A Universidade de Illinois está desenvolvendo, com apoio da Marinha dos Estados Unidos, um protótipo de camuflagem eletrônica que imita a pele de um polvo. O tecido será sensível à luz e ao grau de temperatura ambiente. Por enquanto, o dispositivo só é capaz de alternar entre as cores preta ou branca, mas a equipe espera desenvolver outros pigmentos e variações. A tecnologia se inspira na pele do molusco porque o animal consegue mudar a coloração de sua superfície de acordo com o perigo ambiente.
Camuflagem eletrônica pode vir a ser usada por militares (Foto: Divulgação/Universidade de Illinois)
A pesquisa foi conduzida pelo professor John Rogers com especialistas em Biologia, Computação e Engenharia Elétrica. A Marinha financia o projeto porque poderia utilizar esse tecido para esconder navios de batalha e outras armas bélicas de possíveis inimigos.
Especula-se também sobre usos civis do experimento, com pessoas que utilizem roupas que mudam de acordo com a temperatura ou de acordo com a iluminação. Os pontos da pele artificial mudam de acordo com essas duas variáveis. As partículas como pele de polvo sintética alternam da cor preta para a transparente no espaço de temperatura até no máximo 47º C.
Ao mudar a iluminação, o tecido altera a coloração de forma rápida, entre um e dois segundos. Circuitos de silício estão conectados com a membrana ultrafina, que apresenta borracha em sua composição.
Fonte: TechTudo.
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