sábado, 6 de fevereiro de 2016

FX ou Série A? As diferenças entre os processadores da AMD

FX ou Série A? As diferenças entre os processadores da AMD
Com as diferenças nos componentes, no momento de uma compra o consumidor precisa encarar as vantagens técnicas para definir qual é a melhor solução. Confira tudo sobre os processadores e acabe com as dúvidas na hora de investir no computador.
O que são APUs?
APUs são processadores da AMD que unem CPU e GPU num mesmo pacote (Foto: Divulgação/AMD)APUs são processadores da AMD que unem CPU e GPU em um mesmo pacote (Foto: Divulgação/AMD)
A AMD chama de APUs (o “A” vem de “acelerated”, fazendo referência à aceleração gráfica) seus processadores que funcionam em conjunto com uma GPU em um mesmo pacote. Apesar da nomenclatura diferente, na prática uma APU ainda é um processador comum.
É importante ter em mente esse detalhe, porque embora APUs e CPUs se destinem a perfis de consumo diferentes, ambas as opções da AMD são, acima de tudo, processadores.
A ideia da AMD em unir seus processadores com os chips gráficos Radeon foi a de criar uma nova arquitetura híbrida, que permita a desenvolvedores de software usar a alta capacidade de processamento paralelo da GPU para aliviar a demanda sobre a CPU, garantindo melhor performance.
Série A
As APUs da AMD são divididas entre as unidades de baixo custo, que levam a nomenclatura Atlhon e Sempron, e os chips com melhor performance da Série A.
A Série A é a principal família de processadores acelerados, composta por uma grande quantidade de versões de processadores que variam de modelos com dois, três e quatro núcleos, além da companhia de uma GPU Radeon.
Processador FX ou APU Série A?
APUs top de linha podem dar conta do recado para gamers mais casuais (Foto: Divulgação/AMD)APUs top de linha podem dar conta do recado para gamers mais casuais (Foto: Divulgação/AMD)
A definição entre esses dois caminhos precisa considerar as necessidades do usuário. Um gamer dificilmente vai se contentar com a performance gráfica da APU em grandes lançamentos e, eventualmente, instalará uma placa de vídeo dedicada. Nesse caso, o investimento mais racional é adquirir um processador FX e preparar o bolso para a placa de vídeo.
Quem planeja um uso mais comportado do computador pode considerar uma APU. A performance é suficiente para o uso doméstico básico, que envolve assistir vídeos, navegar pela Internet e editar documentos. O computador com APU não vai precisar de placa de vídeo extra, um fator a ser considerado tendo em vista a economia.
Em relação a performance bruta, as comparações são um pouco injustas. É verdade que como processador convencional os FX são mais rápidos, mas a diferença não é absurda.
APU não serve para jogos e programas pesados?
Os produtos top de linha entre as APUs da AMD podem rodar jogos, desde que em configurações mais modestas. Considere a APU A10 7870K, lançada na metade do ano passado. A parte “processador” dessa A10 conta com quatro núcleos que rodam a 3.9 GHz (podem ir a 4.1 GHz), valores mais que suficientes para curtir games e que encontram paralelo em diversas versões FX.
A parte “placa de vídeo” é interessante também. A A10 usa uma GPU R7 (que possui oito núcleos) a 866 MHz, valores suficientes para renderizar vídeo em 4K e, mais importante, arriscar se divertir com alguns jogos, desde que o usuário tenha em mente que alguns sacrifícios em termos de fidelidade gráfica terão de ser feitos.
De olho na compatibilidade
Atualmente, processadores FX e APUs são incompatíveis em virtude de diferentes soquetes e padrões de pinagem (Foto: Divulgação/AMD)Processadores FX e APUs têm diferentes padrões de pinagem (Foto: Divulgação/AMD)
Hoje, as placas-mãe para processadores FX não podem receber APUs, e vice-versa. Isso acontece porque, no momento, as placas para FX usam soquete AM3+, enquanto que as placas para APUs são desenvolvidas em torno do FM2+. Literalmente, um chip não encaixa na placa criada para o outro modelo.
Por conta disso, a construção de um computador com CPUs ou APUs precisa levar em conta que tipo de processamento será empregado já de cara para que a placa-mãe adquirida seja compatível com o tipo de chip determinado.
Recentemente, a AMD anunciou que seus futuros produtos, derivados de novas arquiteturas, serão compatíveis entre si porque usarão um soquete universal, criado para receber processadores FX e APUs de qualquer tipo.
Preços
Via de regra, as APUs são mais baratas do que os processadores FX. A APU A10 7850K é uma das top de linha da atualidade e pode ser adquirida no Brasil por preços na faixa dos R$ 650. Um processador FX top de linha custa mais de R$ 1.000.
via TechTudo.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Para AMD, é preciso 16K e 240 FPS para realidade virtual de verdade

