento explicam por que se costuma falar  no humanismo como traço predominante da Renascença, uma vez que nelas o homem é valorizado, colocado como centro do Universo, defendido em sua liberdade e em seu poder criador e transformador. As descobertas marítimas ajudou a intensa atividade teórica e prática. Essa efervescência cultural e política levou a críticas profundas à Igreja Romana, culminando  na Reforma Protestante, baseada na ideia de liberdade de crença e de pensamento.

Filosofia Moderna
Conhecido como o Grande Racionalismo Clássico. Tenta vencer o Ceticismo. Para vencer o ceticismo e restaurar o ideal filosófico da possibilidade do conhecimento racional verdadeiro e universal. Os principais pensadores desse período foram: Franciis Bacon, Descartes, Galileu, Pascal, Hobbes, Espinosa, Newton, dentre outros.

Filosofia do Iluminismo
Nesse período também  crê nos poderes da razão, chamada As luzes. Nesse período há grande interesse pelas ciências que se relacionam com a ideia de transformação progressiva. Há igualmente grande interesse e preocupação com as artes, na medida em que elas são a expressão por excelência do grau de progresso de uma civilização. Os principais pensadores do período foram: Hume, Voltaire, Rouseau, Kant entre outros.

Filosofia Contemporânea
Abrange o pensamento filosófico que vai de meados do século XIX e chega aos nossos dias.
Por ser o mais próximo de nós, torna-se mais complexo, mais difícil de definir, pois existem várias correntes. 

Fonte: http://weliandreicampelo.blogspot.com.br/2012/04/principais-periodos-da-historia-da.html
Por: Prof Weliandrei Campêlo.