Para AMD, é preciso 16K e 240 FPS para realidade virtual de verdade
A realidade virtual só será realmente imersiva quando for capaz de exibir gráficos de resolução 16K a taxas de 240 quadros por segundo. A afirmação é de Raja Koduri, executivo da divisão Radeon da AMD, fabricante de processadores. Na avaliação de Koduri, os números dariam a qualquer headset a possibilidade de simular imagens muito próximas à realidade, a tal ponto que se tornaria difícil para o usuário dissociar o virtual do real. 
De acordo com o executivo, em entrevista ao site VentureBeat, atingir esses parâmetros técnicos vai depender de investimentos pesados e criatividade, já que “nós não conseguiremos apenas com a Lei de Moore e hardware. Vamos precisar de software”.
Ambição da AMD faria do Oculus Rift uma relíquia do passado (Foto: Divulgação/Oculus)Ambição da AMD faria do Oculus Rift uma relíquia do passado (Foto: Divulgação/Oculus)
Para demonstrar as soluções que precisam ser desenvolvidas na busca pela realidade virtual de 16K, Koduri usa o exemplo do PlayStation 4. “A placa Fury X tem quatro vezes mais poder computacional do que o PS4. Mas o PC não te garante uma experiência muito melhor porque os desenvolvedores não podem extrair tanta performance quanto em um console”, afirma.
Segundo o executivo, esse impasse será solucionado quando o mesmo controle dado aos desenvolvedores sobre os recursos técnicos de um console seja atingido na criação de conteúdo para PC. 
Outra realidade
O modelo em que um sistema qualquer pode gerar 240 novas imagens de 16K de resolução a cada segundo ainda não tem data para ser atingido, já que depende de investimentos pesados em desenvolvimento de novas tecnologias.
Para AMD, será possível atingir os 16K a 240 quadros com investimentos pesados em hardware e software (Foto: Divulgação/AMD)Para AMD, será possível atingir os 16K a 240 quadros com investimentos pesados em hardware e software (Foto: Divulgação/AMD)
A meta ambiciosa da AMD pode demorar, no entanto as perspectivas desse futuro são bastante interessantes, já que atualmente a realidade virtual, que se limita a resoluções não superiores a 2K e taxas de até 120 quadros por segundo, vem atraindo o interesse público.
Fonte: TechTudo

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Canaltech no Vale: Os novos rumos da AMD (EP 11)



Fomos à sede da AMD para entender os rumos da empresa a partir de agora. A fabricante de processadores está procurando se firmar dentro de alguns mercados, como o de games e o de produtos de alta performance. Entrevistamos Ruth Cotter, VP de Relações com Investidores, e Jason Banta, diretor de gestão de produtos da empresa.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Placas de vídeo top da AMD em 2016

Placas de vídeo top da AMD em 2016
Placas de vídeo top da AMD em 2016
Nova geração terá destaque para os processadores gráficos Artic Islands, com 14 nanômetros.

Recentemente, em uma reunião de investidores, a companhia AMD anunciou que irá lançar, no primeiro semestre do próximo ano, sua série 400 de placas de vídeo. Um dos grandes diferenciais dos novos gadgets fica por conta de processadores gráficos Artic Islands, que acompanham 14 nanômetros.

A ideia é que os dispositivos que virão sejam até duas vezes mais eficientes em relação aos produtos existentes do mercado atualmente, além de terem metade da quantidade de nanômetros. Desta forma, a expectativa é de que haverá uma alta significativa no quesito consumo x performance.

Outro ponto importante diz respeito às velocidades de banda entre os processadores e a memória RAM, o que deve ser responsável por permitir o armazenamento de até 32 GB de capacidade. Isto será possível, especialmente, por conta da segunda geração dos módulos tridimensionais HBM2.

Foto: © AMD.via ccm

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O que é "tearing"? Como funciona o FreeSync da AMD? Respondemos neste vídeo!



Neste ano vimos o lançamento de diversos monitores com novas tecnologias que prometem melhorar a qualidade com que a imagem aparece quando vocês está jogando no PC. Dentre essas tecnologias, temos a FreeSync, da AMD. Mas afinal de contas, o que é e como funciona isso? É pra responder a essas perguntas e algumas outras que preparamos este vídeo!

Confira aqui o que a tecnologia pretende corrigir e o que acontece quando aparece o famoso "tearing" no seu monitor. Aproveitamos para explicar como funciona o V-Sync e a principal diferença e vantagens do FreeSync em relação a ele!

http://adrenaline.uol.com.br/2015/08/14/36740/o-que--tearing-como-funciona-o-freesync-da-amd-respondemos-neste-v-deo-

domingo, 19 de julho de 2015

Novo console da Nintendo pode ter processador AMD

Novo console da Nintendo pode ter processador AMD
Nintendo
A Nintendo já anunciou seu novo console, o NX, mas disse que só vai falar dele no ano que vem. Não temos nenhuma imagem ou informação oficial, o que não impede que os rumores sobre o vindouro aparelho comecem a se acumular. E o mais recente deles afirma que a AMD seria a escolhida para fornecer o processador que dará poder à plataforma.

A fabricante de chips é presença constante no mercado de videogames. Além de ser uma das principais empresas de placas de vídeo, é a AMD que também fornece os componentes para o Xbox One, da Microsoft, e o PlayStation 4, da Sony. Logo, a ideia da Big N não é apenas investir em qualidade e poderio, mas também facilitar a vida dos desenvolvedores com uma arquitetura semelhante.

Aqui, temos algo do que a Nintendo tem muito a se beneficiar. Cada vez mais, a casa de Mario e companhia se isola dos grandes lançamentos do mercado para investir em títulos próprios justamente pela defasagem gráfica e diferença de arquitetura do Wii U em relação aos consoles da atual geração. É justamente isso que estaria levando a gigante japonesa a investir tão cedo em uma nova plataforma. Afinal, é preciso correr atrás do prejuízo.

Os boatos nem são recentes e já circulam por aí desde o ano passado, quando o diretor financeiro da AMD, Devinder Kumar, afirmou que a empresa está trabalhando com um grande nome do setor em um projeto de dispositivo que vai “além dos games”. Agora, a CEO Lisa Su afirmou que a companhia obteve contrato para a fabricação de mais um chip “semi-custom”, como são chamados os componentes criados em parceria com outras companhias, servindo para propósitos específicos.

A união entre AMD e Nintendo não seria uma novidade. No Wii U, o console de atual geração da empresa, lançado em 2012, já temos uma placa gráfica da fabricante atuando ao lado de um processador PowerPC da IBM. Como a “Big Blue” parece estar trabalhando cada vez menos com esse segmento, a escolha por uma companhia já conhecida parece óbvia, como se a tendência do mercado já não fosse motivo suficiente para isso.

Seja como for, parece que ambas as empresas estão bastante confiantes no sucesso do NX. Completando sua fala, Su disse que o novo chip semi-custom estará em um aparelho com potencial para arrecadar mais de US$ 1 bilhão em vendas. E todos sabemos que vender consoles é justamente o que a Nintendo precisa no momento, após passar por maus lençóis com o Wii U.

Fonte: GamesBeat


Matéria completa: http://canaltech.com.br